Segue até o dia 15 de junho a exposição “Adriana Varejão – Por uma retórica canibal”, que, pela primeira vez, reúne em Salvador um conjunto significativo da obra da artista carioca, um dos nomes mais respeitados das artes visuais do Brasil.

A mostra itinerante, com curadoria de Luisa Duarte, estreou na capital baiana, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), onde foi aberta no dia 16 de abril, já tendo contabilizado mais de 3 mil visitas no primeiro mês, e circulará em cidades brasileiras fora do eixo Rio-São Paulo, seguindo daqui para Recife.

São exibidas 20 obras dos mais de 30 anos de trajetória de Adriana Varejão, realizadas entre 1992 e 2016, incluindo trabalhos seminais como “Mapa de Lopo Homem II” (1992-2004), “Quadro Ferido” (1992) e “Proposta para uma Catequese”, em suas Partes I e II (1993). A visitação é gratuita, de terça a sábado, exceto feriados, das 13h às 18h.

Foto: Patricia Almeida

O recorte curatorial da exposição busca enfatizar como muito antes dos estudos pós-coloniais estarem no centro do debate da arte contemporânea. Adriana Varejão já desenvolvia uma pesquisa cuja inflexão está centrada justamente em uma revisão histórica do colonialismo. A mostra descortina diferentes fases de sua produção na cidade com a maior herança africana do Brasil e responsável por inspirar parte de sua poética.

Adriana Varejão é representada pelas Galerias Fortes D’Aloia & Gabriel, Gagosian e Victoria Miro.

 

SERVIÇO

O que: Adriana Varejão – Por uma retórica canibal

Visitação: 17 de abril a 15 de junho de 2019 (terça a sábado, exceto feriados), 13h às 18h

Onde: Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)

Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão, Salvador – Bahia

Quanto: Gratuito

Classificação indicativa: Livre

 

Produção: Automatica

Arquitetura: Alvaro Razuk

Comunicação visual: Bloco Gráfico

Patrocínio: Galeria Almeida e Dale

 

Editado por Tribuna do Recôncavo | Informações: ASCOM