Na manhã desta segunda-feira, dia 27, quatro professoras e um aluno foram esfaqueados dentro da Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, em São Paulo. O agressor, um aluno de 13 anos, foi desarmado por professoras, apreendido por policiais e levado para o 34° DP, onde o caso foi registrado.
A polícia havia informado que dois alunos tinham sido atingidos, porém, um deles foi socorrido em estado de choque, mas sem ferimentos. A outra criança ferida sofreu um corte superficial no braço e foi levada a um hospital da região. Segundo a mãe de outro aluno, ele tentou salvar uma das professoras. As vítimas foram levadas para os hospitais das Clínicas, Bandeirantes, Universitário e São Luís.
Uma das professoras, Elisabete Tenreiro, de 71 anos, teve uma parada cardíaca e morreu no Hospital Universitário, da USP.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que cumpre agenda fora do país, lamentou por meio das redes sociais “Não tenho palavras para expressar a minha tristeza”, escreveu ele. Freitas disse que estuda colocar policiais em escolas de forma permanente.
O prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), também lamentou o ataque. “Uma tragédia que nos deixa sem palavras”, disse.
Na porta da escola, pais relataram que agressões físicas entre os alunos são constantes na escola. Outros responsáveis afirmam que brigas são frequentes na escola. Os pais apontam que as confusões são causadas, principalmente, por causa de bullying e racismo.
“Meu filho está bem. Infelizmente, a professora foi embora. Ele tentou defender. Infelizmente, perdeu”, disse Ronaldo Borges, pai do aluno que tentou salvar a professora durante o ataque. “[O agressor] é um aluno doente, infelizmente. Meu filho tomou uma facada do braço. Pelo que deu para ver, a facada foi para acertar ele. No braço, nas costas, no supercílio. Estudavam juntos na mesma sala”, completou Ronaldo.
Os responsáveis que chegavam desesperados, se aglomeraram na frente da instituição na tentativa de retirar os filhos que ainda estavam em horário de aula. Aos poucos, foi feita a retirada dos estudantes. Algumas crianças saiam desnorteadas e outras chorando.
“Na sala dele, na semana passada, teve uma briga por racismo, um pulou em cima do outro. É muita briga nesse colégio. Falei que ter uma polícia lá e falavam que não podia fazer nada, tem que ser o Estado”, contou a Maria Das Graças, mãe de um aluno que estuda na sala do responsável pelo ataque.
A mãe de um outra aluna afirmou que a filha contou que o ataque nesta manhã aconteceu em razão de uma confusão anterior, em que a professora “Beth” (Elisabete Tenreiro, 71) teria apartado os alunos, impedindo que o autor agredisse a um outro aluno.
“O menino (autor do ataque) ameaçou um outro aluno que chama Daniel e a professora Beth, que é uma das melhores da escola, não deixou. Então, o adolescente atacou a professora. A minha filha, aluna do sexto ano, disse que o menino já planejava vir para matar o adolescente. Não sei o motivo das brigas. Minha filha ainda está muito nervosa e só me contou esses detalhes. A escola é uma escola de período integral e não tem estrutura para isso”, relatou a doméstica, Maria José Fernandes.
Edição: Pietra Dantas – estagiária | Supervisão: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1.


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