Presente em uma parcela da população idosa, a doença de Parkinson tem características específicas e requer cuidados e atenção. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 1% da população mundial é acometida por esta doença, por isso, a fim de alertar a população pela busca do diagnóstico precoce, o dia 11 de abril foi escolhido como o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson. A data foi instituída em toda a sociedade mundial da saúde como alerta para a prevenção e tratamento, que afeta milhares de pessoas com mais de 65 anos.
Um sintoma muito característico é o tremor. Isso faz com que o grau de dificuldade em realizar determinadas tarefas aumente e comprometa a autonomia da pessoa idosa. “A segurança do assistido nessas condições é essencial, principalmente para auxiliar na locomoção. O parkinson provoca rigidez da musculatura das pernas e dos braços, o que pode acarretar em perda de equilíbrio que dá margem às quedas e fraturas. Nesses casos, é importante reorganizar os móveis da casa e adaptá-los às necessidades da pessoa idosa, facilitando o acesso aos locais de convívio e prevenindo acidentes. O apoio emocional da família ao idoso também tem papel importante, pois ajuda a diminuir a ansiedade e compreender a situação”, aponta Janaína Rosa, coordenadora técnica da Home Angels, rede de cuidadores de pessoas supervisionadas.
A doença, que consiste em uma degeneração do sistema nervoso central, é crônica e progressiva. A principal causa está ligada a diminuição da produção de dopamina, um neurotransmissor que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas. O processo natural de envelhecimento já faz com que as células nervosas percam suas funcionalidades, porém, alguns indivíduos as perdem em um ritmo mais acelerado e assim manifestam os sintomas do Parkinson. “A dopamina auxilia na realização de movimentos voluntários de maneira automática. Dessa forma, não precisamos pensar se vamos levantar o braço ou não, por exemplo, pois essa substância está em nosso cérebro e auxilia nesse processo. Sem a presença de dopamina e com a diminuição das células, a doença aparece e os movimentos ficam comprometidos”, explica a coordenadora.
Como a doença de Parkinson afeta os movimentos, há um impacto direto na realização das atividades cotidianas da pessoa idosa. É importante, portanto, criar uma rotina e planejar as atividades antes de iniciá-las, isso faz com o idoso sinta-se seguro para fazê-las. “Contar com um cuidador para planejar e auxiliar nessas atividades faz total diferença na rotina do acometido. Muito além de alguém para ajudá-lo, essa é uma companhia para tornar os dias mais leves e menos solitários”, completa Janaína.
ASCOM


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