Candidatos se recusam a assumir compromisso com a transparência

Candidatos se recusam a assumir compromisso com a transparência - noticias, direitos, artigosImage by Gerd Altmann from Pixabay

Em todos os anos eleitorais vemos grupos e entidades propondo que os candidatos assumam compromissos públicos. Em geral os candidatos aceitam a proposta e até agradecem pela oportunidade e pela divulgação dos seus nomes como sendo de pessoas comprometidas com determinado tema.

Apesar de os temas “transparência” e “combate à corrupção” serem frequentes nessas propostas, o Conselho de Cidadãos traz, em 2020, em sua segunda edição, aquele documento do qual os candidatos fogem como o diabo foge da cruz. Pouquíssimos assumem. E o mais estranho é que nada do que se propõe está fora da lei ou dos princípios constitucionais. Consultando cidadãos comuns, percebemos que todos afirmam que se fossem candidatos assumiriam o compromisso. O que será que leva os candidatos a recusarem a proposta, já que normalmente outros compromissos nunca são recusados durante a campanha?

O mais curioso é que os candidatos não se recusam expressamente. A não ser quando são questionados publicamente, e desde que não tenham a chance de dizer que assumirão depois. Qualquer eleitor pode fazer o teste, enviando o documento por mensagem, e verá que, normalmente, o candidato não responde. Já houve casos em que o candidato bloqueou o eleitor em suas redes sociais, devido à insistência por uma resposta. (mais…)

ARTIGO: A busca pelo selo de verificação a qualquer custo e a “venda de matérias na imprensa”

ARTIGO: A busca pelo selo de verificação a qualquer custo e a “venda de matérias na imprensa” - artigosImagem de StockSnap por Pixabay

Por Fabiano de Abreu (neurofilósofo e jornalista)

O desejo de se tornar uma personalidade reconhecida nas redes sociais passa por um símbolo azul, aquele que fica ao lado do nome da pessoa. Simples ao se olhar, mas com grande significado, ele é objeto de cobiça de muitos internautas, já que representa um status mais elevado em sua conta. No entanto, a incessante busca por esta autenticação tem feito internautas a superarem o limite da postura ética na web.

Discreto, mas com grande significado. Aquele símbolo azul ao lado do nome se tornou objeto de desejo para muitos usuários das plataformas digitais. Ter aquele selo no perfil representa um status mais elevado da conta nas redes sociais. Além disso, ter essa conta autenticada faz com que a página da pessoa apareça no topo dos resultados de busca. O que certamente permite uma exposição maior, e facilidade para ganhar novos seguidores, objetivo de quem deseja se tornar um influenciador digital de sucesso.

O “desenho azul” é também uma forma de dizer aos demais usuários das redes sociais que aquela conta em questão é influente, tem autoridade em algum segmento e é única. Quem possui esta marca é geralmente dono de um perfil exclusivo, cheio de autoridade e passa credibilidade no conteúdo que publica. No entanto, para ter direito a este selo, são necessários preencher alguns requisitos, e atualmente eles são buscados por internautas de maneiras até sem os devidos escrúpulos. (mais…)

ARTIGO: AS REDES SOCIAIS E A CULTURA MÉDICA

ARTIGO: AS REDES SOCIAIS E A CULTURA MÉDICA - noticias, artigosImage by Engin Akyurt from Pixabay

Por Maeve Nóbrega (graduada em Publicidade e Propaganda)

Nos últimos meses, empresários, pequenos varejistas e profissionais liberais intensificaram as suas ações online, de modo a se manter presentes na vida dos seus clientes. As compras físicas acabaram sendo substituídas pelos carrinhos de compras online e a consulta médica passou a acontecer virtualmente, por exemplo. Em virtude dessa mudança de comportamento, aplicativos de troca de mensagens e de vídeos foram os mais baixados no Brasil, durante o mês de julho, de acordo com os dados da consultoria mobile Sensor Tower.

Assim, todas as ações digitais passaram a ganhar mais espaço e mais adeptos. “O grande problema dessa adesão desenfreada é que muitos profissionais acabam criando conteúdo por impulso, ignorando as regras e o bom-senso” – alerta Maeve Nobrega, especialista em Marketing Médico.

Segundo a profissional, se os médicos resolverem surfar essa onda da exposição sem se atentar às regras do Conselho Federal de Medicina, o problema pode ser ainda maior.

“Os médicos sempre ocuparam uma área de prestígio e ao usar as redes sociais erroneamente, eles podem prejudicar a sua imagem e automaticamente desvalorizar toda a classe. Em linhas gerais, o médico precisa planejar e saber tirar proveito dessas ferramentas, mas sem prejudicar um valor que está atrelado à medicina” – resume. (mais…)

ARTIGO: Quais os cuidados com a alimentação em casa?

ARTIGO: Quais os cuidados com a alimentação em casa? - saude, artigosImage by Werner Heiber from Pixabay

Por Thais Mezzomo e Alisson David Silva 

Nos últimos meses temos vivido uma reviravolta com a pandemia e nos vimos obrigados a passar mais tempo dentro de casa. Isso trouxe à tona uma questão muitas vezes deixada de lado pelas pessoas: a alimentação. Agora observamos o que estávamos comendo e nem sempre consideramos todos os hábitos adequados, bem como, a preparar o próprio alimento.

Para alguns, o estresse aumentou e levou ao maior consumo de alimentos prontos, ricos em açúcares, gorduras e sódio. Para outros, a pandemia oportunizou a criação de uma melhor relação com a comida, com maior tempo para planejar as compras e preparar os alimentos com todo o cuidado necessário. Mas o que é necessário para ter uma alimentação adequada?

Elencamos sete itens para te ajudar:

  • Primeiro temos que evitar o consumo de comidas ultraprocessadas e processadas, ou seja, aquelas que normalmente estão prontas, cheias de ingredientes e ao nosso fácil alcance como bolachas, salgadinhos, refrigerantes, chocolates, bolos e alimentos congelados prontos para o consumo. Esses alimentos, normalmente, em uma pequena porção ofertam elevada quantidade calórica, além de açúcares, gorduras e sódio em excesso. (mais…)

ARTIGO: Isolamento social pode contribuir para o fortalecimento das unhas

ARTIGO: Isolamento social pode contribuir para o fortalecimento das unhas - saude, noticias, artigosFoto: Pixabay

Por Dr.  Juliano Augusto Ribeiro de Carvalho, dermatologista

A necessidade do isolamento social devido à pandemia da COVID-19 leva as mulheres a não esmaltar as unhas regularmente. Questão estética à parte, este fato é visto como positivo pelos médicos para o respiro das unhas. Eles explicam que os esmaltes, na grande maioria dos casos, possuem solventes na formulação, o que pode tornar as unhas mais fracas devido à degradação parcial da queratina das unhas e mesmo por impedir sua correta hidratação.

O médico dermatologista, especializado em Dermatologia Avançada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Dr.  Juliano Augusto Ribeiro de Carvalho, recomenda como cuidar das unhas neste período.

“Muitas mulheres têm cuidado das unhas em casa, mas esse processo também exige atenção. Aproveitar as semanas de quarentena para ficar sem esmalte é interessante para a saúde das unhas, começando pela hidratação. Com isso, conseguimos devolver os lipídeos que as unhas precisam para que sua lâmina fique com o teor de hidratação correto, e assim permaneçam fortes”, destaca o dermatologista.

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Motoristas devem redobrar os cuidados ao voltar à rotina das estradas

Motoristas devem redobrar os cuidados ao voltar à rotina das estradas - noticias, dicas, artigosImage by Free-Photos from Pixabay

Com a diminuição das restrições para locomoção devido à pandemia, em diversos estados do país, muitas pessoas começam a encarar novamente as estradas. Seja para visitar aquele familiar que há meses não vê pessoalmente, ou para retomar as atividades profissionais. Sem descuidar com as recomendações de prevenção à covid-19, os motoristas precisam também controlar a empolgação e fazer um planejamento de viagem segura.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) alguns cuidados básicos devem ser tomados por quem vai encarar as estradas. O primeiro passo é fazer um planejamento da viagem, buscando informações sobre as distâncias que vai percorrer, as condições de tempo que vai enfrentar, os pontos de parada para descanso, opções de comércios para alimentação nas estradas e, ainda, os postos de combustíveis disponíveis em caso de necessidade.

Para muitos motoristas essas são atitudes cotidianas, mas, quem ficou mais de cinco ou seis meses em casa, sem poder viajar, na ansiedade de visitar seus familiares, pode esquecer das recomendações básicas. E o esquecimento pode custar caro para o motorista. (mais…)

ARTIGO: Retorno às aulas exigirá debate transparente e novas estratégias educacionais

ARTIGO: Retorno às aulas exigirá debate transparente e novas estratégias educacionais - noticias, educacao, artigosEditada | Foto: Suami Dias/ GOV-BA

Por Carla Jarlicht, consultora educacional e psicóloga 

O debate sobre a possibilidade da volta às aulas, em meio a uma grave pandemia, precisa ser entendido como algo muito além dos cuidados de higienização e protocolos estabelecidos pelas autoridades sanitárias. Para a consultora educacional e psicóloga, Carla Jarlicht, é preciso dar maior atenção aos aspectos emocionais, tanto de professores quanto de alunos, estabelecendo uma nova estratégia que deverá surgir de um debate transparente entre todos os envolvidos: estabelecimentos, pais, alunos, professores, poder público e sociedade.

“Serão muitos os desafios. E vão dos aspectos estruturais e organizacionais da escola, que deverá atender aos protocolos, aos aspectos emocionais, que envolvem não só o acolhimento dos alunos como também o das famílias. Todos estão, em alguma medida, sensíveis a tudo que vem acontecendo e, de certa forma, inseguros, ansiosos e um tanto esperançosos com o que está por vir”, afirma Jarlicht.

Para ela, o retorno ao ensino presencial demandará do professor novas estratégias para a reinvenção tanto das relações afetivas quanto do trabalho pedagógico em si, repensando os projetos, de acordo com a avaliação diagnóstica dos alunos, contemplando novos encaminhamentos, além de outros combinados para a rotina, que será inteiramente diferente. (mais…)

ARTIGO: O poder da empatia no bem estar das empresas

ARTIGO: O poder da empatia no bem estar das empresas - artigosImagem de StartupStockPhotos por Pixabay

Por Celson Hupfer, doutor em psicologia social e CEO da Connekt

Cada vez mais a ideia de competitividade dentro das empresas tem ficado para trás. As organizações do mundo todo já notaram a importância de humanizar os processos, assim como ajustar a comunicação e as relações interpessoais, tanto com clientes como com os próprios colaboradores.

Historicamente, a sociedade tem se desenvolvido baseada em relações de abuso de poder, tanto o financeiro como o intelectual e o biológico. Entretanto, finalmente, começamos a discutir a empatia, ou seja, a atitude de colocar-se no lugar do outro.

Não há época mais propícia para colocarmos esta atitude em prática. Estamos atravessando um dos momentos mais frágeis do século. A crise, impulsionada pelo novo coronavírus, não escolheu gênero, classe ou região, ela veio e reconfigurou toda nossa vida, a rotina, a forma de trabalho e de nos relacionarmos. A saúde e a tecnologia ganharam a linha de frente do protagonismo positivo e atitudes voltadas ao outro passaram a ganhar mais espaço, inclusive, nas empresas. (mais…)

ARTIGO: Como preparar-se para envelhecer?

ARTIGO: Como preparar-se para envelhecer? - saude, artigosImagem Ilustrativa de StockSnap por Pixabay

Por Cristiano Caveião (doutor em Enfermagem)

Você pode estar se perguntado, mas afinal o que é envelhecer? É ter cabelos brancos? Rugas? Adquirir mais sabedoria? Perder a vontade de viver? Estar aproximando-se da morte? Ficar mais teimoso? Construir um patrimônio, uma família? É perder parte da capacidade física? É passar a ver a vida de outra maneira?

Podemos dizer que envelhecer é um processo, e não podemos escolher o momento em que ocorrerá. Desde o nascimento até o dia de hoje estamos envelhecendo… as mudanças corporais vão ocorrendo, e ao mesmo tempo a nossa independência e autonomia vão modificando quando crescemos e envelhecemos.

O envelhecer confere modificações de prioridades, das próprias percepções e muitas vezes, confere uma estabilidade na vida, que poderá nem sempre ser percebida com a passagem do tempo. (mais…)

ARTIGO: O real impacto da pandemia na internet industrial das coisas

ARTIGO: O real impacto da pandemia na internet industrial das coisas - tecnologia, noticias, artigosImage by Gerd Altmann from Pixabay

Por José Rizzo Hahn Filho (presidente da ABII)

A espécie humana se encontra em um momento raro de sua história com a propagação de um vírus alcançou proporções globais. O setor industrial precisou remodelar atividades para participar ativamente no combate ao vírus, inclusive com a produção de itens que trazem mais proteção para entidades médicas e pessoas contaminadas.

Quando tudo passar o que podemos esperar do futuro próximo? O que farão as indústrias para a retomada da produção? Fato é que o mundo não será mais o mesmo. E é partindo desse princípio que as projeções de mundo pós-pandemia devem ser desenhadas. A indústria será remodelada e abrirá espaço para as tecnologias em ascensão, como é o caso da IIoT – Industrial Internet of Things (Internet Industrial das Coisas), o 5G e a inteligência artificial, que são bases do conceito de indústria 4.0.

“Na pós-pandemia, mais do que nunca, acelerar a IIoT e a indústria 4.0 serão fatores de sobrevivência e competitividade para qualquer empresa”, ressalta o presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), José Rizzo Hahn Filho.

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Exposição de casos de assédio em escolas não resolve problema

Exposição de casos de assédio em escolas não resolve problema - noticias, direito, artigos

Para dar visibilidade ao assédio sexual de professores contra alunas, tentar combater o problema e alertar outras possíveis vítimas, muitas jovens têm feito a exposição dos casos nas redes sociais. As moças reúnem reprodução de telas (prints) e áudios de conversas em aplicativos instantâneos de mensagens, como o Whatsapp, e publicam o material em redes como o Twitter e Instagram:

“Esse movimento de exposição virtual e pública decorre da sensação de impunidade. A partir do momento que as jovens vítimas e seus familiares tiverem a percepção de que a comunicação do fato aos órgãos responsáveis é suficiente para punir o indivíduo que agiu dessa maneira, certamente não haverá a necessidade dessa exposição pública porque elas se sentirão protegidas e amparadas pelas instituições que têm o dever de agir dessa forma”, explica Leonardo Pantaleão, advogado especializado em Direito Penal.

Ao fazer a exposição, no entanto, as jovens ou seus responsáveis podem cometer um crime e sofrer penalidades previstas em lei, caso ofendam a honra e a reputação de uma pessoa. Por isso, o mais adequado é informar o caso às autoridades públicas. (mais…)

ARTIGO: Quais os desafios de um fotógrafo e do mercado da fotografia durante a pandemia

ARTIGO: Quais os desafios de um fotógrafo e do mercado da fotografia durante a pandemia - artigosImage by Mabel Amber from Pixabay

Por Roberta Montagnini (fotógrafa)

A pandemia do novo coronavírus tem causado imensos transtornos para profissionais de todos os setores da economia. Determinadas atividades que dependem de contato presencial se encontram totalmente paralisadas neste período, levando muitos profissionais liberais a situações de emergência muito além da crise sanitária e da covid-19.

A fotógrafa Roberta Montagnini, referência na Europa e nas Américas no segmento fine art, conta as mudanças e situações enfrentadas pelos profissionais da sua área durante a pandemia da covid-19:

“Estar vivo, estar saudável e estar seguro são prioridades e as coisas mais importantes no momento. Claro, a parte financeira também foi afetada, e muito, com a paralisação dos trabalhos, mas preservar a vida e a saúde está em primeiro lugar. Nossa atividade profissional demanda estarmos fisicamente com o cliente e enquanto durar a pandemia precisamos manter todas as medidas de segurança, uso de máscara e distância de pelo menos 2m do cliente e evitar o máximo de contato físico.”

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Reforma Tributária: produtos vão ficar mais caro se aprovada a unificação de PIS/Cofins

Reforma Tributária: produtos vão ficar mais caro se aprovada a unificação de PIS/Cofins - direito, artigosImagem de fernando zhiminaicela por Pixabay

Por Kristian Pscheitd (advogado)

A primeira parte da proposta da Reforma Tributária do Governo de Jair Bolsonaro foi enviada ao Congresso nesta terça-feira, 21 de julho, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e já está levantando polêmica, porque pode resultar no aumento dos preços dos produtos. A proposta prevê a Unificação do PIS e do Cofins (incidente sobre a receita, folha de salários e importação), criando o IVA – Imposto sobre Valor Agregado.

“A unificação da PIS/COFINS com alíquota de 12% vai resultar em aumento geral da tributação das empresas. Setores que não têm gastos com insumos terão um forte aumento na carga tributária”, alerta o Dr Kristian Pscheitd, advogado e sócio do escritório Costa Marfori, especialista de relações de consumo e autor do livro “Sistema Tributário Nacional”.

O PIS/Cofins são dois dos tributos que mais geram discussões judiciais, muitas em favor do contribuinte, porque a lei até agora vigente cria inúmeras dúvidas. Atualmente, o recolhimento do PIS/Cofins ocorre em dois regimes diferentes; no cumulativo, com alíquota menor de 0,65% para o PIS e 3% para a Cofins. Já no regime não cumulativo, as alíquotas são de 1,65% para o PIS de 1,65% e 7,6% para a Cofins O valor da tributação vai se somando ao longo da cadeia de produção. (mais…)

ARTIGO: Como reconhecer os diferentes perfis dos pais e acertar no presente

ARTIGO: Como reconhecer os diferentes perfis dos pais e acertar no presente - artigosImagem de Pexels por Pixabay

Por Karina Collenghi (especialista em NeedScope)

Com a proximidade do Dia dos Pais, celebrado em 9 de agosto deste ano, várias marcas estão trabalhando em sua comunicação para esta celebração. No entanto, nesse processo, elas devem lembrar a importância de não cair em clichês, se diferenciar e falar sobre cada tipo de pai para ser mais eficiente. Afinal, os filhos precisam reconhecer qual é o presente mais adequado na hora de fazer as compras.

Para ajudar as marcas a entender melhor com quem elas estão falando, o time de Estratégia de Marca da América Latina da Kantar, uma das maiores empresas de pesquisa do mundo, fez uma análise sobre as mudanças de paradigmas culturais em torno do Dia dos Pais. Essa análise levou em consideração uma abordagem das necessidades humanas universais ligadas às emoções do consumidor, considerando a evolução do papel dos pais.

“O centro do conceito de paternidade continua sendo a Autoridade. No entanto, esse significado se traduz em emoções específicas que abrangem desde Aventura à Proteção e Companhia à Supremacia”, diz Karina Collenghi, especialista em NeedScope.

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ARTIGO: Em tempos de pandemia, falar bem pode fazer a diferença nas redes sociais

ARTIGO: Em tempos de pandemia, falar bem pode fazer a diferença nas redes sociais - artigosImage by GraphicMama-team from Pixabay

Por Júlio Cezar Bernardelli (mestre em Tecnologia e Sociedade)

Falar é natural do ser humano. A comunicação está presente em todos os momentos de nossas vidas. Desde crianças, somos estimulados a falar (fala, “mamãe”) e a nos comunicar por gestos (“dá tchau pra vovó”) e expressões corporais (“dança pro vovô ver”). Fazemos teatro na escola, e vamos ser francos, não são peças da Broadway, mas nos divertimos muito. Escrevemos redações, que dificilmente virarão Best-sellers, mas nos orgulhamos delas.

Crescemos e vamos ao mercado de trabalho onde precisamos nos comunicar com nossos pares, clientes, fornecedores, concorrentes e todos os stakeholders relacionados a nossa profissão e a nossa empresa. Valorizamos o olho no olho, isso gera confiança. Mas, e quando isso não é mais possível?

Passamos por um momento delicado da nossa sociedade mundial, a ordem agora é home office, e falar de oratória parece desnecessário, mas isso é um ledo engano. Nesse momento de pandemia e isolamento social, mais do que nunca, precisamos saber nos comunicar de forma objetiva e assertiva. (mais…)

ARTIGO: Investimento em renda mínima e criação de empregos

ARTIGO: Investimento em renda mínima e criação de empregos - artigosImagem de fernando zhiminaicela por Pixabay

Por Francisco Sant’Anna (auditor)

Muitos desafios apresentaram-se à sociedade diante da severa crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Assim, ganha urgência a agenda de reformas reestruturantes, necessárias para enfrentar os problemas atuais e os que se acumulam para o futuro. O estímulo ao emprego e o financiamento de um programa amplo de renda básica são questões inadiáveis.

No mercado de trabalho, a pandemia escancarou a realidade. Temos 46,6 milhões de empregados formais, sendo 8,8 milhões de estatutários (RAIS-2018). Por outro lado, cerca de 64 milhões de brasileiros (desempregados, informais, autônomos e microempreendedores) acessaram o auxílio emergencial de 600 reais por três meses. Com isso, ficou evidente a disfuncionalidade alarmante na área laboral, que precisa ser enfrentada.

É certo que o País tem avançado na modernização de sua legislação trabalhista nos últimos anos, proporcionando mais flexibilidade e segurança jurídica a quem emprega, sem descuidar da proteção aos funcionários. Porém, seguem elevadíssimos os encargos previdenciários pagos pelas empresas sobre a folha, de 20%, significando custo superior a R$ 250 bilhões por ano. Isso inviabiliza a criação de milhões de postos de trabalho, fundamentais para o desenvolvimento. Caso não houver mudança expressiva, o quadro poderá agravar-se, considerando-se, ainda, o chamado desemprego tecnológico, mais incisivo sobre os trabalhadores menos qualificados. (mais…)

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