Não é novidade que o conceito de família vem sendo adaptado ao longo das últimas décadas. Mesmo com lutas que ainda são travadas por mais respeito, aceitação e espaço, as novas famílias se baseiam exclusivamente no amor para se estabelecerem como núcleos. A novidade agora vem dos avanços da medicina reprodutiva. Um método que já vem sendo utilizado – com mais constância nos últimos anos – permite a casais homoafetivos formados por duas mulheres, que concebam filhos.
O método ROPA é um procedimento simples, que possibilita que a maternidade seja compartilhada entre as duas mulheres que formam o casal. A sigla faz referência às iniciais do nome do procedimento, em inglês. “Reception of Oocytes from Partner”. Traduzido para o português, a expressão significa algo como “Recepção de óvulos da Parceira” ou, de forma simplificada, “Maternidade Compartilhada”.
O IVI Salvador já realizou o método ROPA nesses últimos dois anos, em 27 casais. “A medicina reprodutiva nos permite realizar os sonhos das pessoas. Durante muito tempo, casais nos procuravam com dificuldades para engravidar. Agora, graças a estudos e técnicas mais recentes, podemos auxiliar qualquer pessoa na busca pelo seu sonho. Isso é muito mais importante considerando o momento que nossa sociedade vive”, conta o médico do IVI Salvador, Dr. Agnaldo Viana.
Método ROPA
É através da adoção dessa técnica, que as duas parceiras se tornam mães conjuntamente durante a obtenção da gravidez. E isso ocorre de uma forma bastante prática e sem segredos. O Método ROPA basicamente consiste em um tratamento que usa a mesma base da fertilização in vitro (FIV). A diferença é que uma das mulheres vai fornecer os óvulos, enquanto a outra gestará o bebê.
Após a coleta dos óvulos da primeira mulher (considerada a mãe genética), eles são fertilizados – usando a mesma sequência de uma FIV tradicional; nesse caso utilizando de um banco de sêmen. Depois de fertilizados, os melhores embriões são transferidos para a segunda parceira, que dará prosseguimento à gestação, até o momento tão aguardado, do parto.
Para que o tratamento funcione de forma efetiva, é preciso que tudo seja sincronizado. As menstruações das duas pacientes, tanto a que doará os óvulos, como a da que receberá os embriões, precisam ser no mesmo período. Normalmente para que isso aconteça de forma programada, se recorre ao uso de medicamentos que equilibram esses períodos.
Desse modo, as duas mulheres parceiras vão participar do processo de gravidez que trará o tão sonhado filho para a nova família.
Mães², um guia para famílias de duas mães
Dando sequência a um projeto educativo, de conteúdos gratuitos e digitais disponibilizados para o público, o IVI Salvador acaba de lançar um guia que traz depoimentos de especialistas, informações médicas e explicações sobre todo o tratamento com o Método ROPA. Batizado de “Mães², um guia para famílias de duas mães”, o material já está disponível no site (https://ivi.net.br/guia-duas-maes).
Sobre o IVI – RMANJ
IVI nasceu em 1990 como a primeira instituição médica em Espanha especializada inteiramente em reprodução humana. Para mais informações, acesse: (www.rmanj.com).
Matéria: “Pietro Raña – Pipa Comunicação


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