O abate de jumentos no Brasil para exportação à China está suspenso pela Justiça Federal desde o dia 3 de fevereiro. Porém, três meses após a decisão, três figoríficos baianos continuam ativos.
Em Amargosa (BA), no Frinordeste, frigorífico que mais abate a espécie no Brasil, cerca de 14,4 mil animais foram mortos depois da proibição – o cálculo foi feito pela BBC News Brasil, levando em conta a média mensal de 4,8 mil jumentos abatidos no local antes da decisão, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O couro do jumento é exportado para a produção do ejiao, um produto da medicina alternativa que movimenta bilhões de dólares na China.
Estudos apontam que o abate realizado apenas pelo Frinordeste pode ter gerado cerca de R$ 142 milhões nos últimos três meses. Para retirar o couro do jumento, os animais são recolhidos da caatinga e de zonas rurais do Nordeste em grande escala, sem que haja uma cadeia de produção que renove o rebanho, como ocorre com o gado. Por isso, há o temor de que a população de jumentos possa entrar em extinção nos próximos anos na região, caso a larga exportação se mantenha.
Metro1

Imagem de Evandro vandró por Pixabay















Imagem Ilustrativa de Fernando Zhiminaicela por Pixabay






Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por Pixabay





























Imagem de Sabine van Erp do Pixabay





Imagem da Companhia de Produção de Animação 3D da Pixabay




Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Na foto, um homem falando de frente para outro homem | Imagem de Gerd Altmann por Pixabay






























