Após dias regados à muita música e diversão coletiva, o término do Carnaval tem gerado a sensação de vazio e melancia em muitos foliões. Mas afinal, porque isso acontece? De acordo com a psicóloga do Grupo Hapvida NotreDame Intermédica, Geane Santos, ficar triste no final da festa é tão natural quanto se preparar para ela, ainda mais quando se trata da maior folia momesca do planeta.
“O carnaval teria como função, a necessidade do ser humano fugir da realidade. Como uma válvula de escape. São dias de pura entrega a plena fantasia, e é justamente no momento que isso acaba que surgem esses sentimentos”, afirma.
Para a especialista, o sentimento de tristeza é normal e faz do processo de crescimento e desenvolvimento humano, afinal sempre podem existir problemas ou situações que nos deixam abatidos no nosso cotidiano. Todavia, é importante para aqueles que apresentam maior dificuldade em se despedir das festividades em geral, que avaliem, com um profissional capacitado, por quais razões se sentem dessa forma.
“Geralmente, a tristeza deve ser passageira, tendo um período curto de duração, e não requer tratamento. Ao mesmo tempo em que a saudade pelos momentos vividos também é algo natural e saudável”, sinaliza Geane, reforçando ainda, que a depressão é um transtorno que afeta o humor, na qual a pessoa tem a sensação persistente de tristeza não importa a ocasião.
Ela ultrapassa o período de duas semanas, e é acompanhada de uma variedade de sintomas físicos e comportamentais. Importante ressaltar que para esse último, o indivíduo não estaria apresentando sintomas relacionados ao carnaval, e sim a todo um contexto natural de vida. No entanto, é no período de Carnaval que as pessoas têm o poder de permitir um rebaixamento significativo da censura, possibilitando trazer à tona personagens e desejos ocultos, que podem se manifestar diante do poder misterioso das fantasias.
“Escondemos nossa realidade atrás das nossas máscaras. Esse é o poder e ao mesmo tempo a mágica por trás da festa”, declara a psicóloga.
Com todas as lembranças físicas, emocionais e sensoriais, é natural e comum o saudosismo, o desejo de voltar a viver tudo novamente. O que não é correto é a permanência dessas sessões por um tempo mais prolongado, dando vazão ao surgimento de outras sensações, como a falta de ânimo, um estado de espírito cansado diante dos acontecimentos do cotidiano e da vida, uma apatia que pode nos sinalizar um início de um humor mais deprimido e ansiedade.
ASCOM


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