5 razões para escrever os seus planos na pós pandemia

5 razões para escrever os seus planos na pós pandemia - artigosImagem de Free-Photos por Pixabay

O Covid-19 estabeleceu alterações nas rotinas de pessoas de todo o mundo. Até o começo de Abril, um terço da população mundial estava em quarentena. Isto é: 2,6 bilhões de pessoas isoladas em suas casas. Quando fala-se desta mudança na rotina das pessoas precisamos falar de ansiedade. O ser humano não é programado para mudanças. O nosso cérebro busca segurança e conforto. Quando precisamos mudar: temos ansiedade. É sair do comum. O conceito de normalidade está atrelado ao de segurança, e é por isso que este período de isolamento é considerado atípico.

De acordo com a mestre e doutora da USP (Universidade de São Paulo), Maria Augusta Rhein, o novo normal nada é mais é que uma proposta de um novo padrão que possa garantir a sequência dos seus humanos, ou seja a sobrevivência. “O Kit Covid (máscara, luvas e álcool em gel) no inicio parece estranho, mas a garantia que nos traz de não ficarmos doentes faz com que assimilemos melhor esse padrão de uso”, explica Maria Augusta. (mais…)

Sua clínica está preparada para a pós-pandemia?

Sua clínica está preparada para a pós-pandemia? - artigosImagem de DanielCubas por Pixabay

Por Márcia Wirth

Em 2013, escrevi um artigo dizendo que o paciente havia saído de cena. E no lugar dele, havia surgido a tríade: e-paciente, cliente, consumidor. Como o paciente está sempre muito à frente do médico, em 2013, ele já havia assumido um novo papel social: o e-paciente. Sete anos depois, com a regulamentação da telemedicina em meio à pandemia do coronavírus, enfim o e-paciente e o e-médico se encontraram.

Esse encontro ocorreu num momento muito difícil, onde a população mundial se depara com a incerteza e o medo causado pela pandemia do Covid-19, que transformou profundamente e rapidamente o mundo.

Isolamento social, quarentena, lockdown, álcool em gel, máscaras faciais, etiqueta respiratória, respiradores, e-commerce, home-office, telemedicina, live, delivery, cursos on-line, angústia, depressão,  desemprego, falência, novas formas de higienizar os alimentos, novas formas de velar e enterrar os mortos, de celebrar casamentos e de comemorar aniversários… (mais…)

O segredo da longevidade: a receita para viver mais e melhor

O segredo da longevidade: a receita para viver mais e melhor - saude, artigosImagem Ilustrativa de StockSnap por Pixabay

Cerca de 30% dos idosos com mais de 60 anos têm problemas de sarcopenia, entendida como a perda de massa, força e desempenho da musculatura. A boa notícia é que esse mal pode ter seu impacto reduzido ou postergado com cuidados simples ao longo da vida.

“Por volta dos 30 anos, começamos a perder massa muscular, num processo natural, mas a velocidade dessa perda e o impacto que ela causa na qualidade de vida do paciente decorrem diretamente da quantidade de massa magra que as pessoas têm no corpo: quanto menos massa magra tivermos mais riscos corremos”, diz o dr. Roberto Miranda, cardiologista e geriatra.

Segundo dados do IBGE (2018), a expectativa de vida ao nascer dos brasileiros aumenta ano após ano e já atinge 72 anos para os homens e 79 anos para as mulheres, além de ser cada vez mais comum, pessoas comemorem mais de 100 anos de idade. Mas esses números são superados quando pensamos por faixa etária, ainda segundo o IBGE uma mulher com 60 anos, por exemplo, em média viverá mais 22,9 anos, ultrapassando assim o número estimado no nascimento. (mais…)

As 3 atitudes de um líder transformador

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Por Márcio Coelho

Paradigmas gigantescos estão sendo quebrados nesta crise – mas os maiores deles talvez nem estejam da porta para fora. Na nossa própria cabeça, muita coisa tem mudado. Antigas certezas, convicções que agora já não fazem mais sentido, novas verdades e necessidades: enquanto o cérebro sai da zona de conforto, tenho certeza de que muitas línguas também estão sendo mordidas.

Até há poucos meses, muitos gestores sequer imaginavam a rotina de sua equipe em home office. Falta de controle? Improdutividade? E as reuniões? E o olho a olho com o cliente? Veio a pandemia, e a novidade foi introduzida à força nas organizações. E não é que tem dado certo?

O sucesso da maioria das experiências em home office escancara como boa parte das empresas ainda está refém de modelos pré-estabelecidos. O coronavírus trouxe – e ainda trará – consequências gravíssimas para a saúde e a economia, mas gera inúmeros aprendizados. Da noite para o dia, companhias foram obrigadas a revolucionar operações, pivotar negócios e mergulhar cada vez mais no universo digital. E saiu na frente quem se antecipou, fazendo isso com agilidade e assertividade. (mais…)

Inadimplência epidêmica ameaça limpeza urbana

Inadimplência epidêmica ameaça limpeza urbana - brasil, artigosImagem de Alexandre Fukugava por Pixabay

Por Luiz Gonzaga

Em 28 de junho de 1989, foi sancionada pelo então presidente José Sarney, a Lei Nº 7.783, que dispunha, dentre outros temas, sobre a essencialidade de várias atividades. Está no artigo 10, inciso VI, a “captação e tratamento de esgoto e lixo”.

Nada alterou essa norma até a presente data, nem mesmo o recente decreto do Executivo Federal que, em tempos de pandemia, estabeleceu uma relação de atividades essenciais. Nem poderia, porque decretos não podem mudar leis. Ademais, porque o governo, ao corrigir seu primeiro decreto que tratava dos serviços prestados pelo setor de limpeza urbana, coleta e destinação do lixo e tratamento de resíduos e efluentes, quis apenas atender ao Supremo Tribunal Federal (STF), que fixara competências sobre o trabalho de determinados setores no âmbito da Federação.

Entendidas tais premissas, é importante compreender o que vem ocorrendo com a gestão de resíduos sólidos no Brasil, especialmente neste momento de dificuldades provocadas pela Covid-19. Segundo a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), que tem entre seus associados majoritariamente companhias de coleta do lixo, a inadimplência hoje das prefeituras perante nosso setor é da ordem de 18 bilhões de reais, número que vem se acumulando com o passar do tempo. (mais…)

O papel do líder na Comunicação Organizacional diante de uma pandemia

O papel do líder na Comunicação Organizacional diante de uma pandemia - noticias, artigosFoto: Pixabay

Por Sérgio David

Comunicação Organizacional é aquela promovida pela empresa na intenção de estabelecer contato com seu público interno e com o público externo. Internamente, a comunicação organizacional cumpre o papel de fortalecer a relação da instituição com seus colaboradores. Com o público externo, serve para promover a empresa junto aos diferentes públicos com os quais está se relaciona. São eles: clientes, parceiros, fornecedores, acionistas, comunidade entre outros. É por meio da comunicação organizacional que a empresa vende a sua imagem e consolida sua marca.

Diante de uma pandemia, como a covid-19, qual o papel do líder? Segundo o consultor em desenvolvimento humano, Sérgio David, este é o momento para as empresas repensarem suas estratégias e demonstrarem cuidado por seus recursos humanos. As pessoas estão preocupadas e ansiosas com tudo que estão vivendo. Inclusive, preocupada com a manutenção de seus empregos. Como será que estão se comportando as empresas e as lideranças com quem está em sua linha de frente? Tempo de decidir: pessoas ou lucro? O que priorizar nesse momento de crise?

Essa situação apresenta uma realidade que não se pode ignorar. Ela é irremediável e, para muitas pessoas, ganhou maior importância que as questões mais sérias com as quais vinham lidando em sua rotina. Exemplo: muitas pessoas viviam correndo para dar conta de suas demandas profissionais urgentes e inadiáveis. Questões essas que, na maioria das vezes, se colocavam mais importantes que suas vidas pessoais e entes queridos. Com o surgimento do novo coronavírus, tudo precisou ser adiado, o que era urgente pôde esperar e o que era inadiável, foi cancelado. Até mesmo quem seguiu trabalhando, precisou fazer adaptações porque o seu entorno (sociedade, clientes) mudou. (mais…)

Assistente Social fala sobre campanha 18 de Maio: abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes

Assistente Social fala sobre campanha 18 de Maio: abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes - noticias, artigosFoto: Pixabay

Por Patricia Nunes

Em combate a violação de direitos sexuais de crianças e adolescentes foi estabelecido o dia 18 de Maio, como o dia Nacional de Combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Esta data de 18 de Maio se remete ao dia em que Araceli Crespo, de apenas 08 anos de idade, a qual foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta em Vitória, no estado do Espirito Santo, esses agressores nunca foram punidos. A violência sexual pode ser intrafamiliar, quando e cometido por pessoas com vínculos de parentesco e extrafamiliar quando este abusador não tem vínculos familiares.

O abuso sexual é toda relação do adulto com a criança ou adolescente forçado, sem o consentimento e tem como objetivo satisfazer o desejo do abusador, podendo ocorrer por contato físico ou verbal, como por exemplo: tocar nas partes íntimas, beijos forçados e sem contato, temos como exemplo: ameaças, imagens pornográficas, dentre outros.

Portanto, que possamos ficar atentos a toda e qualquer forma de violência contra nossas crianças e adolescentes, é crime! Denuncie, disque 100 ou procure as instituições responsáveis: Conselho tutelar, delegacia e o Centro de Referência de Assistência Social- CRAS do seu município.

Sobre a autora:

Patricia Santos Nunes é graduada pela FACEMP – Faculdade de Ciências e Empreendedorismo e atua como Assistente Social do CRAS em Conceição do Almeida (BA).

ARTIGO: Quando a pandemia passar

ARTIGO: Quando a pandemia passar - saude, artigosImagem de Fernando Zhiminaicela por Pixabay

Por Ricardo Viveiros

Em meio à prioritária luta pela preservação da vida, travada na linha de frente da ciência médica, buscam-se soluções para a sobrevivência da economia. Além de vidas é preciso salvar empresas, empregos, investimentos, tributos, retomar o nível de atividade após o domínio da Covid-19. Na pandemia, a única certeza é de que tudo é incerto.

Depois que o furacão passar, o mundo não será o mesmo. Algumas transformações, que estavam em andamento, deverão ser aceleradas, incluindo o uso de meios digitais, a intensificação do e-commerce e de tecnologias voltadas ao aprimoramento da qualidade e produtividade. No setor de serviços, entre outros, comprovou-se a viabilidade do home office, até com mais resultados.

Na agricultura de precisão, que contribui para racionalizar o uso seguro de fertilizantes e defensivos, tais mudanças não serão na mesma velocidade em todas as nações e, até mesmo, dentro de países como o Brasil, com assimetrias regionais. Deve-se levar em conta a questão da governança, distinta entre as empresas de maior porte e o grande número de produtores familiares. Em muitos casos, o tipo de gestão e os que comandam seguem modelos tradicionais. Aos poucos, vão sendo influenciados e aprendendo com os jovens, que agregam conhecimento acadêmico e expertise em tecnologias e práticas modernas. (mais…)

ARTIGO: Como o CDC me protege de cláusulas abusivas em tempos de disseminação do coronavírus?

ARTIGO: Como o CDC me protege de cláusulas abusivas em tempos de disseminação do coronavírus? - noticias, artigosFoto: Pixabel

Por Larissa Claudino Delarissa

É crescente o aumento mundial do número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, situação que tem gerado debates de toda ordem perante os órgãos mundiais de saúde, agentes econômicos, e mais recentemente, perante os órgãos de defesa do consumidor.

O avanço global da epidemia somado ao receio de uma possível infecção ou a possibilidade de se deparar com eventos cancelados, pontos turísticos fechados e a impossibilidade de regresso ao seu local de origem na data prevista, tem feito com que muitos consumidores solicitem o cancelamento/alteração de sua viagem, iniciando-se, então, as discussões sobre a aplicação do Código de Defesa do Consumidor em razão deste vírus.

Apesar de ninguém ser obrigado a se manter vinculado a um contrato ou serviço no mercado de consumo, de acordo com a regra geral, o cancelamento ou modificação de uma obrigação previamente assumida pode gerar a incidência de multa contratual, pois, vigora no nosso ordenamento jurídico um princípio de Direito chamado pacta sunt servanda, que em linguagem simples significa a força obrigatória dos contratos, que devem ser integralmente cumpridos. (mais…)

Especialista comenta o impacto do coronavírus na economia e no mercado brasileiro

Especialista comenta o impacto do coronavírus na economia e no mercado brasileiro - artigosCrédito: Pixabay

O anúncio do primeiro caso do coronavírus (Covid-19) no Brasil bagunçou ainda mais com o mercado financeiro, que já não andava bom. O dólar, que já havia batido a casa dos quatro reais, agora chega perto dos cinco, em cotação recorde desde a criação da moeda, com o Plano Real. E a tendência é que a situação ainda piore um pouco, enquanto a epidemia no mundo não é deflagrada com respostas médicas eficazes. Essa é a avaliação do especialista em direito empresarial, Marcelo Godke Veiga, professor de Direito Comercial e doutorando da Universiteit Leiden, na Holanda.

“Numa crise mundial, a tendência é que os operadores internacionais façam o movimento chamado flight-to-quality, isto é, vendem o que consideram investimentos de maior risco e compram investimentos mais seguros. Nesse sentido, o dólar costuma se valorizar em relação a todas as moedas e não somente em relação ao real”, explica Godke.

Segundo ele, as próximas semanas serão cruciais para avaliar maiores riscos do mercado financeiro como um todo, que já sofre consequências imediatas. (mais…)

Mentor de negócios dá dicas de como chegar ao objetivo, curtindo cada etapa do processo

Mentor de negócios dá dicas de como chegar ao objetivo, curtindo cada etapa do processo - artigosImagem de PublicDomainPictures por Pixabay

Aprender com erros e ter valores fortes são fundamentais, explica especialista

Conseguir aproveitar cada etapa da caminhada, sempre entregando o que tem de melhor e não apenas focar na chegada ao destino final. Esse é o verdadeiro sucesso, acredita André Rezende. A lição, que hoje ele aplica em todos os momentos da vida, veio durante uma viagem pelo caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. A jornada rendeu o livro “O caminho da Liderança”, que alia os ensinamentos da experiência com desafios do dia a dia, profissionais e pessoais.

Atingimento de metas é um deles. Segundo o profissional, que tem mais de 20 anos de experiência em cargos de liderança em grandes empresas multinacionais e atualmente é consultor e mentor de negócios, quatro etapas são fundamentais para que os planos deixem se ser apenas ideias e se tornem realidade: objetivo claro e bem definido, bom planejamento, sucesso na execução e entregar o melhor em todas as ocasiões. Esta receita é infalível para atingimento de qualquer objetivo, afirma André Rezende. Assim como em sua caminhada, o processo e a quebra do objetivo principal em pequenas metas são primordiais para chegar a um bom resultado.

“Na vida pessoal ou profissional, temos que começar com um objetivo forte, que impulsione todo o trajeto. Este é o primeiro passo. Se este objetivo for fraco ou estiver desalinhado com os valores, seja da empresa ou pessoal, chegar até o final será muito desafiador. Eu, por exemplo, já sonhava com essa viagem desde a adolescência e, conforme o tempo foi passando, mais forte este objetivo ficava”, comenta.

A segunda etapa é o planejamento. Aqui, diz ele, é preciso prever tudo que pode acontecer no trajeto, mas estar ciente de que a realidade pode ser bem diferente:

“O plano vai ser muito mais um guia de como o objetivo pode ser cumprido do que uma lista de regras. É preciso estar atento ao fato de que muitas coisas não planejadas vão acontecer ao longo do caminho, inclusive imprevistos e isso não é ruim. Planejar não serve para ditar o que vai acontecer, mas para estar preparado e com recursos para ultrapassar as dificuldades e os acontecimentos inesperados da caminhada”, reflete ele.

Ele ainda explica que o planejamento não vale de nada sem a execução: muitos planos são abandonados por medo de fracasso e é preciso foco e resiliência para prosseguir.

“Se o objetivo estiver definido e o planejamento bem traçado, essa é a melhor parte, pois implica em tirar as ideias da cabeça e chegar até onde deseja chegar. Nós somos capazes de tudo, mas temos que ser realistas. Por exemplo: se eu perguntar se você pode aprender mandarim, você dirá que sim, claro, é possível. Já se eu pedir para que aprenda o idioma em uma semana? Temos que respeitar o tempo de cada etapa, sermos realistas e o mais importante: curtir cada momento”, explica o mentor.

Aprender com os erros é fundamental

Aliás, o erro, que muitas vezes é visto de forma negativa, pode ser é o verdadeiro presente na hora de traçar as metas e alcançá-las: “Muitos gestores de empresas punem e expõem os erros como se fosse algo muito ruim, o que eu discordo completamente. Acredito que é só através deles que vamos aprender, nos desafiar e ir além. Muitas vezes, de onde erramos, saem novas (e melhores soluções) para se chegar até aquele objetivo”, comenta.

E por último, entregue o melhor de você em todas as circunstâncias, pois, desta forma, também será capaz de receber em troca o melhor da vida. Se trata de uma troca justa. Aqui, Rezende faz mais uma associação com sua viagem: logo no primeiro dia, em um albergue, conheceu um senhor coreano que, ao final de cada refeição, lavava não apenas a sua louça, que era a obrigação dos hóspedes, mas tudo que estivesse na pia.

“Para ele, era importante fazer sempre o melhor possível em cada lugar que fosse e sempre deixar o ambiente que chegou melhor do que encontrou. São as pequenas ações que geram grandes mudanças. Entregue sempre o seu melhor independentemente do tamanho da ação’, afirma.

“Essa já foi uma das grandes lições da experiência e que também podemos transportar para o atingimento de metas na vida, pessoal e profissional. Precisamos estar presentes em cada etapa, fazendo o nosso melhor como único caminho para se alcançar qualquer objetivo”, finaliza.

Sobre o autor

André Rezende é consultor, palestrante e mentor de pessoas e negócios, com uma carreira focada em atingimento de objetivos e resultados. Formado em Administração de empresas, pós-graduado em Gerência Financeira, Finanças Corporativas e MBA executiva em finanças, além de psicologia positiva, já ocupou cargos executivos de gestão e liderança em grandes empresas. Como pano de fundo para sua metodologia está o Caminho de Santiago, uma peregrinação milenar realizada pelo especialista e que o inspirou a moldar seus projetos de consultoria e a escrever o livro “O caminho da Liderança”, que em breve será lançado.

Matéria: Mariana Mimoso/ Digital Trix

Compliance nos negócios com o GDF. Agora é obrigatório!

Compliance nos negócios com o GDF. Agora é obrigatório! - noticias, artigosImagem de xdfolio por Pixabay

Em janeiro, o Diário Oficial do Distrito Federal publicou o decreto nº 40.388/2020, regulamentando a Lei nº 6.112/2018, que dispõe sobre a implementação de Programa de Integridade em pessoas jurídicas que firmem relação contratual de qualquer natureza com a Administração Pública do Distrito Federal em valores acima de R$ 5 milhões.

O decreto especifica, para tais pessoas jurídicas que celebrem contratos, consórcios, convênios, concessões ou parcerias público-privadas com a administração, critérios pormenorizados para atestar a existência do programa, e — igualmente fundamental — a sua aplicação e efetividade, à luz do que já é exigido pelo Decreto nº 8.420/2015 (que regulamenta a lei brasileira anticorrupção) e por outros normativos estaduais.

A deliberação destaca uma série de pressupostos para a demonstração da existência e efetividade do programa, conferindo relevância à clareza e definição da estrutura de governança da instituição, à transparência nas informações sobre investigações e condenações e na contratação de terceiros, além de regras para o trato de intermediadores com o setor público. (mais…)

ARTIGO: Como lidar com uma criança com pensamentos suicidas

ARTIGO: Como lidar com uma criança com pensamentos suicidas - noticias, destaque, artigosFoto: Pixabay

Por Jocinere Soares

As estatísticas têm mostrado que o número de pessoas com depressão e pensamentos suicidas vem crescendo assustadoramente, sobretudo no Brasil e esse índice é muito grande entre os jovens. E a pergunta que sempre surge é: O  que está acontecendo com os jovens?  Essa realidade está distante de nós, só vemos nas reportagens, nos noticiários? e a resposta é não. Essa realidade está a nossa volta, em todos os lugares.

O número de jovens que estão em conflitos interiores é muito grande e essa realidade vem desencadear também nas escolas. É lá que alguns alunos/ jovens pedem socorro. E nós, profissionais da educação, não podemos ignorar por exemplo quando vemos um aluno cabisbaixo, tristonho ou com sinais de automutilação. Uma simples palavra, um abraço, o ouvir,  podem reverter a cena.

Atuando como psicopedagogoga institucional numa escola da rede municipal de Santo Antonio de Jesus, pude comprovar a carência afetiva em que muitos jovens se encontram, iam em busca da psicóloga, mas devido à urgência não poderiam esperar os próximos dias. Quando paramos para ouvir são relatos que geralmente estão relacionados à carência afetiva familiar – pais que não dialogam com seus filhos; já não têm tempo devido à correria do dia a dia ou até culpam pelo relacionamento mal sucedido e no entanto gerou um fruto: um(a)filho(a) e isso desencadeia na mente dos jovens conflitos que levam à automutilação, a pensamentos suicidas.

Quando paramos para ouvir o relato de uma criança com 11/12 anos com pensamentos suicidas, braços automutilados é assustador. E a pergunta: seus pais sabem, já viram? / e a resposta: “eles não se importam comigo.”, dentre outras respostas seguidas de choro.

Logicamente que conflito familiar não é a única causa dos males que tem acometido os jovens, os fatores são diversos: a influência das redes sociais “os amigos virtuais”, que acabam substituindo o convívio social; o isolamento social; não saber lidar com as frustrações, com as perdas, baixa autoestima, etc.

Se faz necessário que os pais voltem mais o olhar para seus filhos, analisem o que eles estão assistindo, quem são seus amigos reais ou virtuais; dialoguem em família; tenham momentos de lazer em família; vá até a escola para saber como está a vida escolar de seu filho. Pais presentes fazem a diferença na vida de seus filhos. E estejam atentos aos seus filhos. Há jovens que pedem socorro e os pais não estão percebendo. Realidade assustadora.

Jovens que se automutilam estão sinalizando conflitos internos; jovens com sintomas depressivos estão sinalizando que precisam de ajuda e essa ajuda as vezes é preciso a atuação de um  profissional: psicólogo/ psiquiatra- profissionais que tratam das questões do psicológico/mente.

Segundo pesquisas boa parte dos jovens que se suicidam está relacionada à depressão e eles geralmente emitem sinais nas falas de maneira contínua, como “ não quer mais viver”,  “a vida perdeu o sentido”; “dormir para nunca mais acordar”, etc.

É necessário a prevenção, a informação.  Uma mão estendida, uma palavra amiga,  pode ajudar muito a salvar uma vida e convencê-la a buscar ajuda profissional!

Sobre a autora:

Jocinere Soares – colunista do Tribuna do Recôncavo, é pedagoga, pós graduada em psicopedagogia clínica e institucional e graduada em matemática.

Artigo produzido com exclusividade para o Tribuna do Recôncavo

Dezembro Verde: Você sabia que existe um mês de conscientização contra o abandono de animais?

Dezembro Verde: Você sabia que existe um mês de conscientização contra o abandono de animais? - artigosNa foto: Odemar Lúcio | Crédito: Arquivo Pessoal

Por Odemar Lúcio

O abandono de animais ocorre durante todo o ano e dados apontam um aumento considerável nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, visto que, nessa época tem-se uma maior busca por bichos de estimação para aquisição e para presentear amigos e familiares, essa prática contribui para o quadro de abandono, pois muitos dos animais vão parar nas ruas por não ser de fato o presente desejado. Outro fator que influencia nesta problemática é que nesse período os donos saem de férias e por muitas das vezes deixam seus animais para trás.

Pensando nisso ativistas da causa animal criaram o Dezembro Verde para conscientizar as pessoas sobre estas ocorrências, e mesmo diante da explicita necessidade a campanha é mantida quase que em anonimato, tratada como sem importância, e dessa forma boa parte da população nem sabe de sua existência. Por isso minha motivação em escrever este artigo!

Ao que consta, dezembro foi escolhido porque no dia 10 desse mês ocorre o Dia Internacional dos Animais, e a cor verde é uma forma de reafirmar a questão ambiental, já que a campanha engloba todos os tipos de animais. O abandono de animais é considerado crime no Brasil, entretanto, sabe-se que esta infelizmente é uma realidade nossa. Esta prática além de ser um ato de extrema crueldade é também um problema de saúde pública e que demanda atenção especial por parte do poder público e da sociedade, atenção esta que de modo geral não vem sendo recebida. (mais…)

Artigo: EXISTE PENA DE MORTE NO BRASIL?

Artigo: EXISTE PENA DE MORTE NO BRASIL? - artigosImagem Ilustrativa | Foto: Pixabay

Há poucos anos, um brasileiro que tentava entrar com 13,4 kg de cocaína na Indonésia foi condenado à morte e executado naquele país. Já no Brasil, incluindo as pequenas cidades e o campo, a violência é um problema delicado, fonte de tragédias e prejuízos às vidas de incontáveis famílias. Frequentemente, após a prática de um crime bárbaro, nossa sociedade fica horrorizada, e o tema da pena de morte volta à tona. Contudo, surgem algumas indagações: a lei brasileira ainda prevê a pena de morte? A pena de morte é a melhor estratégia punitiva para proteger a sociedade? Matar um criminoso é agir com justiça?

De logo, é interessante registrar, brevemente, como tal tema é tratado no “estrangeiro”: Em França, apenas recentemente (em 1981), revogou-se a pena de morte praticada por meio da guilhotina. Por outro lado, a pena de morte ainda é aplicada em cerca de 90 países. Vários desses, considerados desenvolvidos e democráticos. Nos Estados Unidos, tal punição é aplicada por 37 Estados, e, entre 1930 e 1996, 4.220 prisioneiros foram executados por lá. Mundo afora, em 2014, pelo menos 607 condenados foram executados, sendo Irã (289), Arábia Saudita (90), Iraque (61) e EUA (35), os países que mais aplicaram a pena capital no referido ano.

Já em relação ao Brasil, no período colonial, por de mais de 200 anos, vários crimes comuns e militares tiveram a pena de morte como punição. Após a nossa independência, o Código Criminal do Império brasileiro ainda manteve a pena de morte para crimes comuns, com execução pela forca, até o ano de 1891, data em que surgiu a primeira Constituição da República. Desde então, a pena de morte mantém-se somente para os crimes cometidos por militares, em tempos de guerra. (mais…)

Até quando se pode denunciar um estupro sofrido na infância ou adolescência?

Até quando se pode denunciar um estupro sofrido na infância ou adolescência? - direito, destaque, artigosNa foto: Odemar Lúcio | Crédito: Arquivo Pessoal

Por Odemar Lúcio

Sofrer com abusos sexuais em qualquer momento da vida é de fato uma experiência traumática, principalmente na infância ou adolescência, pois, nessa idade a vítima encontra-se emersa em um cenário ainda mais gravoso. Isso porque é comum que a criança ou o adolescente não procure por ajuda, seja pela sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento ou por medo de ameaças, vergonha, ou até pela inocência de não compreender que está sendo submetida a uma situação de violência. Soma-se a isso o fato de que em um número considerável de ocorrências observa-se que a vítima não é levada a sério por parentes e pessoas próximas, sendo por muitas vezes submetida a olhares de desconfiança e julgamentos, por tudo isso é percebido um total de casos que ficam no anonimato e na impunidade.

A pergunta que não quer calar é: Até quando se pode denunciar um estupro sofrido na infância ou adolescência? (mais…)

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