As controvérsias envolvendo Nossa Senhora Aparecida ganharam espaço na disputa eleitoral de 2026 nas redes sociais e mobilizaram perfis evangélicos de diferentes posições políticas. O tema é um dos destaques da nona edição do relatório “Narrativas Evangélicas e Contexto Eleitoral”, produzido pela Casa Galileia e pelo Instituto Democracia em Xeque. O levantamento analisou publicações realizadas entre 14 e 27 de setembro.
Uma publicação de Flávio Bolsonaro negando a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil registrou 857.402 interações. Segundo o relatório, perfis ligados à direita apresentaram o episódio como uma tentativa de afastar eleitores católicos do candidato.
A repercussão também envolveu uma carta do Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB), assinada por lideranças como Silas Malafaia, Cláudio Duarte, Téo Hayashi e Robson Rodovalho. O documento acusou Lula e seus apoiadores de utilizarem informações falsas para promover uma “guerra religiosa” entre católicos e evangélicos. (mais…)








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