Uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas após o desabamento de parte do teto da Igreja São Francisco de Assis, no Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, na tarde desta quarta-feira, dia 5. A vítima fatal é a turista de 26 anos, vinda de São Paulo, Giulia Panchoni Righetto, que estava acompanhada de amigos durante a visita à Igreja. Giulia trabalhava no setor de Recursos Humanos da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) onde se graduou.
A Igreja de São Francisco é tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e foi reconhecida como uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo. A construção no formato atual data dos primeiros anos do século 18. O Superintendente estadual do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Hermano Queiroz, disse que a Igreja Católica e o Vaticano são os responsáveis por garantir as fiscalizações e notificar os possíveis riscos envolvendo os prédios tombados da entidade.
‘Esses templos são da própria igreja. Então, não é o poder público quem vai alimentar essas ações de fiscalização o tempo inteiro, porque cada proprietário é que cuida do seu [patrimônio]’, afirma. Ele reafirma que as vistorias, sejam do Iphan ou da Defesa Civil, só ocorrem a partir de uma denúncia ou notificação. ‘É um procedimento que, de acordo com algum tipo de problemática, é que acontece. A vistoria [ocorre] a partir de quando é chamado, quando é convocado’, concluiu.
Edição: Tribuna do Recôncavo | Informações: Bahia Noticias.

Foto: Arquivo Pessoal























Imagem Ilustrativa de Fernando Zhiminaicela por Pixabay






Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por Pixabay




























Imagem de Sabine van Erp do Pixabay





Imagem da Companhia de Produção de Animação 3D da Pixabay




Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Na foto, um homem falando de frente para outro homem | Imagem de Gerd Altmann por Pixabay























