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Dólar opera em alta nesta segunda-feira

Foto: Pixabay

O dólar opera em alta nesta segunda-feira (12).  Um dos motivos é as preocupações com a saída do Reino Unido da União Europeia e com a trajetória de alta dos juros nos Estados Unidos, embora o feriado do Dia do Veterano deva encolher os negócios. Investidores também aguardam novidades sobre a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro. A moeda norte-americana subia 0,29%, vendida a R$ 3,7452. (Bahia Noticias)

Dicas de como melhor utilizar o décimo terceiro

Foto: Marcos Santos/ USP Imagens

Os empregadores têm até o dia 30 de novembro para pagar a primeira parcela do décimo terceiro salário. O Mestre em Controladoria e Finanças e professor dos cursos de Administração e Ciências Contábeis do Centro Universitário Estácio da Bahia, Alex Magalhães, sugere dicas de como aproveitar melhor o dinheiro extra no final de ano.

Segundo pesquisa realizada pelo o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC, o número de inadimplentes no Brasil chegou em agosto a quase 64 milhões de pessoas. Somente no estado da Bahia, esse número pode chegar aos 4 milhões de endividados. Para aqueles que estão nesta situação, o professor afirma que a primeira dica é saldar esses débitos, principalmente se forem no cartão de crédito e cheque especial. A taxa média de juros no cartão de crédito rotativo já atingiu 450% ao ano e o do cheque especial, a média gira em 328% ao ano. “Sabemos que os juros cobrados pelos bancos e pelas operadoras de cartão de crédito são bem altos, podendo mais que triplicar em um ano. Então, a primeira sugestão é aproveitar o décimo terceiro para negociar o pagamento o quanto antes destes tipos de dívida, se possível à vista e pedindo um bom desconto nos juros cobrados”, diz Magalhães.

Magalhães recomenda que a segunda parcela, que será paga em dezembro, deva ser reservada para pagamento das contas do início do ano como, por exemplo, os pagamentos da primeira mensalidade escolar, IPTU, IPVA, compra de material escolar, dentre outras. “Essas medidas vão ajudar a não começar o ano descapitalizado e evitar que se recorra novamente ao cartão de crédito e ao cheque especial, senão acabamo (mais…)

Após euforia com resultado eleitoral, dólar desacelera queda e bate R$ 3,64

Foto: Pixabay

A Bolsa abriu em alta no primeiro pregão após a vitória de Jair Bolsonaro na corrida presidencial. Embora esperada, a variação positiva é muito mais modesta do que o observado no domingo e hoje cedo nos ETFs de ações brasileiras no Japão, na Europa e em Nova York, informa o jornal O Estado de S. Paulo. Ainda assim, de acordo com a publicação, a bolsa brasileira sobe, indicando a satisfação dos agentes do mercado com as perspectivas para a condução da economia até 2022.

Sob a mesma reação, o dólar abriu e segue em queda, assim como as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI). Já o dólar, após abrir a sessão em baixa de quase 2%, renovou máximas ante o real há pouco, pressionado pelo exterior. Lá fora, a divisa americana se fortaleceu após a alta de 0,2% do núcleo do índice de inflação medido pelo PCE em setembro ante agosto, acima da previsão de 0,1%. Às 11h32, o Ibovespa subia 1,32% aos 86.874.57 pontos. O dólar à vista caía 0,26% aos R$ 3,6433.

Ao diário paulista, Fernanda Consorte, estrategista de câmbio do banco Ourinvest, disse que o mercado se ajusta após a euforia inicial com Bolsonaro presidente e agora opera acima dos R$ 3,60 rumo aos R$ 3,65 que é o nível que já precificava a vitória na última sexta-feira. Agora, diz ela, o mercado passa a olhar fundamentos e, apesar do cenário externo bom hoje, deve ficar mais sensível às incertezas internacionais. (Bahia.Ba)

Dólar pode chegar a R$ 3,50 se Bolsonaro vencer, dizem analistas

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O mercado financeiro já admite a possibilidade do dólar cair para R$ 3,50 no caso de vitória do candidato Jair Bolsonaro (PSL), nas eleições presidenciais. As informações são da ‘Veja’.

De acordo com analistas consultados pela revista, no há consenso sobre quando esse patamar deve ser alcançado e se a queda é sustentável. O câmbio é considerado “saudável” pelos especialistas em uma faixa entre R$ 3,70 e R$ 3,80. A última vez que o dólar chegou a R$ 3,50 foi em abril deste ano.

O dólar comercial opera no campo positivo nesta quinta-feira (18). A moeda americana era negociada a R$ 3,69 às 11h, com alta de 0,22%. (Noticias ao Minuto)

Dólar cai para R$ 3,72 após resultado do primeiro turno

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O dólar iniciou a segunda-feira (08), em forte queda ante o real e chegou a R$ 3,72 às 9h30. O resultado foi influenciado pelo resultado do primeiro turno da eleição presidencial, em que o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, recebeu votação expressiva. A participação do partido de Bolsonaro no Congresso Nacional também teve peso na queda da moeda: o PSL conquistou a segunda maior bancada.

O cenário animou os investidores que torcem por um candidato considerado mais reformista no Palácio do Planalto. Bolsonaro recebeu 46,04% dos votos válidos enquanto o petista Fernando Haddad, que vai disputar com ele o segundo turno, ficou com 29,26% do total. O PT ficou com 57 cadeiras na Câmara dos Deputados, a maior bancada, e o PSL, com 51. Às 9:14, o dólar recuava 2,68%, a R$ 3,7536 na venda, depois de terminar a sexta-feira em queda de 1%, a R$ 3,8570, e encerrar a semana com queda acumulada de 4,46%, o maior recuo semanal desde março de 2016.

O dólar futuro tinha baixa de 2,35%. O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de novembro, no total de 8,027 bilhões de dólares. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral. (R7)

Bolsa de valores deve abrir em alta e dólar deve começar em queda nesta sexta

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A bolsa de valores deve subir e o dólar deve cair logo no início desta sexta-feira (4), diante do resultado da última pesquisa Datafolha que mostra um crescimento de Jair Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto. As ações brasileiras já apresentaram aumento nos Estados Unidos e a tendência é que esse reflexo seja notado no Brasil logo na abertura do marcado.

As ações da Petrobras no mercado americano, por exemplo, fecharam esta quinta-feira (4) em alta de 1,03%. No entanto, logo após a divulgação da pesquisa de intenção de voto do Datafolha, o crescimento foi de 5,04%. “Provavelmente a bolsa vai abrir subindo muito e o dólar deve abrir caindo”, comentou o economista Ricardo Ribeiro em entrevista ao Bahia Notícias.

Outras ações brasileiras negociadas nos Estados Unidos também apresentaram crescimento após a divulgação do levantamento favorável a Bolsonaro. “A cesta de ações brasileiras negociadas nos Estados Unidos caiu 1,06% hoje. Mas logo após o resultado da pesquisa, que mostra Bolsonaro mais na frente e Haddad estagnado, essa cesta de ações passou a subir 3,4%”, explicou o também economista da BP investimento Marcelo Barcellos. (Bahia Notícias)

PIB norte-americano cresce 4,2% no 2º tri

Foto: Departamento de Estado/ Domínio Público

O Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano cresceu 4,2% em taxa anualizada referente ao segundo trimestre de 2018, de acordo com a terceira e última estimativa do Departamento de Comércio norte-americano, divulgada nesta quinta-feira (27). O resultado foi impulsionado pelos gastos do consumidor, que cresceram 3,8%, além de ter sido estimulado por exportações e investimentos dos governos estadual e federal.

A economia do país ainda vive o efeito dos cortes de US$ 1,5 trilhão em impostos aprovados pelo governo no final do ano passado, que estimularam o consumo. A corrida dos comerciantes para realizar transações antes da entrada em vigor das taxas norte-americanas a importações também influenciou no resultado. “Nós estamos indo muito melhor do que ninguém pensou que seria possível”, disse o presidente norte-americano, Donald Trump, em entrevista coletiva realizada em Nova York, na última quarta-feira (26).

O crescimento no período entre abril e junho cumpre a meta do governo, que pretende fechar o ano com expansão de 3% na economia. No primeiro trimestre, os Estados Unidos registraram avanço de 2,2% no PIB. Na última quarta-feira (26), o Federal Reserve, banco central norte-americano, elevou a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, para um intervalo de 2% a 2,25%, o maior patamar desde 2008. Essa foi a terceira vez em que o Fed elevou a taxa-base no ano. (ANSA)

Temporada de cruzeiros marítimos trará à Bahia mais de 240 mil turistas

Foto: Tatiana Azeviche/ SETUR

A temporada de cruzeiros marítimos, que contribui para o aumento de turistas no verão baiano, começa no dia 19 de novembro, com a chegada do navio MSC Fantasia no porto de Salvador. Até abril de 2019, é esperado o desembarque de 241.358 turistas nos portos da capital e de Ilhéus, um acréscimo médio de 7,5% em relação à temporada anterior, segundo dados da Companhia das Docas do Estado da Bahia – Codeba. Para Salvador estão previstas 48 escalas de navio e o desembarque de 162.187 passageiros.

Já o porto de Ilhéus recebe 20 escalas e 79.171 passageiros. O maior navio a atracar no porto da capital é o MCS Seaview, com capacidade para 5.210 passageiros.  Suas escalas começam no início de dezembro e seguem até meados de fevereiro. A chegada de navios de cruzeiro aquece a atividade turística da Bahia com a circulação de visitantes do Brasil e do exterior. Na passagem por Salvador, os turistas costumam circular principalmente pelo Pelourinho, Mercado Modelo e Igreja do Bonfim.

‘Este movimento aquece a economia com bons resultados para segmentos como o de restaurantes, aluguel e frete de veículos, artesanato etc’, afirmou o secretário estadual do Turismo, José Alves. A temporada será precedida pela chegada do navio Aidaaura em Salvador, já no dia 22 de outubro, com capacidade para 1.266 passageiros. O MSC Fantasia, que abre oficialmente a temporada em novembro, virá de Santa Cruz do Tenerife, na Espanha, trazendo até 3.952 passageiros a bordo. A chegada ao porto da capital está prevista para as 13h. Às 21h do mesmo dia, a embarcação segue para Ilhéus. (mais…)

Bolsa cai após divulgação de pesquisa Ibope

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Depois de subir mais de 1% no começo da manhã, o dólar tem alta mais contida no começo da tarde desta terça-feira (25). Por volta das 13h00, a moeda avançava 0,80%, a R$ 4,1210. O dia é negativo para as principais divisas emergentes, que perdem força ante o dólar. O destaque é o peso argentino, que se desvaloriza 3,72% após o presidente do Banco Central do país apresentar renúncia.

No cenário doméstico, o mercado é pautado pelo avanço das intenções de voto em Fernando Haddad (PT), agora com 22% da preferência dos eleitores, enquanto Jair Bolsonaro (PSL) lidera as pesquisas em 28%, patamar que já havia atingido na pesquisa Ibope divulgada há uma semana. Além disso, pela primeira vez a pesquisa Ibope mostrou que Haddad venceria Bolsonaro no segundo turno, por 43% a 37% das intenções de voto.

O mercado teme que, caso eleito, Haddad adote uma agenda de propostas econômicas mais alinhadas à executada pela ex-presidente Dilma Rousseff. A Bolsa brasileira desacelerou o ritmo de queda e agora recua 0,26%, a 77.777 pontos. O Ibovespa segue, porém, na contramão do exterior. Os principais índices americanos avançam nesta terça, enquanto os europeus fecharam majoritariamente em alta. (Noticias ao Minuto)

Gastos de brasileiros no exterior caem 20,8% em agosto

Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

O Banco Central informou nesta segunda-feira (24), que os gastos dos brasileiros no exterior somaram US$ 1,382 bilhão em agosto deste ano. O valor caiu em 20,8% em comparação com o mesmo mês do ano passado, quando as despesas fora do país chegaram a US$ 1,745 bilhão.

É o terceiro mês consecutivo em que as despesas dos brasileiros no exterior caem na comparação com o mesmo mês de 2017. As despesas de brasileiros fora do país foram maiores do que a comparação com o ano passado, entre os meses de janeiro e agosto.

Nos oito primeiros meses de 2018, os brasileiros gastaram US$ 12,686 bilhões – valor 2% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 12,429 bilhões). A queda era esperada devido à alta do dólar, o que torna as viagens mais caras. (Metro1)

Banco Central mantém taxa básica de juros em 6,5% ao ano; menor patamar desde 1999

Foto: Pixabay

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) optou pela manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 6,5% ao ano. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (19), porém, já era esperada pelo mercado financeiro. Fixado desde março deste ano, este é o menor patamar da Selic desde o início do regime de metas para a inflação, em 1999.

Analistas estimam que a taxa não seja alterada até o fim de 2018, e que em 2019 seja elevada gradualmente até alcançar 8% ao ano. A Selic é a taxa básica de juros da economia e serve como referência para todas as demais taxas cobradas das famílias e empresas. A meta central de inflação neste ano é de 4,5%, no entanto, com a “margem de tolerância”, a meta será considerada formalmente cumprida caso fique entre 3% e 6%.

O Copom informou que o cenário econômico atual “prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente”. O comitê indica a possibilidade de elevação dos juros caso haja a possibilidade de aumento da inflação “no horizonte relevante para a política monetária”.

Redação: Bahia Noticias | Informações: G1

Prejuízo no incêndio da Assembleia vai a 12 milhões

Foto: Alberto Malraux/ Divulgação/ SSP

Mais de 50 dias depois que um incêndio atingiu em cheio o prédio principal da Assembleia, os dirigentes da casa já têm uma ideia do custo do estrago: inicialmente projetou-se R$ 8 milhões, mas pode chegar a R$ 12 milhões.

Parte do estrago foi do fogo, outra da água. Por aí, trocou-se no 1º andar, e vai se fazer o mesmo nos 2º e 3º, toda a fiação elétrica e estrutura hidráulica. Até o ferro das estruturas de concreto está sendo testado.

Também está se colocando policarbonato nas estruturas internas, um material bem mais resistente ao fogo. Na sala do plenário só o som da mesa foi danificado. As obras de arte, já devidamente examinadas, escaparam intactas. (Bahia.Ba)

Banco Central aponta crescimento econômico de 0,57% em julho

Foto: DR/ Fotos Públicas

O Banco Central informou nesta segunda-feira (17), que o Índice de Atividade Econômica do BC – uma prévia do PIB – cresceu 0,57% em julho na comparação com o mês anterior.

Segundo comunicado da instituição, em comparação com o mesmo mês do ano passado, a expansão foi de 2,56%. Os números do BC mostram, ainda, que foi o segundo mês seguido de crescimento do nível de atividade, que já havia avançado 3,42% em junho. (Metro1)

Gasto com segurança no Museu Nacional foi a zero neste ano

Foto: Tania Rego/ Agencia Brasil

Alvo de um incêndio de grandes proporções, o Museu Nacional não gastou nada neste ano para a compra de equipamentos ou materiais de segurança. Também não foi feito nenhum pagamento para serviços de manutenção de imóveis ou aquisição de materiais para essa finalidade. Levantamento da ONG Contas Abertas mostra ainda que, nos últimos quatro anos, os desembolsos realizados com essas atividades estão bem abaixo do que se imaginaria para um prédio daquela dimensão e, sobretudo, com 200 anos.

Entre 2015 e 2017 foram gastos R$ 16.971 com a compra de equipamentos e materiais de segurança. Já para a aquisição de materiais e serviços de manutenção de imóvel, o gasto foi de R$ 250.236 (valores corrigidos). Dados da Comissão Mista de Orçamento (CMO) da Câmara dos Deputados mostram também que nos últimos cinco anos os repasses da União ao Museu Nacional, no Rio, encolheram mais de 49%. Em 2013, foi R$ 1,3 milhão em pagamentos, em valores corrigidos pela inflação.

No ano passado, foram R$ 665 mil. Neste ano, os pagamentos até agosto não chegam a R$ 100 mil. Em 2018, de acordo com o levantamento, foram utilizados R$ 51.880 para programa de bolsa de estudos e R$ 46.235 para outras despesas. Para dar uma dimensão dos recursos gastos com o museu, o Contas Abertas fez uma comparação entre os valores pagos no ano passado pelo museu e os gastos para lavar 83 carros oficiais da Câmara dos Deputados. O custo anual foi de R$ 563.333,56, 89% dos desembolsos feitos em 2017 pelo museu. (mais…)

Incêndio no Rio: Museu sofria com falta de verbas para manutenção

Foto: Tania Rego/ Agencia Brasil

O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, na zona norte do Rio, que está em chamas na noite deste domingo (02/09), sofre desde 2014 com seguidos cortes no orçamento. Mais antigo do país, o Museu Nacional é subordinado à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e vem passando por dificuldades geradas pelo corte no orçamento para a sua manutenção. A instituição está instalada em um palacete imperial e completou em junho 200 anos -foi fundada por d. João 6º em 6 de junho de 1818.

A instituição não estava recebendo a verba de R$ 520 mil anuais que bancam sua manutenção e apresenta sinais visíveis de má conservação, como pareces descascadas e fios elétricos expostos. Seu acervo, com mais de 20 milhões de itens, tem perfil acadêmico e científico, com coleções focadas em paleontologia, antropologia e etnologia biológica, entre outras. “O maior acervo é este prédio, um palácio de 200 anos em que morou d. João 6º, d. Pedro 1º, onde foi assinada a Independência.

A princesa Isabel brincava aqui, no jardim das princesas, que não está aberto ao público porque não tenho condições”, disse à Folha em maio Alexander Kellner, 56, diretor do Museu Nacional. Em maio, 10 de suas 30 salas de exposição estavam fechadas, incluindo algumas das mais populares, como a que guarda um esqueleto de baleia jubarte e a do Maxakalisaurus topai -o dinoprata, primeiro dinossauro de grande porte já montado no Brasil. (mais…)

Governo prevê aumento de R$ 52 no salário mínimo em 2019

Foto: USP Imagens/ Fotos Públicas

O governo federal propôs que o salário mínimo de 2019 seja de R$ 1.006. O valor é R$ 52 maior que o atual, de R$ 954. Além disso, o Planalto ainda estimou crescimento de 2,5% no Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano. Os valores integram a proposta de orçamento do ano que vem, encaminhada nesta sexta-feira (31), ao Congresso Nacional.

O reajuste do salário mínimo, se aprovado pelo Legislativo, começará a valer em janeiro de 2019, com pagamento nos vencimentos a partir de fevereiro. Em abril deste ano, a estimativa para o mínimo no ano que vem era de R$ 1.002. Entretanto, o governo ainda pode mudar o valor definido pelo governo nesta sexta-feira, caso haja alteração na previsão para a inflação deste ano, que compõe a fórmula para o cálculo do reajuste do mínimo do ano que vem.

Se confirmado este valor, será a primeira vez que o salário mínimo ficará acima da marca de R$ 1 mil. Porém, segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo “necessário” para despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 3.674,77, ao tomar como referência o mês em julho deste ano. (Bahia.Ba)

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