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AMIGO: A vida sem ti é sombria. Contigo, o cotidiano possui mais brilho e magia.

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Muitos são os momentos em que a tua presença é essencial. Sem ti a vida tem um peso crucial.

Importante é partilhar contigo as tristezas e alegrias. Apoiando-me no teu ombro que possui indescritível magia.

Zelas por mim com a disponibilidade do coração. Dedicas-te a um amigo sem interesse de recompensa ou promoção.

A energia  vital que de te emana, renova as esperanças. Quão bom é sentir a gratuidade de um coração que verdadeiramente ama.

Deus em sua infinita sabedoria, ao coração humano delegou esta missão: reconhecer a sua semelhança no semblante do irmão.

Esteja onde estiver, na vivência de qualquer situação, seja amigo, preserve amigos, o que será do coração humano se a amizade for vitimada pela extinção?Maria-do-Carmo-Da-Silva-SantossCOMENTÁRIOS:

Gilbenício Brandão: Ótimos! Gostei muito desses poemas. Já está na hora de preparar o seu livro. Parabéns! (mais…)

POEMA: CAVERNA VIRTUAL

Lá está o homem encurvado, olhos fixos sobre a tela! Isolado, ele e a tela!

É a caverna do século XXI! Não é obra da natureza, é uma invenção tecnológica, abrigo de seres “ditos pensantes”.

Pensa que abraçam o mundo apenas com um toque. Espia o que deve e o que não deve!

Invade a privacidade de outrem. São escoltados pela curiosidade!

Espionagem 24 horas, concorrência com as câmeras de seguranças!

Comodidade! Sem dar um passo, apenas movendo os dedos, tem o mundo às suas mãos!

Sente-se abrigado! Das relações humanas e fraternas, totalmente isolado!

O homem está na caverna virtual! Uma herança da Era Digital!

Os que estão ao seu lado ou por ele passam, desconhece-os, ignora-os!

O homem está fraternalmente desconectado!

Isolamento e solidão são desta era o triste legado!

O homem primitivo evoluiu, reergueu-se, saiu da caverna natural, tornou-se um ser social! Como pode regredir e isolar-se, abrigar-se numa caverna virtual? Estará ele fugindo do convívio fraternal?

Maria-do-Carmo-Da-Silva-Santoss

POEMA DE MARIA DO CARMO: MEMÓRIAS DO SÃO JOÃO DE OUTRORA

papas-stefanos-festa-na-roca-ost-60x-80Bandeirolas de papel de seda enfeitavam o terreiro e as casas! Uma animada festa anunciava!

O forró não tinha palco! Onde a casa estivesse aberta, aí se fazia a festa!

A fogueira armada e um ramo ao lado enfeitado, era da festa o grande legado!

O sanfoneiro abraçava a sanfona e comandava o arrasta-pé! Todos caíam na dança: compadre, comadre, Maria e Mané!

O vestido de chita e o chapéu de palha caracterizavam o figurino que a festa ditava!

O milho plantado nos festejos de São José, servido assado, cozido ou transformado em canjica era saboreado pelas visitas!

O almoço era “de fato”. Após a farta comilança continuava o arrasta-pé, prosseguia a festança!

As solteiras tiravam a sorte para saber o seu amado quem seria! Momento aguardado com ansiedade era do casório a profecia!

Homens e mulheres benziam as fogueiras, comadres e compadres se tornavam. Não era apenas brincadeira! Esta consideração para sempre levavam!

Bandeirolas e fogueiras!

Sanfoneiro e forró!

Vestido de chita e chapéu de palha!

Milho e canjica!

Almoço “de fato”!

Solteiras buscando a sorte!

Comadres benzendo fogueira!

Estas eram as características marcantes da típica festa de São João que se perdeu no tempo, vitimada pela evolução!

Maria-do-Carmo-Da-Silva-Santoss (mais…)

Poema da mutuipense Maria do Carmo “Versos ao Poema”. Confira!

O poema nasce na mente com a ficção ou a realidade que envolve a vida da gente.

O poema é itinerante! Percorre os mais variados aspectos da vida dos seres que se inter-relacionam neste planeta gigante.

O poema é eterno!Perpassa por diversas gerações desde a antiguidade até os tempos pós-modernos.

O poema revela a sapiência do ser humano Independe de cor, idade, sexo ou instrução, importando apenas a essência da comunicação.

O poema é como a natureza! Em sua rica diversidade encanta e sensibiliza pela sua autenticidade e beleza.

O poema é universal! Ultrapassa fronteiras, desvenda os encantos e desencantos do ser humano em sua trajetória natural.

O poema é jovial! Embora exista há tempos remotos permanecem no presente e adentra o futuro, perpassando a era digital.

O poema revela as diversas faces da vida cotidiana! Expressa os anseios e as conquistas vivenciadas pela alma humana.

O poema precisa ser visto, lido, resgatado, contemplado, divulgado!

Contribua com a preservação desta cultura e legado! Valorize e vivencie este patrimônio do mundo literato.

Maria do Carmo da Silva Santos é natural de Mutuípe, no Vale do Jiquiriçá, licenciada em Geografia pela UNEB – Universidade do estado da Bahia, pós-graduada em Educação e Gestão Ambiental, professora da rede municipal de Santo Antônio de Jesus-Ba, sócia-fundadora da Palmares – Associação Quilombola do Vale do Jiquiriçá, e tem trabalhos publicados no JORNAL MUNDO JOVEM e na LITTERIS EDITORA. (mais…)

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