Paraty recebe título de Patrimônio Mundial da Unesco

Foto: Tomaz Silva/ Agencia Brasil

A cidade de Paraty, Rio de Janeiro, foi reconhecida como patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). A decisão ocorreu na 43ª reunião do Comitê de Patrimônio Mundial da Unesco, realizada nesta sexta-feira (05), em Baku, capital do Azerbaijão.

Esta é a primeira vez que um local é declarado patrimônio misto (cultural e natural) na América do Sul. Paraty já teve uma candidatura a patrimônio cultural recusada em 2009. O reconhecimento ainda se estende a Ilha Grande e uma extensa área preservada de mata atlântica na Serra da Bocaina.

Ao mesmo tempo em que recebe o título internacional, a cidade fluminense vê sua beleza ameaçada por problemas urbanos, como violência e falta de saneamento. Outras atrações históricas e naturais do Brasil também convivem com o abandono do poder público.

Metro1

Fogo no Museu da Língua Portuguesa teve início em holofote

Foto: Bombeiros do Estado de São Paulo/ Fotos Públicas

A Polícia Civil de São Paulo concluiu as investigações sobre as causas do incêndio que destruiu o Museu da Língua Portuguesa, no centro da cidade. Ninguém foi indiciado e o laudo da perícia aponta que o fogo foi provocado por um “defeito em um dos holofotes”.

As conclusões do inquérito foram divulgadas na última quinta-feira (04), pela Secretaria da Segurança Pública do estado. O incêndio, que atingiu o museu no dia 21 de dezembro de 2015, destruiu parcialmente a estrutura e matou o brigadista Ronaldo Pereira da Cruz, que tentava combater as chamas.

O local passa por obras de restauração. Em maio deste ano, a Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa de São Paulo anunciou que o Museu da Língua Portuguesa deve ser reaberto no primeiro semestre do próximo ano.

Redação: Metro1 | Fonte: Estadão

SAJ: Espetáculo “Partiste” será realizado no Centro Cultural

Foto: Divulgação

No início da década de 70, na cidade de Livramento, vive uma família que aguarda as cartas de um filho que partiu para São Paulo e nunca mais retornou. Esse é o enredo de “Partiste”, espetáculo escrito pelo dramaturgo baiano Paulo Henrique Alcântara e dirigido por Ícaro Bittencourt, que será encenado no Centro Cultural nos dias 05, 06, 12 e 13 de abril, sempre às 19h.

A peça é um dos projetos selecionados pelo Prêmio Cultural Grã-Mestre Roque dos Anjos, realizado pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude. Vencedor do Prêmio Braskem de Melhor Texto, em 2011, o espetáculo é uma fusão das memórias pessoais do autor e da sua família com a história dos personagens.

O valor do ingresso para assistir à peça é de R$ 10 (dez reais) e a classificação é livre para todos os públicos.  Nos dias 07 e 14 de abril a companhia fará duas sessões especiais para escolas e outras instituições.

Ascom/ PMSAJ

SAJ: Centro Cultural recebe oficina de Origami

Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

A arte milenar japonesa do Origami será tema de uma oficina na próxima terça-feira (26), no Centro Cultural de Santo Antônio de Jesus.

As inscrições para a atividade, que terá como instrutor o artista visual Adailton Nunes, são limitadas e já podem ser feitas no Centro Cultural.

A oficina, promovida pela Prefeitura de Santo Antônio de Jesus, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude, integra o projeto Arte Feita Por Elas, como parte das ações da Agenda Março Mulher. (Asom/ PMSAJ)

Artigo: Uma tradição centenária, “Filarmônicas na Bahia!”

Funceb no 2 de Julho | Foto: Bruno Ricci/ SECOM

Filarmônicas na Bahia fazem parte de uma tradição centenária, sendo que a Erato Nazarena, em Nazaré das Farinhas, era até pouco tempo, a mais antiga em funcionamento em nosso estado. Até hoje em nosso país, tais agremiações são em boa parte dos municípios, as responsáveis pelo único acesso ao ensino de música. Daí, a importância e a necessidade de um olhar mais atencioso por parte de não apenas dos governantes, como também, da própria sociedade como um todo.

Na Bahia, com o advento da axé-music, em meados da década de 80, até os dias atuais, observa-se um crescente número de músicos egressos da banda de música para a integração com esses grupos. Um pouco antes, esse mercado de trabalho ficava praticamente restrito às bandas militares. No entanto, um olhar mais atento à realidade atual dessas sociedades, revela as dificuldades inerentes às mesmas.

Apesar dessa forte tradição, as filarmônicas sofrem como uma série de fatores socioeconômicos e culturais que tornam a sua existência, como geradora de cultura, um difícil desafio. Tais fatores vão da quase inexistência da educação artística nas escolas, até ao que se concerne à filarmônica inserida na sociedade, ao seu entendimento pelas gerações mais recentes. (mais…)

BNDES prorroga prazo de inscrições de projetos de segurança em museus

Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira (14) a prorrogação, até 29 de março, das inscrições de projetos de segurança em Instituições Culturais Públicas de Guarda de Acervos Memoriais.

De acordo com o banco, a decisão objetiva “selecionar propostas que contemplem investimentos em sistemas de detecção, prevenção e combate a incêndio e pânico, instalações elétricas e sistema de proteção contra descargas atmosféricas em museus, arquivos e bibliotecas”. Os recursos disponíveis atingem até R$ 17,7 milhões no âmbito da Lei Rouanet. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na internet  por meio de formulário eletrônico.

O valor máximo a ser apoiado pelo BNDES respeitará o valor aprovado no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). A comprovação deverá ocorrer no momento da contratação de recursos pelo banco. As propostas devem ter prazo de execução máximo de 36 meses, que poderá, no entanto, ser prorrogado pelo BNDES. (Bahia.Ba)

Governo alemão doa quase 190 mil euros ao Museu Nacional no Rio de Janeiro

Foto: Alexandre Macieira/ Riotur/ Fotos Públicas

O governo da Alemanha doou 180.800 euros ao Museu Nacional, do Rio de Janeiro, que foi totalmente destruído por um incêndio ocorrido no dia 2 de novembro. A doação, concluída nesta segunda-feira (10), é equivalente a cerca de 808 mil reais e será utilizada na recuperação do acervo resgatado dos escombros.

Cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro, Klaus Zillikens afirmou que a doação representa apenas uma etapa inicial, já que o Museu Nacional continuará sendo assistido. Segundo ele, o governo alemão pretende disponibilizar um aporte de até 1 milhão de euros, que devem ser repassados conforme as demandas do museu.

Para o Museu Nacional, a doação tem extrema relevância, porque será usada na compra de materiais específicos de recuperação, listados pelas equipes de busca. Artigos como computadores e lupas especiais serão adquiridos – uma delas, inclusive, vai ser usada em particular na reintegração de Luzia, o fóssil humano mais antigo do Brasil. “É um valor que entra para aquilo que a gente precisa. Nós estamos extremamente gratos pela sensibilidade do governo alemão”, reforçou o diretor do museu, Alexander Kellner. (Metro1)

Crânio de Luzia é encontrado por pesquisadores do Museu Nacional

Imagem Ilustrativa | Foto: Pixabay

Pesquisadores do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, encontraram partes do crânio e do fêmur de Luzia, fóssil humano mais antigo do Brasil, que desapareceu nos escombros do Museu Nacional, destruído por um incêndio no dia 2 de setembro.

De acordo com informações do site Folha, o crânio está fragmentado e os técnicos anunciaram que cerca de 80% desses fragmentos já foram identificados e o restante está passando por um trabalho de limpeza e estabilização. Após serem estabilizadas, as partes encontradas ficarão guardadas em um local, que por segurança não será informado, até que os pesquisadores consigam analisa-las e montá-las novamente.

As partes apresentadas pelo Museu nesta sexta-feira (19), estavam guardadas em uma caixa de metal dentro de um armário em um lugar estratégico do museu, para se houvesse um acidente. Outras partes dos ossos de Luzia estavam expostas ao público, mas ainda não foram encontradas. (Bahia Noticias)

Eu Vou Contar: Recital cênico abre mês das crianças no Centro Cultura

Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

Nesta quinta-feira (04), às 19h, o recital cênico Eu Vou Contar abre a programação do mês das crianças do Centro Cultural de Santo Antônio de Jesus. A mostra dos alunos de teatro do Programa Esportes e Lazer das Cidades (PELC) têm direção de Milena Dias e direção de arte de Benício Lira. O espetáculo é gratuito e livre para todos os públicos.

Em Santo Antônio de Jesus, o PELC oferece 400 vagas nas áreas de teatro, música, dança, ginástica aeróbica, futsal, handebol, para pessoas de todas as idades, incluindo pessoas com deficiência. As atividades acontecem no Instituto Federal da Bahia (IFBA), Centro Cultural e Praça CEU’s. Para se inscrever, basta comparecer a um dos locais.

O Núcleo 24 do programa é uma parceria entre a Prefeitura Municipal, através das secretarias de Esportes e Lazer e Cultura, Turismo e Juventude, com a Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), do Governo do Estado. (Ascom) Serviço: (mais…)

É neste sábado (29) o Concurso Pérolas Negras em Santo Antônio de Jesus

Arte: Divulgação

Para comemorar os 21 anos do Concurso Pérolas Negras, que acontecerá no sábado, dia 29 de Setembro, o produtor cultural Adão Andrade resolveu fazer o desfile no mesmo Teatro onde surgiu em 1996, o Centro Cultural. O evento começará bem mais cedo do que nos anos anteriores, às 18h, com previsão de término para as 21h30.

O evento também será muito mais afro esse ano, com a presença da dançarina soteropolitana GISELE SOARES, A Deusa do Ébano do Ilê Aiyê 2017; do POETA COM P DE PRETO Rilton Júnior, também de Salvador.

Haverá intervenção musical com um grupo de músicos de Santo Antônio de Jesus 4 VOZES & 1 CORDA que gravaram o Hino de Adão  (a nova música do Pérolas Negras), apresentação do grupo de dança BALLET DO FUTURO, além do momento mais esperado que é o desfile dos candidatos aos títulos, com o tema Baile Preto e Branco. Os ingressos estão à venda na Roupa Nova.

Tribuna do Recôncavo

Terreiro Tumba Junsara é tombado como Patrimônio Cultural Brasileiro

Foto: Carolina di Lello/ Divulgação

O terreiro Tumba Junsara, que fica no Engenho Velho de Brotas, em Salvador, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural Brasileiro. A casa, que já era reconhecida como Patrimônio Histórico do Estado da Bahia, agora recebe titulação nacional.

O tombamento foi determinado durante reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no Rio de Janeiro, em decisão unânime. De acordo com o Iphan, o templo, que foi fundado em 1919, está entre os mais antigos de tradição da Angola no Brasil.

A primeira sede do Tumba Junsara foi instituída em Santo Amaro, no Recôncavo baiano, e em seguida o terreiro foi transferido para Salvador. No entanto, foi só em 1938 que foi instalado no endereço atual, na Ladeira da Vila América. Além do Tumba Junsara, outros terreiros estão localizados no Engenho Velho de Brotas. Alguns deles, como o Oxumaré, já foram tombados pelo Iphan. (Metro1)

Unesco estima em 10 anos prazo para restauração do Museu Nacional

Foto: Vitor Abdala/ Agência Brasil

A diretora e representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, ressaltou nesta terça-feira (18), que o trabalho de conclusão da restauração do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, será bastante longo. “Estimamos algo como cerca de 10 anos a partir do exemplo de situações, não iguais de incêndio, mas similares a essa”. Um incêndio de grandes proporções destruiu o interior do edifício e boa parte do acervo de 20 milhões de peças, no dia 2 de setembro.

“É um trabalho de muitos anos. Não existe neste momento nenhuma solução mágica que permita reconstruir o museu em alguns meses. Temos um longo trabalho de identificação dos escombros, o que são fragmentos de itens do museu”, afirmou, após entrevista coletiva ao lado da chefe da Missão de Emergência da Unesco para o Museu Nacional, a italiana Cristina Menegazzi, e do consultor do Centro Internacional de Estudos para a Conservação e Restauro de Bens Culturais, José Luiz Pedersoli Junior, que integra a missão.

“A questão da reconstrução do prédio histórico em si também demanda tempo de identificação dos metais, dos materiais arquitetônicos, das pinturas murais. Acreditamos que é um trabalho que será gradativo, e que, em várias etapas, se poderá ir gradualmente abrindo o museu novamente para visitação da população”, acrescentou Marlova. (mais…)

Cidade de Ubaíra sedia neste fim semana o 1º Festival de Economia Solidária do Vale

Foto: Maria do Carmo

Com uma diversidade de peças artesanais em modalidades variadas, artesãos locais, do Vale do Jiquiriçá e de várias cidades baianas expuseram seus trabalhos, nesta sexta-feira (21/09), na Praça  São Vicente Ferrer na cidade de Ubaíra, na abertura do 1º Festival de Economia Solidária do Vale.

O público teve a oportunidade de conhecer as mais diversas variedades de artesanato, confeccionados em fibra de bananeira, crochê, tecidos, cerâmica e madeira, além de poder conhecer também doces, biscoitos e licores, todos produzidos artesanalmente. A presidente da Associação de Artesãos APROARTE, promotora do evento, a senhora Ana Lisboa, acolheu a todos os presentes, artesãos e visitantes com uma calorosa mensagem de boas-vindas.

A arte literária também ocupa seu espaço no Festival com a exposição da coletânea poética da poetisa Maria do Carmo. O Festival segue até domingo (23), animada por apresentações culturais. Venham conferir!

Maria do Carmo/ Tribuna do Recôncavo (mais…)

Campanha pede doação de livros para biblioteca do Museu Nacional

Foto: Alexandre Macieira/ Riotur/ Fotos Públicas

Um dos enormes prejuízos causados pelo incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, no início de setembro, foi a destruição do acervo da Biblioteca Francisca Keller (BFK), do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. Para reerguer a biblioteca, fundada há 50 anos, o programa iniciou uma campanha para receber doações de livros e publicações. “A Biblioteca Francisca Keller foi incinerada, mas não morta. Uma biblioteca só morre quando não tem mais leitores. Nós temos leitores. Agora precisamos de livros”, diz o texto da campanha, que é assinado pela Comissão para reconstrução e renovação da BFK.

Interessados em doar podem saber mais detalhes no site da campanha, onde há informações sobre os livros que foram queimados e títulos que já foram doados por outras pessoas ou institutos de pesquisa. A biblioteca tinha 37 mil volumes e era considerada uma das mais importantes na área de ciências sociais no Brasil e na América Latina. Seu acervo era principalmente de obras contemporâneas e contava com títulos importantes para os pesquisadores do programa e de outras instituições de ensino.

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social tem nota máxima (sete) na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e foi um dos mais afetados pelo incêndio no Museu Nacional. Grande parte de seu acervo sobre etnias indígenas, por exemplo, foi consumido pelo fogo. Salas de aula e de pesquisa que ficavam no palácio precisaram ser realocadas no Horto Botânico, assim como salas de professores e pesquisadores. (Noticias ao Minuto)

Gasto com segurança no Museu Nacional foi a zero neste ano

Foto: Tania Rego/ Agencia Brasil

Alvo de um incêndio de grandes proporções, o Museu Nacional não gastou nada neste ano para a compra de equipamentos ou materiais de segurança. Também não foi feito nenhum pagamento para serviços de manutenção de imóveis ou aquisição de materiais para essa finalidade. Levantamento da ONG Contas Abertas mostra ainda que, nos últimos quatro anos, os desembolsos realizados com essas atividades estão bem abaixo do que se imaginaria para um prédio daquela dimensão e, sobretudo, com 200 anos.

Entre 2015 e 2017 foram gastos R$ 16.971 com a compra de equipamentos e materiais de segurança. Já para a aquisição de materiais e serviços de manutenção de imóvel, o gasto foi de R$ 250.236 (valores corrigidos). Dados da Comissão Mista de Orçamento (CMO) da Câmara dos Deputados mostram também que nos últimos cinco anos os repasses da União ao Museu Nacional, no Rio, encolheram mais de 49%. Em 2013, foi R$ 1,3 milhão em pagamentos, em valores corrigidos pela inflação.

No ano passado, foram R$ 665 mil. Neste ano, os pagamentos até agosto não chegam a R$ 100 mil. Em 2018, de acordo com o levantamento, foram utilizados R$ 51.880 para programa de bolsa de estudos e R$ 46.235 para outras despesas. Para dar uma dimensão dos recursos gastos com o museu, o Contas Abertas fez uma comparação entre os valores pagos no ano passado pelo museu e os gastos para lavar 83 carros oficiais da Câmara dos Deputados. O custo anual foi de R$ 563.333,56, 89% dos desembolsos feitos em 2017 pelo museu. (mais…)

Incêndio no Rio: Museu sofria com falta de verbas para manutenção

Foto: Tania Rego/ Agencia Brasil

O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, na zona norte do Rio, que está em chamas na noite deste domingo (02/09), sofre desde 2014 com seguidos cortes no orçamento. Mais antigo do país, o Museu Nacional é subordinado à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e vem passando por dificuldades geradas pelo corte no orçamento para a sua manutenção. A instituição está instalada em um palacete imperial e completou em junho 200 anos -foi fundada por d. João 6º em 6 de junho de 1818.

A instituição não estava recebendo a verba de R$ 520 mil anuais que bancam sua manutenção e apresenta sinais visíveis de má conservação, como pareces descascadas e fios elétricos expostos. Seu acervo, com mais de 20 milhões de itens, tem perfil acadêmico e científico, com coleções focadas em paleontologia, antropologia e etnologia biológica, entre outras. “O maior acervo é este prédio, um palácio de 200 anos em que morou d. João 6º, d. Pedro 1º, onde foi assinada a Independência.

A princesa Isabel brincava aqui, no jardim das princesas, que não está aberto ao público porque não tenho condições”, disse à Folha em maio Alexander Kellner, 56, diretor do Museu Nacional. Em maio, 10 de suas 30 salas de exposição estavam fechadas, incluindo algumas das mais populares, como a que guarda um esqueleto de baleia jubarte e a do Maxakalisaurus topai -o dinoprata, primeiro dinossauro de grande porte já montado no Brasil. (mais…)

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