Durante uma transmissão ao vivo no Catar, o repórter Rasmus Tantholdt, da TV 2 dinamarquesa, foi interrompido por seguranças, que exigiram o término da gravação e ameaçaram quebrar os equipamentos de vídeo do profissional, caso ele insistisse em realizar sua participação no programa.
“Vocês convidaram o mundo inteiro para cá. Por que motivo não podemos filmar? É um local público. Você quer quebrar a câmera? Vá em frente. Vocês estão nos ameaçando”, questionou Tantholdt para um dos seguranças. O jornalista permaneceu tentando convencer os dois homens que o abordaram que ele tinha autorização, mostrando que possuía as credenciais e licenças necessárias para gravar na localidade. Mesmo assim, os seguranças não recuaram e começaram a tapar a câmera do dinamarquês.
“Diz muito sobre o que é o Catar. Você pode ser atacado e ameaçado enquanto trabalha na mídia livre. Não é um país democrático. Minha experiência após visitar 110 países no mundo é: quanto mais você tem a esconder, mais difícil é pra fazer uma reportagem lá”, desabafou o repórter. Após a situação repercutir mundialmente, o Comitê Supremo do Catar lamentou formalmente o ocorrido, enviando um pedido de desculpas oficial à TV 2.
Metro1

Foto: Reprodução/ TV 2 Danmark















Imagem Ilustrativa de Fernando Zhiminaicela por Pixabay






Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por Pixabay





























Imagem de Sabine van Erp do Pixabay





Imagem da Companhia de Produção de Animação 3D da Pixabay




Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Na foto, um homem falando de frente para outro homem | Imagem de Gerd Altmann por Pixabay




























