Tem coisas que acontecem de repente e, sem mais nem menos, deixam aquela sensação amarga de solidão entre as paredes dos lares que se tornaram refúgio em meio a pandemia do coronavírus. Por mais que a descrença de ser surpreendido por uma paixão arrebatadora em meio ao isolamento social seja grande, a tecnologia está aí para provar que o amor não entra em quarentena.
Em uma rotina até então marcada pelo imediatismo, a pandemia chegou para desacelerar e, para os brasileiros, o isolamento social serviu para aguçar a criatividade na hora da conquista. É o que revela o aplicativo de relacionamentos The Inner Circle, que realizou uma pesquisa com 1 mil brasileiros, solteiros e abertos a um relacionamento.
O estudo O Cenário dos Encontros analisou profundamente como as pessoas solteiras estão se sentindo e se comportando enquanto navegam neste novo território das paqueras, e apontou que, mesmo à distância, homens e mulheres continuam otimistas e animados quando o assunto é a busca por um amor.
Naturalmente, o bate-papo sobre coronavírus está dominando as conversas. Desde que o Brasil começou a adotar medidas de isolamento em meados de março, houve um grande aumento nas menções a “isolamento” (639%), “pandemia” (221%) e “distanciamento social” (158%) no The Inner Circle. E parece que o passatempo favorito dos solteiros durante a quarentena é a “Netflix”, cujas menções tiveram um crescimento de 110%.
Os baladeiros também seguem animados e, já que não dá para sair, “festa em casa” tem sido a solução, as menções ao termo aumentaram impressionantes 4208%. O “rolo de papel higiênico” também foi um ponto de discussão pouco antes do início da quarentena, quando as pessoas estavam em pânico fazendo compras, mas agora tem tido um declínio e diminuiu em 80% nas conversas.
Encontros à distância
Embora os brasileiros tenham menos encontros agora, eles definitivamente ainda estão se relacionando. Ao contrário de solteiros em outras partes do mundo que estão achando sem sentido paquerar durante a pandemia, os brasileiros vêm achando isso interessante (26%) e divertido (24%).
No Reino Unido, onde a pesquisa também foi aplicada, os ingleses estão menos animados. 33% disseram que os encontros agora não são prioridade e 20% acreditam que a paquera virtual é desafiadora, e realmente pode ser, afinal como manter o contato com o match sem a previsão de um encontro cara a cara?
Enquanto as mensagens de texto ainda dominam na hora da sedução, tendo os chats dos aplicativos de relacionamento (65%) e o WhatsApp (56%) como principais ferramentas, os brasileiros também têm utilizado as chamadas de vídeo (44%) e as ligações telefônicas (30%) para manter a chama da paquera acesa. Na região centro-oeste (54%), por exemplo, os solteiros são grandes fãs da vídeo-chamada, já os da região norte (26%) ainda preferem trocar mensagens.
“Os brasileiros costumam ser mais abertos a paquera e nosso estudo provou que eles continuam com o mesmo sentimento, mesmo durante a quarentena. A tecnologia é uma importante aliada neste momento e pode ajudar os solteiros a se conectarem de verdade e encontrarem um amor enquanto ainda estão em casa”, comenta David Vermeulen, fundador e CEO do The Inner Circle.
Sem a possibilidade de contato humano imediato e com um foco renovado em conversar, três em cada cinco (76%) solteiros brasileiros acreditam que a COVID-19 fez as pessoas se preocuparem mais em encontrar uma conexão e quase a metade (46%) acha que isso ajudou a combater o mau comportamento nos encontros.
46% das mulheres também disseram que, com o relacionamento online, não há pressão para que o encontro aconteça logo, o que lhes dá mais tempo para criar intimidade com o novo crush. Graças a isso, homens (36%) e mulheres (40%) afirmaram que agora têm conversas mais significativas, e acreditam que as pessoas estão, em geral, mais simpáticas (27%).
Prova de que os novos encontros virtuais estão realmente sendo levados a sério é que dois em cada cinco (42%) solteiros estão otimistas que é possível encontrar um parceiro de longo prazo durante a crise, apesar de o ânimo ser maior entre os mais jovens. 33% das pessoas na faixa etária de 18 a 34 anos admitiram que é provável, mesmo que pouco, que eles criem vínculos com um match em um app de relacionamento durante o distanciamento social.
Eles também estão mais carentes com a solidão e disseram que a pandemia fez com que quisessem mais um parceiro(a) do que queriam anteriormente (35%). Já entre os brasileiros mais maduros, a expectativa de encontrar um amor verdadeiro é um pouco menor, 26% entre 34-54 anos e 22% para quem tem mais de 55 anos.
Por outro lado, uma coisa é certa: encontros reais não vão faltar quando a quarentena finalmente terminar. Oito em cada 10 (81%) solteiros que estão trocando mensagens com alguém durante a pandemia acreditam que eles vão sim seguir com o date após o isolamento.
Nota: O estudo foi realizado pela Opinium, em nome do The Inner Circle. Uma pesquisa online foi realizada entre 8 de abril de 2020 e 14 de abril de 2020. Os entrevistados incluíram 1.005 adultos brasileiros, solteiros e abertos a um relacionamento.
Sobre o The Inner Circle
Fundado em 2012 em Amsterdã (Holanda), o The Inner Circle é um aplicativo de relacionamento global que realiza a triagem de seus membros para garantir uma comunidade segura. Mais de 10 mil casais já se conectaram por meio do app, que chegou ao Brasil em 2019. Para mais informações., acesse: www.theinnercircle.co/.





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