Por Dr. Jorge Luiz Araújo Filho (Dr. Biossegurança)
Usar máscara em sociedade é algo já bem comum há tempos em vários países asiáticos e europeus. Há poucos meses, o hábito parecia bem estranho para nós, brasileiros. “Usar uma máscara de proteção? Que exagero…”, diziam alguns. Com a chegada e intensificação da pandemia da Covid-19 no País, essa visão foi mudando radicalmente.
Hoje, cada vez mais chega a informação a todos os cantos do Brasil de que é necessário, sim, e em vários lugares, obrigatório, usar máscaras de proteção sempre que sair de casa for necessário, além de manter o distanciamento social e seguir as regras de higienização das mãos, procurando nunca as levar ao rosto. Assim, estamos ajudando a proteger a todos.
“A princípio, conseguir uma máscara parecia simples. No início da pandemia, quem tinha mais recursos logo partiu para a compra de máscaras pela Internet, por vezes a custos inflacionados e sem saber direito o que estava comprando. Quem tinha menos recursos fazia uma máscara caseira, com tecido que já tinha em casa. Ambas as escolhas, em geral, foram feitas sem muita informação a respeito de tecidos, nível de real proteção e conforto respiratório e, o mais importante, porcentagem efetiva de proteção contra a Covid-19. Na época, ainda havia escassez de máscaras cirúrgicas para profissionais da saúde e a confecção de máscaras caseiras foi amplamente incentivada. Hoje, a realidade não é mais a mesma”, afirma o Dr. Biossegurança, consultor da loja online Máscara Delivery Original.
Atualmente, é possível encontrar máscaras dos mais variados tipos no mercado, mas nem sempre com garantia de qualidade, possibilidade de troca, com informações precisas para que a pessoa saiba o que está comprando. Como fazer para saber se uma máscara oferece proteção efetiva contra o novo coronavírus, com conforto respiratório?
Buscando responder a estas dúvidas, o Dr. Biossegurança reuniu algumas considerações. Confira:
– Só compre máscaras de fornecedores idôneos – como em qualquer compra, é importante que você saiba para quem poderá reclamar caso as máscaras possuam qualquer problema ou não cumpram com o prometido. Alguns exemplos: tecidos que não protegem, elásticos frouxos, soltos, má fixação no rosto, deixando a pessoa mais exposta a contrair Covid-19.
– Exija a apresentação do teste de filtragem e certificações. Esses são documentos que o fornecedor de máscara pode encaminhar ao cliente e que endossam e comprovam a real qualidade e nível de proteção das máscaras.
– Nem todo o TNT é seguro ou amigável à pele. Na Internet ou na rua, busque saber sobre a qualidade do TNT.
– Cuidado com as máscaras falsas. Existem pessoas mal-intencionadas no mercado vendendo, por exemplo, máscaras de TNT simples ou até mesmo de três camadas, mas que pouco protegem contra a Covid-19, pois dizem que possuem (mas não possuem) a principal barreira, que é o filtro meltblown. Por não terem este filtro, a proteção destas máscaras chega a no máximo 40%, enquanto as máscaras que realmente são de TNT SMS com filtro meltblown chegam a proteger até 98%.
– Considere as máscaras de TNT SMS com filtro meltblown. Elas são produzidas para uso civil e profissional e oferecem mais de 96% de proteção contra a Covid-19 de acordo com os testes de filtragem e ótima respirabilidade, com clipe que não deixa embaçar os óculos. Suas três camadas são compostas de uma camada exterior de tecido não tecido (TNT) com característica hidrofóbica (repele água), uma camada intermediária de tecido fundido (filtro meltblown) e uma outra camada interna de TNT amigável à pele. “Essa sobreposição faz toda a diferença para 96% de retenção de partículas e conforto respiratório”, atesta o Dr. Biossegurança.
– A máscara caseira de dupla ou tripla camada, além de oferecer capacidade de filtragem mais baixa, também não permite bom fluxo respiratório, o que traz incômodo respiratório para quem a estiver usando, especialmente se a pessoa estiver andando ou praticando esportes. O desconforto na respiração e às vezes também nas orelhas ou com o uso de óculos podem fazer com que a pessoa retire a máscara ou toque nela, na tentativa de aliviar o incômodo ou respirar melhor, gerando risco de transmissão do novo coronavírus. Por fim, tanto o nível de conforto respiratório como o de proteção de uma máscara caseira não se comparam ao de uma máscara profissional, de acordo com a maioria dos estudos.
– Confira se a máscara tem clipe nasal – Ele ajuda tanto a não embaçar os óculos, como possibilita que a máscara se encaixe melhor e não caia do rosto (o que eliminaria a capacidade de proteção oferecida).
“Em resumo, informação confiável é tudo de que precisamos na hora de usar a máscara de proteção. Existem fake news (notícias falsas) a respeito, por isso é necessário cuidado, checagem e bom senso. Aos poucos, as pessoas vão se informando mais e fazendo escolhas mais conscientes a este respeito”, finaliza o Dr. Biossegurança.
SUGESTÃO: As máscaras de TNT SMS com filtro meltblown da Pradix, confeccionadas conforme as orientações vistas nesse artigo, estão disponíveis no Máscara Delivery
Sobre a Máscara Delivery
E-commerce do Grupo Procomex, especializado em comércio exterior, há 25 anos atende diferentes demandas de importação e exportação, proporcionando aos clientes operações seguras e confiáveis. Mais informações podem ser obtidas em www.mascaradeliveryoriginal.com.br e www.mascaradelivery.com.br.
Sobre o Dr. Biossegurança
Dr. Jorge Luiz Araújo Filho (Dr. Biossegurança) é Bacharel em Ciências Biológicas (UFPE), Mestre em Patologia (UFPE), Doutor em Ciências Biológicas pela UFPE (2011) e especialista em Ativação de Processos de Mudanças na Formação Superior de Profissionais de Saúde (ENSP/FIOCRUZ). Experiência administrativa na Coordenação do Eixo Básico do Curso de Medicina (UNIFIP); Facilitador de Grupo Tutorial na Metodologia da Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP/PBL) no Curso de Medicina. Atua como Professor, Palestrante e Consultor em Biossegurança.
Matéria: Cecilia Loreto Mack, Vilma Nogueira e Jeferson Vieira/ Agência Comunicado


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