A dívida bruta do governo geral chegou a R$ 10 trilhões em 2025, equivalente a 78,7% do PIB, segundo o Banco Central. O aumento do endividamento pode gerar impactos diretos no bolso do brasileiro, como juros mais altos, crédito mais caro e pressão sobre a inflação.
Segundo a economista Daniela Monteiro, da UniCesumar, uma dívida elevada faz o governo gastar mais recursos com pagamento de juros, reduzindo a capacidade de investir em áreas como saúde, educação e infraestrutura.
O chamado “efeito dominó” da dívida pública pode atingir famílias e empresas, com aumento no custo de financiamentos, empréstimos e compras parceladas, além de reduzir investimentos e afetar a geração de empregos.
Para especialistas, o equilíbrio das contas públicas é fundamental para recuperar a confiança do mercado, favorecer a queda dos juros e proteger o poder de compra da população.
Crédito: Assessoria de imprensa / Weber Shandwick — Priscilla Poubel e Paulo Lima | Adaptado pela Tribuna do Recôncavo.












Imagem ilustrativa | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem ilustrativa de feto durante a gestação. Foto: Mohamed Hassan/Pixabay
























































































