Por Júlio Cezar Bernardelli (mestre em Tecnologia e Sociedade)
Falar é natural do ser humano. A comunicação está presente em todos os momentos de nossas vidas. Desde crianças, somos estimulados a falar (fala, “mamãe”) e a nos comunicar por gestos (“dá tchau pra vovó”) e expressões corporais (“dança pro vovô ver”). Fazemos teatro na escola, e vamos ser francos, não são peças da Broadway, mas nos divertimos muito. Escrevemos redações, que dificilmente virarão Best-sellers, mas nos orgulhamos delas.
Crescemos e vamos ao mercado de trabalho onde precisamos nos comunicar com nossos pares, clientes, fornecedores, concorrentes e todos os stakeholders relacionados a nossa profissão e a nossa empresa. Valorizamos o olho no olho, isso gera confiança. Mas, e quando isso não é mais possível?
Passamos por um momento delicado da nossa sociedade mundial, a ordem agora é home office, e falar de oratória parece desnecessário, mas isso é um ledo engano. Nesse momento de pandemia e isolamento social, mais do que nunca, precisamos saber nos comunicar de forma objetiva e assertiva.
Lojas precisam vender, clientes precisam comprar, professores precisam dar aulas, alunos precisam estudar, advogados precisam participar de audiências, o mundo precisa continuar girando suas economias da melhor forma possível, mas sem afetar ou por em risco a saúde de todos. E isso tudo está acontecendo via web.
Estamos usando as mídias sociais todo o tempo e muito mais do que usávamos nos dias “normais”. O mundo está conectado 24h por dia. A informação circula em velocidade estonteante.
Com o isolamento social as pessoas querem ver e ser vistas pelos canais disponíveis, tais como, Youtube, Instagram, Facebook, Linkedin, Twitter e todos os canais virtuais que possam gerar algum tipo de integração e interação social.
Por isso, saber expressar-se, falar com propriedade sobre algum tema, dar uma boa aula, vender o seu produto ou serviço, atingir o seu público, encantar e prender a atenção dos seus ouvintes é importante e gratificante quando se consegue. Isso é colocar a oratória em ação. A concorrência chega pelo seu computador e não pede licença.
Agora, para falar bem, uma coisa é imprescindível: LER.
Sem conteúdo não há o que falar, ou só se fala bobagens. Sem conhecimento os debates se tornam rasos. As opiniões são baseadas em “achismos”. As apresentações não convencem e a credibilidade desmorona.
Quero deixar uma única dica para quem quer se tornar um bom orador: LEIA. Leia muito. Leia de tudo. Leia o que não gosta. Leia o que não entende. Leia o que você tem paixão. Leia até bula de remédio, mas LEIA.
Sobre o autor
Júlio Cezar Bernardelli é mestre em Tecnologia e Sociedade, professor e coordenador de operações dos cursos semipresenciais do Centro Universitário Internacional Uninter.
Matéria: Lorena Oliva Ramos/ PG1 Comunicação
Image by GraphicMama-team from Pixabay









Imagem Ilustrativa | Arquivo: Tribuna do Recôncavo
Imagem de PublicDomainPictures por Pixabay
Imagem gerada por IA
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Video
Imagem de Rudy and Peter Skitterians por Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Vinícius Guimarães
Imagem de succo por Pixabay
Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem ilustrativa gerada por IA
Imagem ilustrativa de Alfred Derks por Pixabay
Imagem ilustrativa gerada por IA
IMAGEM: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia
Video
Imagem ilustrativa de Hans Braxmeier do Pixabay
Imagem Ilustrativa de Pexels por Pixabay
Image by Dariusz Sankowski from Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem de fernando zhiminaicela por Pixabay
Arquivo Pessoal
Foto: Cleomário Alves/SJDH
Imagem de ErikaWittlieb por Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem por
Image by Adriano Gadini from Pixabay
PM
Imagem ilustrativa gerada por IA
Reprodução - Tino Alves
Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA
Video 
Fotos: André Frutuôso
Foto: Elisabeth Guerra
Imagem gerada por IA
Imagem Ilustrativa de Harald Landsrath do Pixabay
Foto: Juca Varella/ Agência Brasil
Imagem de adaoaalves por Pixabay
Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil
© Valter Campanato/Agência Brasil
Imagem de
Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil
Imagem Ilustrativa de skeeze por Pixabay
Foto: Wuiga Rubini/GOVBA
Arquivo Pessoal
Imagem de Luk Luk do Pixabay
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Arquivo Pessoal
Imagem de Marie Sjödin por Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
Divulgação
Imagem Ilustrativa | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo.
Foto: PM
Arte ilustrativa criada por IA
Foto: Jackson Santos
Imagem de Rudy and Peter Skitterians por Pixabay
Arte ilustrativa criada por IA
Reprodução/ Vídeo
Foto: PASCOM
Arquivo Pessoal
Foto: Telma Galino
Foto: Edílson Rodrigues/ Agência Senado
Imagem ilustrativa gerada por IA
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem ilustrativa gerada por IA
Foto: Internauta do Tribuna do Recôncavo
Arquivo: Tribuna do Recôncavo
Imagem Ilustrativa | Foto: Maria do Carmo/ Tribuna do Recôncavo
Arquivo | Foto: Ney Santos
Image by Gerd Altmann from Pixabay
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Foto: Dandara Melo Saeb | GOVBA
Arte ilustrativa / IA
Foto: Douglas Amaral
Foto: Amo Animais
Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA
Arte: Tribuna do Recôncavo
Image by Michal Jarmoluk from Pixabay
Image by Kaufdex from Pixabay
Imagem de S. Hermann & F. Richter por Pixabay
Foto: Klebe Lobo - Equipe Fred Pontes
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Divulgação 
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Imagem ilustrativa de Wokandapix por Pixabay
Arte: Divulgação
Foto: Adelson Menezes