O aproveitamento de resíduos da mineração em novas rotas tecnológicas, na agricultura, na construção civil e na indústria química é um dos assuntos que a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) vem discutindo com pesquisadores, técnicos e gestores públicos e privados. Trata-se de dá novas destinações, sustentáveis e também viáveis economicamente, para materiais sólidos resultantes dos processos de beneficiamento aos quais são submetidas as substâncias minerais.
Um dos debates realizados, recentemente, pela CBPM contou com a presença do engenheiro e conselheiro do Instituto Politécnico da Bahia (IPB) Lenaldo Cândido de Almeida. Para o representante do IPB, instituição que tem mais de um século de existência e é mãe, por assim dizer, da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, a discussão é pertinente e precisa de aplicações, pois ainda são pouquíssimas as empresas que estão se fazendo valer dessa nova cadeia produtiva.
“Quando fui convidado a participar logo aceitei, pois eu acho importante a gente valorizar esses recursos que as companhias já possuem. A Bahia tem um potencial enorme, mas, na prática, a coisa requer estudo, planejamento e ação. O entusiasmo não é suficiente, digo isso com base na experiência do IPB, que é a segunda mais antiga instituição de engenharia do Brasil”, salienta.
Discussões colaborativas e ações
Cada contribuição de profissionais de áreas distintas tem enriquecido as proposições da CBPM com relação ao uso de resíduos. Entre elas estão os técnicos da SEAGRI (Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura). Durante a reunião sobre a temática, os técnicos Djalma Pereira Seixa e Ismael Medeiros chamaram a atenção para a necessidade de uma maior divulgação dos resultados obtidos com o uso de remineralizadores – uso de pó de rocha como fertilizante na agricultura.
“A gente precisa difundir isso de uma forma mais direta, com uma linguagem mais aberta para o pequeno produtor entender, para o grande entender. Nós temos serviços e conhecimentos, com base em nossas experiências que também podem ser aproveitados”, diz Ismael Medeiros, que é geólogo.
Nessa troca de ideias, também estão profissionais das áreas de análises estatísticas, planejamento estratégico e desenvolvimento, como Edgar Porto da SEI (Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia), Ranieri Barreto e Antonio Valença da SEPLAN (Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia).
“Na conjuntura atual, quando está havendo uma crise no suprimento de insumos agrícolas, principalmente de corretivos de solo e outros materiais que são importados, além do valor econômico que o resíduo possui, temos argumentos suficientes para valorizar e não desprezar esse material, esse insumo”, destaca Valença, que é coordenador executivo de projetos especiais na SEPLAN, órgão que irá desenvolver um estudo inédito sobre o aproveitamento de resíduos da mineração.
CBPM


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