É o Nordeste que traz a avaliação mais positiva e otimista do país em relação à economia brasileira, registrando números melhores dos que os de 2022 embora haja percepção de que os preços continuam muito altos.
Esse é um dos resultados da última pesquisa Radar Febraban Ipesp nas regiões brasileiras, realizada entre os dias 22 e 29 de junho. Para 48% da população nordestina, a economia do Brasil está melhor em relação a 2022, enquanto 30% acha que a situação continua igual e 19% acredita que a situação econômica piorou.
Os que apostam que a economia do país deve melhorar até o final do ano são 59%, bem acima daqueles que entendem que a situação permanecerá a mesma ou piorar (19%, ambos). O Nordeste é a região mais positiva e otimista do país, observando-se tanto a avaliação da evolução da economia quanto a expectativa até o final do ano.
Preços muito altos
Mesmo otimista, a maior parte das pessoas (53%) disse que os preços aumentaram muito. Para 42%, a inflação e o custo de vida vão aumentar; 24% pensam que permanecerá igual e 31% entendem que irá diminuir. Quanto à expectativa de melhoria na vida pessoal e familiar, a pesquisa traz números também positivos: 46% responderam que a vida melhorou, 35% acham que está na mesma e 17% disseram que está pior.
Em contrapartida, para 74% dos entrevistados essa situação pessoal melhora ainda este ano. A região Nordeste é uma das mais otimistas nesse quesito, junto com o Norte (75% de otimismo). Os que acreditam que fica na mesma são 16% e outros 7% temem que a situação piore até o final de 2023.
A pesquisa revela ainda qual a opinião da população sobre como será o comportamento de alguns aspectos da economia nos próximos seis meses. Para 44% dos entrevistados, o desemprego vai diminuir; 31% pensam que vai aumentar e 23% entendem que ficará igual. O acesso ao crédito das pessoas e das empresas deve aumentar para 43% dos entrevistados; 28% acreditam que esse acesso fica na mesma e 22% apostam que irá diminuir.
Ainda segundo a pesquisa, o poder de compra das pessoas deve aumentar no entendimento de 43% dos entrevistados; 27% pensam que fica na mesma, mesmo percentual daqueles que avaliam que esse poder diminuirá. Os que acham que a taxa de juros Selic ainda vão aumentar atingem 45%, enquanto 24% acreditam que permanecem na mesma e 27% apostam que a taxa vai cair.
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ASCOM.


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