Com o aumento da expectativa de vida da população, manter um envelhecimento ativo e saudável se tornou um dos principais desafios da sociedade. Nesse cenário, a atividade física na terceira idade aparece como uma importante aliada para preservar a autonomia, a saúde e a qualidade de vida.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os brasileiros vivem, em média, mais de 75 anos, o que reforça a importância de adotar hábitos que contribuam para um envelhecimento com mais disposição e bem-estar.
Com o passar dos anos, o organismo sofre mudanças naturais que podem afetar a força muscular, o equilíbrio e a mobilidade. A prática regular de exercícios ajuda a reduzir esses impactos, além de contribuir para a prevenção de doenças como hipertensão, diabetes e osteoporose, e diminuir o risco de quedas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos e idosos pratiquem entre 150 e 300 minutos semanais de atividade física moderada, ou de 75 a 150 minutos de exercícios intensos, além de atividades de fortalecimento muscular.
Além dos benefícios físicos, exercícios como caminhada, alongamento, hidroginástica, dança e musculação leve também favorecem a saúde mental, ajudando no controle do estresse, ansiedade e sintomas de depressão, além de estimular a socialização.
Especialistas reforçam que a prática deve respeitar as condições individuais de cada pessoa, com acompanhamento profissional para garantir segurança e melhores resultados.
Crédito: Tribuna do Recôncavo, com informações da Pipa Comunicação.











Imagem ilustrativa | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem ilustrativa de feto durante a gestação. Foto: Mohamed Hassan/Pixabay

























































































