O Governo da Bahia realizou, em 2026, a maior edição do Programa Ouro Negro desde sua criação, reforçando a presença das expressões culturais afro-baianas no Carnaval. Ao completar 18 anos de criação, a iniciativa atinge a maturidade e coloca a cultura afro-baiana como protagonista no Carnaval baiano, com investimento recorde e presença ampliada nos diversos circuitos da festa.
Programa realizado por meio das secretarias de Cultura (SecultBA) e da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), o Ouro Negro destinou este ano R$17 milhões para apoiar 134 entidades de matriz africana, sendo 95 delas no Carnaval de Salvador. Durante os seis dias de folia, o incentivo garantiu a presença de blocos afro, afoxés e outras manifestações ligadas à cultura negra, como grupos de samba, reggae e blocos de índio.
Em 2026, o programa também contemplou festas populares e no interior do estado, incluindo eventos como a lavagem do Bonfim, as festas de Santo Amaro e Itapuã, além da Micareta de Feira de Santana.





























































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