Como a audição é um processo mental, a perda auditiva não tratada ou com tratamento inadequado pode acarretar várias consequências negativas para o cérebro
A perda auditiva e a epilepsia podem indicar sinais precoces para o mal de Parkinson, fatores que até então não eram ligados ao diagnóstico da doença. A conclusão é de pesquisadores da Universidade Queen Mary, de Londres, no Reino Unido.
O estudo analisou dados médicos de mais de um milhão de moradores de Londres durante quase 20 anos – entre 1990 e 2018 – para explorar os primeiros sintomas e fatores de risco e entender como a doença de Parkinson se manifesta antes do surgimento de sinais mais severos, que normalmente levam as pessoas a buscar o diagnóstico.
O resultado da análise dos registros eletrônicos de saúde foi surpreendente. Os pesquisadores verificaram os vários sintomas que surgiram nos pacientes até uma década antes do diagnóstico de Parkinson, entre eles os já conhecidos tremores nas mãos (até 10 anos antes) e problemas relacionados à memória (até cinco anos antes). Mas o que chamou a atenção foi a grande incidência de casos de perda auditiva e epilepsia em pessoas que, mais tarde, foram diagnosticados com Parkinson. Até então, esses sintomas não eram ligados ao diagnóstico da doença.
“Como a audição é um processo mental, a perda auditiva não tratada ou com tratamento inadequado pode gerar consequências negativas para o cérebro. Se o acesso do cérebro aos sons do cotidiano for limitado, o indivíduo pode ter sérios distúrbios, como declínio cognitivo acelerado, demência, Alzheimer e, pelo que essa nova pesquisa demonstra, doença de Parkinson”, diz a fonoaudióloga Rafaella Cardoso, especialista em Audiologia na Telex Soluções Auditivas.
Por isso, levando-se em conta a importância da boa audição no funcionamento do cérebro, modernos aparelhos auditivos já contam com uma tecnologia chamada BrainHearing™, como é o caso do aparelho Oticon More, que assegura uma audição mais clara e confortável. “Por meio deste novo recurso tecnológico, o indivíduo tem a noção exata de todos os sons do ambiente, reconhece de onde esses sons estão vindo e pode focar no som que ele tem interesse de escutar naquele momento, como a fala de um interlocutor, por exemplo, ignorando os outros sons ao redor”, explica a fonoaudióloga da Telex.
De acordo com a neurologista Cristina Simonet, os resultados da pesquisa realizada em Londres revelaram que a perda auditiva e a epilepsia são novos fatores de risco e sintomas precoces para o mal de Parkinson. “É importante que os profissionais do atendimento primário de saúde estejam cientes dessas ligações e entendam o quão cedo os sintomas de Parkinson podem aparecer, para que os pacientes possam obter um diagnóstico o quanto antes e os médicos possam agir precocemente e oferecer tratamentos que possam melhorar a qualidade de vida dos pacientes”, concluiu a autora principal do estudo.
A pesquisa, a mais ampla já realizada na Inglaterra sobre o assunto, acaba de ser publicada na revista científica JAMA Neurology, da American Medical Association.
ASCOM
Imagem de PublicDomainPictures de Pixabay









Imagem de musiking por Pixabay
Imagem de
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Imagem ilustrativa de jessicauchoas por Pixabay
Imagem de Marie Sjödin por Pixabay
Divulgação
Imagem de Michal Jarmoluk por Pixabay
Image by Adriano Gadini from Pixabay
Image by Steve Buissinne from Pixabay
Imagem Ilustrativa | Arquivo: Tribuna do Recôncavo
Imagem de PublicDomainPictures por Pixabay
Imagem gerada por IA
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Video
Imagem de Rudy and Peter Skitterians por Pixabay
Foto: Vinícius Guimarães
Imagem de succo por Pixabay
Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem ilustrativa gerada por IA
Imagem ilustrativa de Alfred Derks por Pixabay
Imagem ilustrativa gerada por IA
IMAGEM: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia
Video
Imagem ilustrativa de Hans Braxmeier do Pixabay
Imagem Ilustrativa de Pexels por Pixabay
Image by Dariusz Sankowski from Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem de fernando zhiminaicela por Pixabay
Arquivo Pessoal
Foto: Cleomário Alves/SJDH
Imagem de ErikaWittlieb por Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem por
PM
Imagem ilustrativa gerada por IA
Reprodução - Tino Alves
Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA
Video 
Fotos: André Frutuôso
Foto: Elisabeth Guerra
Imagem gerada por IA
Imagem Ilustrativa de Harald Landsrath do Pixabay
Foto: Juca Varella/ Agência Brasil
Imagem de adaoaalves por Pixabay
Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil
© Valter Campanato/Agência Brasil
Imagem de
Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil
Imagem Ilustrativa de skeeze por Pixabay
Foto: Wuiga Rubini/GOVBA
Arquivo Pessoal
Imagem de Luk Luk do Pixabay
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Arquivo Pessoal
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
Divulgação
Imagem Ilustrativa | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo.
Foto: PM
Arte ilustrativa criada por IA
Foto: Jackson Santos
Imagem de Rudy and Peter Skitterians por Pixabay
Arte ilustrativa criada por IA
Reprodução/ Vídeo
Foto: PASCOM
Arquivo Pessoal
Foto: Telma Galino
Foto: Edílson Rodrigues/ Agência Senado
Imagem ilustrativa gerada por IA
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem ilustrativa gerada por IA
Foto: Internauta do Tribuna do Recôncavo
Arquivo: Tribuna do Recôncavo
Imagem Ilustrativa | Foto: Maria do Carmo/ Tribuna do Recôncavo
Arquivo | Foto: Ney Santos
Image by Gerd Altmann from Pixabay
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Foto: Dandara Melo Saeb | GOVBA
Arte ilustrativa / IA
Foto: Douglas Amaral
Foto: Amo Animais
Imagem gerada por IA
Imagem ilustrativa gerada por IA
Arte: Tribuna do Recôncavo
Image by Michal Jarmoluk from Pixabay
Image by Kaufdex from Pixabay