A Bahia começou a assistir a uma redução do número de idosos hospitalizados com diagnóstico para Covid-19. As pessoas com 60 anos ou mais representavam no primeiro trimestre do ano 53,1% dos pacientes internados com a infecção pelo novo coronavírus, agora eles correspondem a 39,2%. Uma redução de 13,9%. Enquanto isso, os baianos com idade entre 20 e 49 anos passaram de 26,6% para 35,7% dos internados com a infecção.
Houve redução também em relação aos óbitos confirmados por Covid-19 nessa faixa etária. Em 1º de janeiro de 2021 as pessoas com 60 anos ou mais eram 74,7% das mortas pela doença. Em 17 de janeiro, dia em que foi iniciada a vacinação contra a Covid-19 na Bahia, o índice era ainda maior: 74,9%. Nesta quarta-feira (25), quatro meses depois, o percentual é de 71,9%, segundo dados disponibilizados pela Secretaria da Saúde (Sesab).
No mês de março o estado passou por um agravamento da pandemia da Covid-19 e registrou os índices mais altos de internação pela infecção em todas as idades. Mas desde então houve redução expressiva dos internamentos de idosos. No grupo de pessoas com idade entre 70 e 79 anos a queda das hospitalizações pela doença foi a maior, 81% na comparação de março com maio. Entre os de 60 e 69 anos a redução ficou em 70% e 80 anos ou mais 72%.
O médico intensivista Albert Bacelar, que atua na linha de frente do combate a pandemia, destaca a mudança que vem notando no perfil dos pacientes internados com a doença. Ele tem percebido incidência maior de pessoas mais jovens.
“Tem estudo correndo relacionando a variação com a variante de Manaus. Com a vacinação isso ficou mais expressivo, pacientes mais jovens, mais graves, precisando de mais recursos, como diálise e ECMO [Membrana de Oxigenação Extra Corpórea]”, analisou o especialista. “Hoje mesmo, nas UTIs que eu atuo, em três hospitais, tenho somente um paciente acima de 75 anos. Hoje metade fica entre 25 e 40 anos”, completou.
Especialistas atribuem a redução desses indicadores entre os idosos à vacinação, mas também sinalizam a influência de outros fatores. Segundo Albert, é preciso considerar que a população jovem, que passou a precisar mais de internamento, é economicamente ativa e, portanto, está mais tempo fora de casa pela necessidade de trabalhar. Além disso, é também o grupo dessa faixa etária quem está presente em eventos e festas clandestinas.
“Essa mudança no perfil de internados é multifatorial. Um deles é a vacina, outra pode ser a questão das variantes em circulação, e tem ainda o fato de que é o jovem que sai de casa”, explicou. Sobre o terceiro fator, o intensivista destaca também que, por estarem menos submetido ao distanciamento e isolamento social, os jovens consequentemente estão expostos a uma maior carga viral.
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