As infecções respiratórias no inverno têm aumentado a procura por atendimento médico em todo o país, principalmente entre crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. O período de baixas temperaturas favorece a circulação de vírus e bactérias.
Entre as principais infecções respiratórias no inverno estão a bronquiolite, pneumonia e outras doenças causadas por agentes como o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e o pneumococo.
As infecções respiratórias no inverno se espalham com mais facilidade em ambientes fechados, onde há maior aglomeração de pessoas e menor ventilação.
Especialistas reforçam que medidas simples ajudam na prevenção, como higienização das mãos, ventilação de ambientes e vacinação contra influenza, COVID-19 e pneumococo.
O aumento das infecções respiratórias no inverno também pressiona os serviços de saúde, com crescimento de casos de síndromes respiratórias agudas graves (SRAG).
Sinais como febre persistente, falta de ar, chiado no peito e piora dos sintomas devem ser considerados de alerta e exigem avaliação médica imediata.
O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações e reduzir internações durante o período de maior circulação viral.
Com informações do Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU) – Adaptado pela Tribuna do Recôncavo.























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