O presidente americano Joe Biden assinou a lei que autoriza o aumento do limite da dívida dos Estados Unidos neste sábado, dia 3.
O Congresso americano aprovou a legislação nesta semana, depois que Biden e o presidente da Câmara, Kevin McCarthy, chegaram a um acordo após negociações tensas.
O Departamento do Tesouro alertou que não conseguiria pagar todas as suas contas em 5 de junho se o Congresso não agisse até então.
Na sexta-feira, dia 2, em um pronunciamento no Salão Oval, ela já havia anunciado que faria isso para eliminar a ameaça “catastrófica” de um default da maior economia do mundo.
Em horário nobre na televisão e atrás de sua mesa histórica, Biden garantiu, ao vivo e em rede nacional, que o acordo bipartidário foi um compromisso no qual “ninguém conseguiu o que queria”.
“Encontrar um consenso além das diferenças partidárias é difícil. A unidade é difícil, mas nunca devemos deixar de tentar”, afirmou o democrata de 80 anos em seu breve pronunciamento.
Sem um acordo, os Estados Unidos corriam o risco de entrar em default, deixando de pagar suas obrigações a partir de segunda-feira, 5 de junho, a data-limite estabelecida pelo Tesouro.
Isso provavelmente desencadearia pânico nos mercados, enormes perdas de emprego e uma recessão, com implicações mundiais. “Nada teria sido mais irresponsável e catastrófico”, disse o presidente.
Nos Estados Unidos, os presidentes sempre reservaram os discursos no Salão Oval para momentos de grave perigo ou de importância nacional. Contudo, mesmo que a Câmara dos Representantes e o Senado tivessem deixado de lado suas diferenças e chegado a um acordo de última hora, a reputação da economia de Estados Unidos acabou arranhada.
Nesta semana, o Congresso dos Estados Unidos aprovou o projeto de lei que suspende o teto da dívida federal do país até janeiro de 2025, o suficiente para passar pela disputa presidencial de 2024 sem que haja uma nova queda de braço. Além disso, estabelece certos limites para os gastos federais e prevê um corte de 10 bilhões de dólares (R$ 49,5 bilhões) nos recursos destinados ao fisco para modernização e intensificação de controles.
Biden, que tentará a reeleição em 2024, vê a dramática resolução desta crise política como uma vitória, ao demonstrar sua capacidade de negociação.
O presidente aproveitou a ocasião para projetar um tom de confiança e calma. Em um discurso temperado com risadas e sorrisos, Biden louvou seus adversários por negociarem de boa-fé e confessou aos americanos que jamais havia se sentido tão otimista. O Congresso, prosseguiu o mandatário, agora preserva “a fé completa e o crédito dos Estados Unidos”.


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