Servidores que divulgaram em um canal oficial da Presidência da República um vídeo no qual o golpe militar de 1964 é defendido não tiveram “dolo nem culpa” e erraram devido à “sobrecarga de trabalho”, afirmou a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) do Palácio do Planalto à Folha, após pedido feito pela Lei de Acesso à Informação (LAI).
O órgão, contudo, não informou os nomes e cargos dos servidores que teriam cometido o erro nem detalhou o que seria a mencionada sobrecarga de trabalho. Conforme a secretaria, a divulgação da peça ocorreu por erro procedimental em conta institucional mantida pela Secom no aplicativo de mensagens WhatsApp.
“Não houve dolo nem culpa dos servidores envolvidos no caso, ao contrário [sic], são pessoas de reputação ilibada e que diante da sobrecarga de trabalho se equivocaram ao veicular um vídeo privado, supostamente achando que fora produzido internamente pela Secom/PR”, diz a nota.
O empresário Osmar Stábile, da BendSteell, já reconheceu ter financiado o vídeo. Segundo a Secom, Stábile não recebeu recursos públicos para a produção do material.
Bahia.ba


Image by antonbe from Pixabay



































Imagem de Amber Clay por Pixabay

















Imagem Ilustrativa de Manfred Richter por Pixabay







Image by StartupStockPhotos from Pixabay












Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Imagem de Witch Fiction por Pixabay




















