Foram cinco dias de programação, com mais de 80 atrações de diferentes estilos. Música afro, reggae, arrocha, axé, antigos carnavais, samba, hip-hop, guitarra baiana, além de orquestras e bailes infantis. Tudo para animar os foliões que optaram por fugir do circuito dos trios elétricos e curtir o Carnaval no Circuito Batatinha. O Largo do Pelourinho e as praças Pedro Archanjo, Tereza Batista e Quincas Berro D’Água receberam um público que prefere um ambiente mais familiar.
“Esse é o Carnaval da cultura, um carnaval democrático, que acontece em uma cidade de pequeno porte, que é o Pelourinho. Esse é o espaço que o baiano, o folião e quem gosta de Carnaval se sente bem. Esse ano foi atípico [positivamente]. Eu acho que o folião está mais consciente, mais maduro e ele veio buscar aqui no Pelourinho o Carnaval dos seus sonhos, que dá alegria, segurança e tranquilidade para si e para toda família”, avaliou a secretária estadual de Cultura, Arany Santana.
Nesta terça-feira (5), último dia de programação, a apresentação do projeto Aya Bass, com as cantoras Larissa Luz, Luedji Luna e Xênia França, celebrou o poder das mulheres negras na música baiana. Realizado no Largo do Pelourinho, o show levou para o público releituras contemporâneas de músicas de cantoras baianas e canções autorais do repertório de cada artista, em versões especiais e duetos inéditos.
Entre os foliões, a operadora de caixa Elisangela Santos não abre mão de curtir o Carnaval com a família no Circuito Batatinha. “É um Carnaval tranquilo, de paz, você pode trazer seus filhos para brincar. Não tem briga, não tem violência”, afirmou.
Bahia.ba

Foto: Paula Fróes/ GOVBA



































Imagem de Sabine van Erp do Pixabay





Imagem da Companhia de Produção de Animação 3D da Pixabay




Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Na foto, um homem falando de frente para outro homem | Imagem de Gerd Altmann por Pixabay































Imagem de Alterio Felines do Pixabay
















