Até novembro deste ano, as águas temperadas e claras do Litoral baiano têm um extraordinário espetáculo a mais. A temporada de observação das baleias jubartes já começou e deve registrar maior concentração de cetáceos até o mês de outubro. Especialistas indicam que cerca de 20 mil baleias passarão pela costa brasileira nesse período.
A temperatura das águas é o principal atrativo e transformou o litoral baiano em área de reprodução das baleias jubartes. Ao longo do litoral da Bahia, é possível observá-las em Salvador, Praia do Forte, Morro de São Paulo, Itacaré e Caravelas (Abrolhos). O arquipélago de Abrolhos, a seis milhas náuticas da costa de Caravelas, é considerado o maior berçário desses animais que encantam milhares de turistas todos os anos.
Embarcações de turistas partem de Caravelas em direção a Abrolhos, em um deslocamento de aproximadamente quatro horas, até que os visitantes possam assistir ao espetáculo das baleias, seus jatos de água e movimento da cauda. Protegidas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pela Marinha, os animais sentem-se seguros para dar saltos, exibindo até dois terços do corpo, o que faz a alegria dos visitantes.

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Segundo Sérgio Cipolotti, biólogo do Projeto Baleia Jubarte, a temporada de avistamento é uma oportunidade para potencializar o turismo no litoral.
“É possível desenvolver um turismo de experiência com animais em seu habitat natural, o que gera grande atrativo para as localidades costeiras, além de renda e empregos para as comunidades locais”, destaca o biólogo.
Cuidados
Para garantir uma atividade turística responsável e que valorize o bem-estar dos animais são necessários alguns cuidados. Antes do embarque, o turista assiste a uma palestra para nivelamento de conhecimentos sobre as baleias, seu comportamento e detalhes sobre a atividade. Depois é distribuído um folder sobre o turismo de observação de baleias.
“Assim, os turistas já embarcam nos cruzeiros de observação com informações prévias e sabendo da legislação que regulamenta esta atividade (Portaria IBAMA N°117)”, pontua Sérgio.
Ainda de acordo com o biólogo, o Projeto Baleia Jubarte capacita, anualmente, marinheiros, mestres de embarcações e agentes de turismo para orientar turistas quanto às normas de avistagem. Esses profissionais acompanham os passeios promovidos por operadoras parceiras do projeto para garantir um contato responsável com os animais.
Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Ascom/ Setur


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