web analytics

Banco Central mantém taxa básica de juros em 6,5% ao ano; menor patamar desde 1999

Foto: Pixabay

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) optou pela manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 6,5% ao ano. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (19), porém, já era esperada pelo mercado financeiro. Fixado desde março deste ano, este é o menor patamar da Selic desde o início do regime de metas para a inflação, em 1999.

Analistas estimam que a taxa não seja alterada até o fim de 2018, e que em 2019 seja elevada gradualmente até alcançar 8% ao ano. A Selic é a taxa básica de juros da economia e serve como referência para todas as demais taxas cobradas das famílias e empresas. A meta central de inflação neste ano é de 4,5%, no entanto, com a “margem de tolerância”, a meta será considerada formalmente cumprida caso fique entre 3% e 6%.

O Copom informou que o cenário econômico atual “prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente”. O comitê indica a possibilidade de elevação dos juros caso haja a possibilidade de aumento da inflação “no horizonte relevante para a política monetária”.

Redação: Bahia Noticias | Informações: G1

Prejuízo no incêndio da Assembleia vai a 12 milhões

Foto: Alberto Malraux/ Divulgação/ SSP

Mais de 50 dias depois que um incêndio atingiu em cheio o prédio principal da Assembleia, os dirigentes da casa já têm uma ideia do custo do estrago: inicialmente projetou-se R$ 8 milhões, mas pode chegar a R$ 12 milhões.

Parte do estrago foi do fogo, outra da água. Por aí, trocou-se no 1º andar, e vai se fazer o mesmo nos 2º e 3º, toda a fiação elétrica e estrutura hidráulica. Até o ferro das estruturas de concreto está sendo testado.

Também está se colocando policarbonato nas estruturas internas, um material bem mais resistente ao fogo. Na sala do plenário só o som da mesa foi danificado. As obras de arte, já devidamente examinadas, escaparam intactas. (Bahia.Ba)

Banco Central aponta crescimento econômico de 0,57% em julho

Foto: DR/ Fotos Públicas

O Banco Central informou nesta segunda-feira (17), que o Índice de Atividade Econômica do BC – uma prévia do PIB – cresceu 0,57% em julho na comparação com o mês anterior.

Segundo comunicado da instituição, em comparação com o mesmo mês do ano passado, a expansão foi de 2,56%. Os números do BC mostram, ainda, que foi o segundo mês seguido de crescimento do nível de atividade, que já havia avançado 3,42% em junho. (Metro1)

Gasto com segurança no Museu Nacional foi a zero neste ano

Foto: Tania Rego/ Agencia Brasil

Alvo de um incêndio de grandes proporções, o Museu Nacional não gastou nada neste ano para a compra de equipamentos ou materiais de segurança. Também não foi feito nenhum pagamento para serviços de manutenção de imóveis ou aquisição de materiais para essa finalidade. Levantamento da ONG Contas Abertas mostra ainda que, nos últimos quatro anos, os desembolsos realizados com essas atividades estão bem abaixo do que se imaginaria para um prédio daquela dimensão e, sobretudo, com 200 anos.

Entre 2015 e 2017 foram gastos R$ 16.971 com a compra de equipamentos e materiais de segurança. Já para a aquisição de materiais e serviços de manutenção de imóvel, o gasto foi de R$ 250.236 (valores corrigidos). Dados da Comissão Mista de Orçamento (CMO) da Câmara dos Deputados mostram também que nos últimos cinco anos os repasses da União ao Museu Nacional, no Rio, encolheram mais de 49%. Em 2013, foi R$ 1,3 milhão em pagamentos, em valores corrigidos pela inflação.

No ano passado, foram R$ 665 mil. Neste ano, os pagamentos até agosto não chegam a R$ 100 mil. Em 2018, de acordo com o levantamento, foram utilizados R$ 51.880 para programa de bolsa de estudos e R$ 46.235 para outras despesas. Para dar uma dimensão dos recursos gastos com o museu, o Contas Abertas fez uma comparação entre os valores pagos no ano passado pelo museu e os gastos para lavar 83 carros oficiais da Câmara dos Deputados. O custo anual foi de R$ 563.333,56, 89% dos desembolsos feitos em 2017 pelo museu. (mais…)

Incêndio no Rio: Museu sofria com falta de verbas para manutenção

Foto: Tania Rego/ Agencia Brasil

O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, na zona norte do Rio, que está em chamas na noite deste domingo (02/09), sofre desde 2014 com seguidos cortes no orçamento. Mais antigo do país, o Museu Nacional é subordinado à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e vem passando por dificuldades geradas pelo corte no orçamento para a sua manutenção. A instituição está instalada em um palacete imperial e completou em junho 200 anos -foi fundada por d. João 6º em 6 de junho de 1818.

A instituição não estava recebendo a verba de R$ 520 mil anuais que bancam sua manutenção e apresenta sinais visíveis de má conservação, como pareces descascadas e fios elétricos expostos. Seu acervo, com mais de 20 milhões de itens, tem perfil acadêmico e científico, com coleções focadas em paleontologia, antropologia e etnologia biológica, entre outras. “O maior acervo é este prédio, um palácio de 200 anos em que morou d. João 6º, d. Pedro 1º, onde foi assinada a Independência.

A princesa Isabel brincava aqui, no jardim das princesas, que não está aberto ao público porque não tenho condições”, disse à Folha em maio Alexander Kellner, 56, diretor do Museu Nacional. Em maio, 10 de suas 30 salas de exposição estavam fechadas, incluindo algumas das mais populares, como a que guarda um esqueleto de baleia jubarte e a do Maxakalisaurus topai -o dinoprata, primeiro dinossauro de grande porte já montado no Brasil. (mais…)

Governo prevê aumento de R$ 52 no salário mínimo em 2019

Foto: USP Imagens/ Fotos Públicas

O governo federal propôs que o salário mínimo de 2019 seja de R$ 1.006. O valor é R$ 52 maior que o atual, de R$ 954. Além disso, o Planalto ainda estimou crescimento de 2,5% no Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano. Os valores integram a proposta de orçamento do ano que vem, encaminhada nesta sexta-feira (31), ao Congresso Nacional.

O reajuste do salário mínimo, se aprovado pelo Legislativo, começará a valer em janeiro de 2019, com pagamento nos vencimentos a partir de fevereiro. Em abril deste ano, a estimativa para o mínimo no ano que vem era de R$ 1.002. Entretanto, o governo ainda pode mudar o valor definido pelo governo nesta sexta-feira, caso haja alteração na previsão para a inflação deste ano, que compõe a fórmula para o cálculo do reajuste do mínimo do ano que vem.

Se confirmado este valor, será a primeira vez que o salário mínimo ficará acima da marca de R$ 1 mil. Porém, segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo “necessário” para despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 3.674,77, ao tomar como referência o mês em julho deste ano. (Bahia.Ba)

Desemprego cai no Brasil, mas ainda atinge 12,9 milhões de pessoas

Foto: Camila Domingues/ Palácio Piratini/ Fotos Públicas

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 12,3% no último trimestre, encerrado em julho deste ano. Essa é quarta queda consecutiva do índice, no entanto, 12,9 milhões de brasileiros ainda são atingidos pelo problema. Os dados foram divulgados pela Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (30).

Em comparação com o mesmo trimestre do ano passado, quando a média era de 13,3 milhões de pessoas desempregadas, a taxa de desocupação caiu 3,4%, o equivalente a 458 mil pessoas. Mas apesar do crescimento da população ocupada, a taxa de desemprego permanece alta também em decorrência do número de brasileiro fora do mercado de trabalho, subocupados ou que desistiram de procurar emprego.

O número de desalentados, como são chamadas as pessoas que já não procuram por um trabalho formal, bateu recorde. De acordo com a publicação, o índice atinge 4,818 milhões de brasileiros num aumento de 17,8%. (Bahia Noticias)

Globo recebeu R$ 10,2 bilhões em publicidade federal de 2000 a 2016

Foto: Reprodução/ TV Globo

O candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, deu uma declaração em sua entrevista ao Jornal Nacional em que causou controvérsia nas redes sociais: “Podem ter certeza, vocês [apresentadores do Jornal Nacional e a própria TV Globo] vivem em grande parte de recursos da União. São bilhões em recursos da propaganda oficial do governo”, disparou. Já nesta quarta (29), o apresentador e editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner, leu uma nota oficial na qual afirma que a declaração de Bolsonaro foi uma “afirmação absolutamente falsa”.

“O candidato Jair Bolsonaro, do PSL, afirmou que a TV Globo recebe bilhões de recursos da propaganda oficial do governo. É uma afirmação absolutamente falsa. A propaganda oficial do governo federal e de suas empresas estatais corresponde a menos de 4% das receitas publicitárias e nem remotamente chega à casa do bilhão. Os anunciantes, privados ou públicos, reconhecem na TV Globo uma programação de qualidade, prestigiada por enorme audiência e, por isso, se valem dela para levar ao público mensagens sobre seus produtos e serviços. Fazemos esse esclarecimento por apreço à verdade, ao nosso público e a nossos anunciantes”.

De acordo com o portal Poder 360, o grupo Globo recebeu R$ 10,2 bilhões da União nesse período. Quando se consideram os bilhões de reais que o Grupo Globo recebeu de publicidade estatal federal nas últimas duas décadas, Jair Bolsonaro não errou na sua declaração. Foram bilhões de reais, como podem atestar dados oficiais sobre esse tema e detalhados nas tabelas acima. Pelo conteúdo da nota oficial lida por William Bonner, depreende-se que a TV Globo nega receber anualmente “bilhões” de reais de publicidade estatal federal –o que também é verdade. Ocorre que a frase de Bolsonaro não foi sobre receita de publicidade estatal em 1 determinado período. Ele disse apenas que a emissora recebe “bilhões em recursos da propaganda oficial do governo”, de maneira genérica –sem especificar o período. Essa informação de Bolsonaro também está certa. (Bahia Noticias)

INSS libera consulta à primeira parcela do 13º salário de aposentados

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) liberou na quinta-feira (23), a consulta à primeira parcela do 13º salário, que será de 50% do valor das aposentadorias. Cerca de 30 milhões de pessoas devem receber os benefícios. Os aposentados podem consultar o pagamento pelo site Meu INSS ou pelo aplicativo disponível em “Histórico de Crédito do Benefício”. O beneficiário também pode fazer a consulta em agências do INSS ou criando uma senha no site do órgão.

O depósito da gratificação será realizado na folha mensal de pagamentos do INSS, entre os dias 27 de agosto e 10 de setembro, conforme a Tabela de Pagamentos de Benefícios 2018. A segunda parcela do 13º corresponderá à diferença entre o valor total do abono anual e o valor da parcela antecipada e será paga juntamente com os benefícios de novembro. Quem recebe – Por lei, tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade.

No caso de auxílio-doença e salário-maternidade, o valor do abono anual será proporcional ao período recebido. Aqueles que recebem benefícios assistenciais (Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social – BPC/LOAS e Renda Mensal Vitalícia – RMV) não têm direito ao abono anual. (Noticias ao Minuto/ G1)

Carteira de trabalho: Governo avalia que Correios ofereça serviços

Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

Está em análise no Ministério do Planejamento uma proposta para ampliar oferta de serviços pelos Correios à população como forma de reduzir os custos da União com a empresa pública.

Segundo a coluna do Estadão, a estatal passaria a oferecer emissão de carteira de trabalho, seguro-defeso e realizar prova de vida cobrada pelo INSS dos aposentados.

Um dos itens em aberto nas discussões é de quem será cobrado o serviço. Ainda não está claro quem vai pagar, a população ou os ministérios, por meio de convênios. (Bahia.Ba)

Tesouro pagou em julho R$ 602,43 milhões em dívidas de estados

Foto: Pìxabay

O Tesouro Nacional pagou, em julho, R$ 602,43 milhões em dívidas atrasadas de estados, segundo o Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito, divulgado hoje (20). Do total, R$ 417,27 milhões são débitos não quitados por Minas Gerais. Além disso, a União pagou R$ 124,13 milhões referentes a dívidas do estado do Rio de Janeiro; R$ 55,49 milhões do Piauí e R$ 5,53 milhões de Roraima. Este ano, o total já ultrapassou R$ 2,496 bilhões de dívidas em atraso de estados e municípios.

Desse valor, R$ 1,985 bilhão cabem ao estado do Rio; R$ 417,27 milhões a Minas Gerais; R$ 55,49 milhões ao Piauí; R$ 27,62 milhões a Roraima e R$ 10,94 milhões à prefeitura de Natal, capital do Rio Grande do Norte. Como garantidora de operações de crédito de estados e municípios, a União – representada pelo Tesouro Nacional – é comunicada pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato. Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, a União paga os valores. Em 2016 e 2017, a União pagou, respectivamente, R$ 2,377 bilhões e R$ 4,059 bilhões em dívidas de estados e municípios. As garantias honradas pelo Tesouro são descontadas dos repasses da União aos estados e aos municípios.

Ao longo do ano passado, no entanto, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) impediram a execução das contragarantias do estado do Rio de Janeiro, que tem atrasado salários dos servidores e pagamentos a fornecedores. Com a adesão do estado do Rio de Janeiro ao pacote de recuperação fiscal, no fim do ano passado, o estado pode contratar novas operações de crédito com garantia da União (nas quais o governo federal cobre atrasos em parcelas), mesmo estando inadimplente. Já o estado de Minas Gerais está impedido de contrair financiamentos garantidos pelo Tesouro até 6 de julho 2019; Roraima até 4 de julho de 2019; Piauí até 23 de julho de 2016 e a prefeitura de Natal até 23 de maio de 2019. (Agência Brasil)

Operadora Oi volta a ter prejuízo de 279 milhões no 2º trimestre

Arte: Divulgação

A operadora brasileira Oi voltou a ter prejuízo no segundo trimestre do ano, registrando um resultado líquido negativo de 1.233 milhões de reais, anunciou a empresa. Este resultado se segue ao lucro de 30.526 milhões de reais obtido nos primeiros três meses do ano e compara com o prejuízo de 18 milhões de reais do segundo trimestre de 2017, segundo um comunicado divulgado pela Oi na sua página na Internet. Considerando o acumulado do primeiro semestre de 2018, a operadora de telecomunicações registrou um resultado líquido positivo de 29.293 milhões de reais, após um prejuízo de 4.350 milhões de reais no semestre homólogo.

Na base do prejuízo registrado de abril a junho estiveram um resultado financeiro líquido negativo de 1.199 milhões de reais (que compara com um resultado positivo de 30.179 milhões de reais no primeiro trimestre) e uma despesa de Imposto de Renda e Contribuição Social de 162 milhões de reais. No que se refere à dívida líquida, aumentou 37,1% no segundo trimestre face ao trimestre anterior, para 10.021 milhões de reais, ficando ainda assim muito aquém (-77,5%) dos 44.499 milhões de reais do trimestre homólogo. Já o EBITDA (resultados antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) aumentou para os 1.719 milhões de reais, face aos 1.572 milhões de reais do primeiro trimestre e aos 1.480 milhões de reais do trimestre homólogo.

De abril a junho, a margem EBITDA alcançou os 31%, melhorando face aos 27,7% registrados no trimestre anterior e aos 25,4% do trimestre homólogo. Em termos semestrais, o EBITDA aumentou dos 3.135 milhões de reais dos primeiros seis meses de 2017 para 3.291 milhões de reais no mesmo período de 2018. No comunicado de divulgado dos resultados, a Oi destaca a “continuidade na melhoria de eficiência operacional e controle rígido de custos”, com a companhia a reduzir os custos em 256 milhões de reais no segundo trimestre, em termos homólogos, e em 575 milhões de reais no acumulado até junho. (Lusa Web)

Brasil ocupa 13º lugar entre países com mais multimilionários

Foto: Pixabay

A agência imobiliária e consultoria de propriedades comerciais britânicas Knight Frank LLP faz, desde 2009, rankings anuais sobre os países onde vivem os multimilionários. O mais recente levantamento mostra que o Brasil ocupa o 13º lugar neste ranking – e é o único país da América Latina na lista.

Se você está se perguntando quem são os multimilionários, saiba que estamos falando de quem tem uma fortuna superior a US$ 500 milhões (R$ 1,9 bilhões). Os países que reúnem mais multimilionários são: Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, Hong Kong, Canadá, Suíça, França, Rússia, a Comunidade dos Estados Independentes (CIS, que reúne ex-repúblicas soviéticas) e o Reino Unido.

O Brasil conta com 130 multimilionários e, entre 2016 e 2017, este número cresceu 18%. O empresário João Paulo Lehmann, fundador da Ambev e o banqueiro Joseph Safra são alguns dos ultrarricos do país. (Noticias ao Minuto/ G1)

Caixa lança site para apostas em loterias pela internet

Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

A Caixa lançou nesta sexta-feira (10), o Portal Loterias Online, site de vendas de apostas das Loterias Caixa. Com ele, as pessoas poderão registrar suas apostas nas principais modalidades das Loterias Federais virtualmente, como Mega-Sena, Lotofácil, Quinta, Lotomania, Timemania, Dupla Sena, Loteca, Lotogol e Dia de Sorte. Para utilizar o Portal (www.loteriasonline.caixa.gov.br) o usuário deve realizar um cadastro informando seu CPF.

O procedimento é feito para verificar se o apostador é maior de idade. O cliente navega pelas páginas de cada modalidade, faz seus palpites, insere no carrinho e paga todas as apostas de uma só vez, com cartão de crédito. As apostas pelo site têm valor mínimo de R$ 30 e máximo de R$ 500 por dia.

O site funcionará 24 horas, mas o horário de encerramento das apostas no portal segue a mesma regra das apostas registradas nas lotéricas e pelo internet banking Caixa, em que os clientes do banco já apostam atualmente na Mega-Sena. A expectativa da Caixa é que em um ano o Portal represente 3% do total de apostas das lotéricas.

Redação: Noticias ao Minuto | Fonte: Folhapress

Petrobras registra lucro semestral de R$ 17 bilhões, maior desde 2011

Foto : Stéferson Faria/ Ag. Petrobras

Em balanço divulgado nesta sexta-feira (03), a Petrobras informou ter conquistado um lucro de R$ 17,033 bilhões no primeiro semestre de 2018, uma alta de 257% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a revista Veja, o lucro líquido no segundo trimestre foi de 10 bilhões de reais, na frente dos 6.961 milhões de reais computados no período imediatamente anterior.

O resultado, segundo a petrolífera, está relacionado com a melhora do mercado de diesel e gasolina devido principalmente à redução de importação por terceiros. O levantamento também aponta redução de 70% nas despesas financeiras líquidas entre os trimestres. (Bahia.Ba)

PT define cota mínima de R$ 45 milhões do fundo eleitoral para campanha presidencial

Foto: Filipe Araújo/ Fotos Públicas

O comando do PT definiu nesta quarta-feira (1º) seus critérios de distribuição de sua cota do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. Pela fórmula, a campanha presidencial será contemplada com, pelo menos, R$ 45 milhões, representando 21,22% dos R$ 212,2 milhões destinados ao partido.

Para os candidatos à Câmara dos Deputados serão distribuídos R$ 74,3 milhões, correspondentes a 35% da cota petista. Outros R$ 31,8 milhões, ou seja, 15% do total, estarão reservados para as campanhas de governador. O rateio prevê a destinação de R$ 25,4 milhões às candidaturas ao Senado (12%). Para as campanhas às assembleias legislativas, a cota mínima será de 5%: R$ 10 milhões.

O partido definiu ainda escalas para distribuição de recursos, privilegiando, em primeiro lugar, atuais ocupantes de cargo. Candidatos com potencial eleitoral e dirigentes partidários serão prestigiados.  O PT fixará modelos de destinação segundo densidade populacional dos estados. A sigla tem como pré-candidato à Presidência o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde abril. (Bahia Noticias)

Voltar à página inicial