NATAL! O RENASCER PARA UM “NOVO SER”

NATAL! O RENASCER PARA UM “NOVO SER” - poesia, destaquePhoto by Bruno Martins on Unsplash

Por Maria do Carmo – poetisa

O Presépio, retrata um grande acontecimento!

Reproduz o cenário de um histórico nascimento,

O nascimento do MENINO-DEUS!

O Deus humano que veio com uma singular missão,

Salvar a humanidade que vivia nas trevas!

Uma estrela anunciou a natividade do Senhor!

Cumpriu-se a profecia de que “O Salvador” viria.

O Salvador assumiu a condição humana.

Trouxe luz, paz, justiça, amor, conversão!

Na simplicidade de uma gruta,

Brotou a história da salvação.

O nascimento do Menino-Deus,

Nos leva a refletir sobre nossa cotidiana missão,

De reconhecer o Menino-Deus em cada irmão,

Transformando em “gruta acolhedora” o nosso coração!

Sobre a autora:

Maria do Carmo, residente na cidade de Mutuípe (BA), é autora da Coletânea Poética Retalhos de Vivências, tem poemas publicados em várias Antologias, sendo as mais recentes: Tabuleiro de Poesia, Seletos Versos, O Livro das Marias II e Sarau Brasil. Ela participa de eventos literários, sendo o mais recente no Palco aberto da III Feira Literária de Campina Grande/PB. Maria é professora da Escola Municipal Luís Eduardo Magalhães em Santo Antônio de Jesus e colunista do site de notícias Tribuna do Recôncavo.

Poema de Maria do Carmo: Maternidade Africana

Poema de Maria do Carmo: Maternidade Africana - poesiaNa foto, Maria do Carmo | Crédito: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo

A Poeta e escritora, Professora Maria do Carmo, nesta Semana da Consciência Negra, apresenta o seu Poema intitulado: Maternidade Africana. Carminha, como é conhecida, propõe através desta obra uma reflexão acerca do reconhecimento da importância do Negro e do seu legado na construção da sociedade brasileira, objetivando também alertar as pessoas sobre o compromisso para com o combate ao preconceito e a discriminação racial.

MATERNIDADE AFRICANA

O ventre da Mãe-África se permitiu gerar!

Gerar vidas para a humanidade perpetuar.

Seus filhos cresceram, frutificaram, a humanidade povoaram.

A Mãe-África em desalento, chorou ao ver seus filhos rejeitados!

Não os acolheram como humanos?

Sua cor era sinônimo de desamor?

A Mãe-África jamais desanimou!

Caminha filho! Caminha filha!

Renega o preconceito que a humanidade sempre te quis impor!

Sobre a autora:

Maria do Carmo, residente na cidade de Mutuípe (BA), é autora da Coletânea Poética Retalhos de Vivências, tem poemas publicados em várias Antologias, sendo as mais recentes: Tabuleiro de Poesia, Seletos Versos, O Livro das Marias II e Sarau Brasil. Ela participa de eventos literários, sendo o mais recente no Palco aberto da III Feira Literária de Campina Grande/PB. Maria é professora da Escola Municipal Luís Eduardo Magalhães em Santo Antônio de Jesus e colunista do site de notícias Tribuna do Recôncavo.

Poema: CLAMOR DA NOSSA GENTE!

Poema: CLAMOR DA NOSSA GENTE! - poesiaFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Por Maria do Carmo, poetisa

Gente brava! Gente brasileira!

Gente que sonha e luta por uma “Pátria Ordeira”!

A Ordem e o Progresso é mera teoria?

O clamor dos teus filhos não te angustia?

Esta gente brasileira clama por respeito e dignidade!

A desigualdade gera os excluídos da sociedade!

Gente brava! Gente brasileira!

Gente que não apenas sonha!

Gente que cotidianamente labuta!

Labuta por justiça e igualdade!

Esta brava gente, clama por Indepedência e chora as mazelas sociais!

Independência! Usufruto dos Direitos que deveriam ser para todos iguais!

A Ordem e o Progresso não podem ser mera utopia!

A gente brava brasileira, luta!

Luta por uma vida digna para todos, não apenas para uma minoria!

Gente brava! Gente brasileira!

Gente que luta, resiste e persevera na conquista da “Independência Verdadeira!”

Sobre a autora

Maria do Carmo da Silva Santos é natural de Mutuipe-Ba; Licenciada em Geografia; Professora  na rede municipal em Santo Antonio de Jesus-Ba; Participação nas Antologias: O QUE É QUE A BAHIA TEM e A MATRIZ DA PALAVRA/O NEGRO EM PROSA E VERSO – (Litteris editora); 1º lugar no Concurso Poético Grande Prêmio Giuliano Ottaviani/Eclética World Itália – 2019; Autora do livro RETALHOS DE VIVÊNCIAS e Colunista no site de notícias TRIBUNA DO RECÔNCAVO.

Poema de Maria do Carmo: DECIFRANDO A QUARENTENA

Poema de Maria do Carmo: DECIFRANDO A QUARENTENA - poesia, destaqueFoto tirada em dezembro de 2019 na 1ª FESLAM em Amargosa

25 de julho é o Dia Nacional do Escritor, data escolhida para homenagear escritoras e escritores brasileiros. Essa data, que geralmente é marcada por eventos que valorizam os escritores brasileiros, em 2020 está sendo celebrado de uma forma Nunca Antes Vista, apenas virtualmente. Nesse tempo de distanciamento por conta da pandemia, a poetisa e escritora Maria do Carmo (Carminha) preparou o poema: DECIFRANDO A QUARENTENA, confira:

Uma flor.

Um poema.

Estação Quarentena!

A flor tem nome?

O poema tem título?

A Quarentena tem valor?

Pouco importa o nome da flor.

Pouco importa o título do poema.

Muito importa saber:

A flor embeleza a alma na Estação Quarentena.

Talvez, se esta estação não existisse,

A flor teria passado despercebida.

E este poema não teria existido.

A Quarentena tem valor,

Para que a vida tenha mais amor.

O poeta em Quarentena abriu as portas apenas para a poesia.

Sobre a autora

Maria do Carmo da Silva Santos é natural de Mutuipe-Ba; Licenciada em Geografia; Professora  na rede municipal em Santo Antonio de Jesus-Ba; Participação nas Antologias: O QUE É QUE A BAHIA TEM e A MATRIZ DA PALAVRA/O NEGRO EM PROSA E VERSO – (Litteris editora); 1º lugar no Concurso Poético Grande Prêmio Giuliano Ottaviani/Eclética World Itália – 2019; Autora do livro RETALHOS DE VIVÊNCIAS e Colunista no site de notícias TRIBUNA DO RECÔNCAVO.

Poesia de Maria do Carmo: CLAMOR PELA VIDA

Poesia de Maria do Carmo: CLAMOR PELA VIDA - poesiaImagem de Pete Linforth por Pixabay

Surto, pandemia!

Vírus letal a humanidade contagia.

O homem fazia o planeta girar desenfreadamente.

A roda do Capitalismo teve que frear inesperadamente.

Desalento, tristeza, morte e sofrimento.

Humanos perplexos! Impotentes perante ao caos deste momento.

Nações e povos em batalha pela vida.

Isolamento social faz o homem parar a lida.

Urgente apelo à reflexão.

Preservar a vida exige dedicação e doação.

Dignidade humana e cidadã devem se sobrepor ao Capitalismo tentador.

Solidariedade e fraternidade são formas de exercitar o Amor.

Numa sociedade que preza pelo combate a desigualdade social, a VIDA é prioridade! Surtos, pandemias, são banidos em tempo hábil e com reduzida mortalidade!

Maria do Carmo da Silva Santos é colunista do Tribuna do Recôncavo e Autora do Livro: RETALHOS DE VIVÊNCIAS

Poesia de Maria do Carmo: DEFININDO O “SER MULHER”

Fostes modelada pelas hábeis mãos do criador!

Tens o dom de possuir a essência vital!

Sapiência e determinação sustentam o teu cotidiano.

Tua labuta antecipa o raiar do dia.

O dia torna-se pequeno diante das inúmeras tarefas que tens a cumprir.

Lutas arduamente pela vida e pela sobrevivência.

As adversidades humanas e sociais não te intimidam.

Fortaleza e resiliência definem a tua existência.

És humana, cidadã, um ser dotado de múltiplos dons.

És MULHER! Um ser moldado com ilimitado amor!

Dignidade, reconhecimento e respeito são atributos que à sua existência dá alento!

Maria do Carmo da Silva Santos é colunista do Tribuna do Recôncavo e Autora do Livro: RETALHOS DE VIVÊNCIAS

REFLEXÃO NATALINA

REFLEXÃO NATALINA - poesiaArte: Reprodução/ blog.cancaonova

Eis que finda o tempo do Advento.

Para nós cristãos, tempo de alento!

A humanidade revive um memorável acontecimento!

A vinda de Jesus, o Salvador, a celebração do seu nascimento!

 

Luz para os que nas trevas viviam!

Libertação para os que na escravidão pereciam.

O Deus-humano desceu à terra e nela fez sua morada.

A salvação profetizada, entre nós chegava.

 

Deus se fez um de nós!

Em nosso meio veio habitar.

O presépio foi o seu abrigo.

Pelos humildes pastores foi acolhido.

 

Na condição de um pobre menino, Jesus veio à Terra!

Trazer a paz, o amor, a salvação.

Banir do mundo a injustiça, a opressão.

Fazer reinar a felicidade no humano coração!

 

Natal do Menino Jesus! Na manjedoura a vida reluz!

O coração humano é revestido de esperança e alegria.

Está conosco o Salvador!

Onde havia trevas, a luz irradia!

 

O Nascimento do Menino-Deus nos leva à reflexão.

Amor, paz, justiça! São anseios de todo coração.

É essencial viver os ensinamentos de Jesus no dia-a-dia.

Acolher o Deus-Menino que se revela em cada irmão!

 

É Natal!

Tempo de refletir sobre a prática cotidiana da solidariedade!

Solidariedade! Meta de todo cristão que reconhece Jesus no irmão.

É Natal! Tempo propício à reflexão!

 

É Natal!

A humanidade ainda vive sob o peso da opressão.

Mesa farta, presentes, vestes novas, para muitos é sinônimo de desolação.

Há sempre um irmão carente de algo no campo ou na cidade.

Urgente e essencial se faz a vivência da fraternidade.

Para que o 25 de dezembro não seja apenas uma data festiva,

Mas um Natal de verdade!

Autoria: Maria do Carmo da Silva Santos/ colunista do Tribuna do Recôncavo

Poema de Maria do Carmo: TRIBUTO À SANTA DULCE

Por Maria Rita fostes civilmente registrada!

Por Dulce fostes religiosamente consagrada!

Conceitos e preconceitos desafiastes!

Indigentes e doentes com amor abraçastes!

Sofrestes advertência pela hierarquia religiosa e civil!

Incansável e firme, não baixou a cabeça, prosseguiu!

Seu lema: acolher, ofertar abrigo e carinho!

A oração! Tua fortaleza no peregrinar deste caminho!

Crianças, adultos e idosos, a todos acolhias!

Esperança e amor com o teu olhar transmitias!

Não te inibias! Esmola para os pobres pedia!

Os excluídos pela sociedade teu coração comovia!

Teu itinerário: percorrer palafitas, acolher retirantes, dar remédio aos moribundos, educar para a vida, doando-te de corpo e alma aos que a sociedade marginaliza!

Carinho, abrigo, comida, remédio, doou a tantos humanos carentes!

“A obra não é minha é de Deus!” Professava à tua gente!

Irmã Dulce! “O anjo bom da Bahia!”

Tua humildade e carisma nossos corações contagia!

Nas terras do Senhor do Bonfim, partilhastes o teu generoso coração!

O mundo te reconhece como mulher de fé e determinação!

És a SANTA DULCE DOS POBRES! Luz que reluziu na Bahia e pelos céus irradia!

És eternamente o anjo bom que com a vastidão de tuas asas o céu alcançou!

A Igreja de Cristo te reconhece! Os anjos entoam para Ti uma especial canção, a humanidade  rende graças a Deus, pela tua canonização!

Sobre a autora, 

Maria do Carmo da Silva Santos é autora do livro: RETALHOS DE VIVÊNCIAS e colunista do Tribuna do Recôncavo.

Poema de Maria do Carmo: AMAZÔNIA AGONIZANTE

Poema de Maria do Carmo: AMAZÔNIA AGONIZANTE - poesiaFoto: Cristino Martins/ Ag. Pará/ Fotos Públicas, em 31.03.2017

Lágrimas de fogo!

Rios de sangue!

Animais carbonizados!

Vegetação desmoronando!

Solo esturricado!

Fumaça tóxica!

Fauna e flora devorados pelas chamas!

O “pulmão do mundo” dilacerado”!

Amazônia incendiada!

A floresta agora jaz!

Folhagens viraram cinzas!

Bioma assolado!

Alma ardendo! Coração humano desolado!

Fogo, sangue, carvão, fumaça!

A vida no Planeta em ameaça!

A humanidade vitimada por catástrofe ambiental e social!

A sociedade perplexa, geme as dores deste incendiário mal!

*Maria do Carmo da Silva Santos é autora do livro: RETALHOS DE VIVÊNCIAS e colunista do Tribuna do Recôncavo.

Poema de Maria do Carmo: “DECIFRANDO O SER MÃE”

Poema de Maria do Carmo: "DECIFRANDO O SER MÃE" - poesiaCrédito: Pixabay

Tens em Eva a genealogia!

Fostes inspirada na Bem-Aventurada Maria!

Persistência e resistência te revestem no dia a dia.

Batalhas incansavelmente seja no campo ou na cidade.

Viver não basta! Necessitas sobreviver com alegria e dignidade.

Perpetuar gerações é tua missão singular.

Fé e esperança são o suporte que a tua rotina vem sustentar.

Lutas e sofrimentos não te intimidam, te dão alento.

Desafias as adversidades com teimosia e discernimento.

Ser reconhecida e respeitada como mulher e cidadã dignifica tua maternidade.

Teus filhos, razão de ser da tua existência, deseja vê-los viver e sobreviver com decência e dignidade.

Abraças a tua vocação e vivencias o teu “ser mãe” com sabedoria exemplar.

Mãe! Não é apenas um título, um status. É a essência da vida a se perpetuar!

*Maria do Carmo da Silva Santos é autora do livro: RETALHOS DE VIVÊNCIAS e colunista do Tribuna do Recôncavo.

Para essa data especial, 8 de março, o poema “SER MULHER”

És por excelência um ser singular!

Persistência e resistência revestem o teu dia a dia.

Batalhas incansavelmente quer no campo ou na cidade.

Viver não basta! Sobrevives com autenticidade.

Fé e esperança sustentam tua cotidiana labuta.

Adversidades e dificuldades não te intimidam.

Driblas os desafios naturais e sociais com determinação.

Procriar e zelar da tua cria é tua especial vocação.

Competes com o sol do nascer ao anoitecer.

Do passado à contemporaneidade és sábia e poderosa.

Vivencias o teu SER MULHER de cabeça erguida onde presente se fizer.

Independente da faixa etária és mulher cidadã.

Resiliência humana e consciência cidadã te impulsiona a jamais desistir de lutar.

És por excelência um ser singular!

O verbete Mulher não te associa a apelido nem a sobrenome.

O verbete Mulher remete a um ser especial: humana, resiliente, guerreira, protagonista da tua história, revestida de empoderamento!

Que o respeito e a valorização do teu ser sejam o teu galardão, merecido reconhecimento!

 

Autoria: Maria do Carmo da Silva Santo/ Colunista do Tribuna do Recôncavo

 

Poema de Maria do Carmo: IDENTIDADE NORDESTINA

Poema de Maria do Carmo: IDENTIDADE NORDESTINA - poesiaFoto: Alberto Coutinho/ GOV-BA

NORDESTE! Berço que acolheu o Brasil!

Exuberante natureza caracteriza o teu perfil!

Indios, negros, caboclos, quilombolas, socializam seus saberes, vivenciam sua fé, demonstram o seu “ser nordestino” que com trabalho e determinação, enfrenta o dia-a-dia na luta árdua pelo pão!

Orgulha-te de construir o progresso desta nação!

O teu povo, canta dança, samba e irradia alegria!

Come jabá com pirão, não nega a tua raiz!

Adoça o cotidiano com rapadura. Êta povo feliz!

Com a diversidade de expressões, preserva a sua cultura!

Dança forró o ano inteiro, dá uma mão de prosa no terreiro!

O NORDESTINO existe, insiste e resiste!

Alegria, solidariedade, sabedoria e resistência, marcam a vida deste povo que com a força de seus braços nosso país sustenta!

Nordestinos! Vítimas do preconceito humano, social, racial, cultural, religioso e político, promovido pelos que insistem em não reconhecê-los como “sujeito    histórico.”

Sonham até em excluir do mapa esta histórica região!

Mas a nossa identidade não vão banir! Ela está cravada no coração nordestino e a discriminação não irá sucumbir!

O Nordeste existe, insiste e resiste!

O Nordeste é o meu quinhão!

Nordestino sou de coração!

Não aceito discriminação!

Sou nativo do Nordeste!

Autêntico nordestino!

Existo, insisto e resisto!

Autoria: Maria do Carmo da Silva Santos/ Colunista do Tribuna do Recôncavo

Poema de Maria do Carmo: EXALTAÇÃO A SÃO ROQUE

Poema de Maria do Carmo: EXALTAÇÃO A SÃO ROQUE - poesia, catolicoFoto: Divulgação

Nas terras férteis de Mutuípe,

Irrigadas pelas águas do Rio Jiquiriçá,

Na história de vida do seu povo,

A fé sempre esteve a sustentar!

 

No passado da tua história,

Lembrança de uma triste epidemia.

O teu povo vitimado pela varíola,

Prematuramente à vida sucumbia!

 

Recursos humanos e medicinais escassos,

Condenavam teu povo à morte precoce.

Mas a fé, sustentáculo do cristão,

Encontrou o socorro em São Roque. (mais…)

Poema de Maria do Carmo: “São João, festança boa!”

Poema de Maria do Carmo: "São João, festança boa!" - sao-joao-2018, poesiaFoto: Pixabay

Fogos estouram no ar envolto pela neblina.

As chamas das fogueiras reluzem, anunciando um típico clima.

Bandeirolas multicores decoram ambientes.

É noite de São João! Alegria no coração de toda gente!

Milho, canjica e amendoim para comer e partilhar.

O povo é convidado a arrastar o pé e forrozear.

Estrelas enfeitam o céu com seu brilho natural.

Vestimentas coloridas dão à festa um toque especial.

Forró é o estilo musical predominante!

O toque da sanfona deixa o clima mais contagiante!

Quadrilha é a dança típica que anima o adulto e a criança.

É noite de São João! Vamos cair nesta festança!

Autora: Maria do Carmo/ Colunista do Tribuna do Recôncavo

Poema de Ylvange Tavares “MÃE”

Ser Mãe é abdicar

da sua vida

pela vida

do seu Filho.

 

Escravizar-se

pelo resto da vida

em prol do seu filho.

 

Perder noites de sono,

enquanto seu filho

não chega. (mais…)

Poema de Maria do Carmo: SONHOS E REALIDADE

Poema de Maria do Carmo: SONHOS E REALIDADE - poesiaFoto: Divulgação

O Onipotente sonhou com a vida e a fez existir.

A vida necessitou do amor para sobreviver e ele existiu.

O amor precisou de um instrumento para apoiar-se e encontrou o homem.

O homem sentiu necessidade de proteger esse amor e o colocou no coração.

O coração o acolheu, mas também desejou transmiti-lo aos outros.

Cada ser o acolhe e o expressa de forma única, pois cada ser é diferente por natureza e o que dá sentido á vida é essa partilha de diferentes valores.

Mas o amor precisa ser descoberto nos mais diferentes lugares e situações que se encontre escondido:

No desespero da mãe que vê seus filhos desfalecendo de fome.

No trabalhador que consome sua vida pelo bem-estar do patrão e o que recebe mal dá para o pão.

No jovem angustiado por ser vítima do desemprego.

Na criança faminta e desprotegida que vaga pelas ruas e dorme embaixo das marquises.

No idoso cuja vida foi um constante sacrifício pela sobrevivência e que hoje ainda tem que sustentar a família com uma mísera aposentadoria.

Eis aí algumas das inúmeras pistas para descobrirmos o amor sufocado, implorando por sobrevivência e dependente das nossas atitudes para salvá-lo.

Autoria: Maria do Carmo da Silva Santos/ Colunista do Tribuna do Recôncavo

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