Com a chegada do fim do ano, muitas pessoas já começaram a receber uma parte do 13° salário e começam alguns gastos extras característicos dessa época. De acordo com um levantamento realizado pela QuiteJá, plataforma de renegociação de dívidas, com cerca de 1.400 pessoas de todos os estados brasileiros, 44% dos participantes afirmaram que já planejaram como utilizarão o dinheiro – sendo que 58% deverão utilizar para pagar dívidas.
“Sabemos que é inevitável (e tentador) pensar em tudo o que se pode comprar com esse dinheiro extra. Mas, antes de receber as parcelas na conta corrente, o ideal é separar algum tempo para planejar de que forma você deseja usá-las”, afirmou o CEO da plataforma Luiz Henrique Garcia.
Quem compartilha da mesma opinião é o CEO e fundador do Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, Carlos Terceiro.
“O ano de 2020 deixou muitos brasileiros em um momento delicado com as finanças e o recebimento do 13º pode amenizar situações difíceis se usado com sabedoria”, avalia o executivo.
Para ajudar você a identificar qual o melhor destino para o seu 13° salário, os executivos listaram abaixo 8 dicas essenciais.
Confira:
- Cuidado com os gastos com presentes: Claro que é normal querer agradar algumas pessoas e dar presentes no final do ano, mas é preciso bastante critério e ponderação no momento das compras. Muitas vezes, um presente de menor valor pode ser bem mais importante do que um presente caro e luxuoso. Para ajudar, faça uma lista com apenas as pessoas que realmente merecem e que são próximas.
- Programe as viagens com antecedência: Caso você consiga separar uma parte do 13º para viagens , ótimo. Com a pandemia, muitas viagens devem ser adiadas, logo, guardar o dinheiro e esperar o momento ideal e seguro é uma ótima opção. Além disso, é importante destacar que, geralmente, viagens de fim de ano, como acontecem no período de alta temporada, têm os preços mais altos e esgotam mais rápido. Ou seja, quanto antes se preparar, melhor!
- Quite as dívidas: Caso tenha mais de uma conta em atraso o ideal é começar o pagamento por aquelas que cobram os juros mais altos, como as dos cartões de crédito e as do cheque especial. Elas são as principais responsáveis pelas dívidas.
- Monte uma reserva de emergência: Possuir uma reserva de emergência é essencial para qualquer um e qualquer família. Afinal, ninguém sabe o que acontecerá no futuro, então, é importante se prevenir. Para isso, o ideal é ter pelo menos seis meses dos custos mensais em investimentos seguros e com facilidade de resgate, como CDBs com liquidez diária, tesouro Selic ou fundos de renda fixa com alta liquidez.
- Adiante o pagamento dos impostos e material escolar: Um bom gasto do 13° é poupá-lo para arcar com os gastos com matrícula e material escolar dos filhos ou então para pagar impostos como IPVA e IPTU. Pois, apesar de não termos uma previsão concreta sobre a volta às aulas presenciais, é importante poupar parte do 13º para estar preparado para uma possível retomada.
- Invista em você: Sabe aquele curso que você sempre quis fazer ou aquela habilidade técnica que você precisa desenvolver para o seu trabalho? Usar seu 13° para isso é uma ótima maneira de investir em seu futuro ou ter um novo passatempo. Ao aprender uma nova habilidade relacionada a sua profissão, você se mantém atualizado e em melhores condições de conquistar uma melhor vaga de trabalho no futuro. Com isso, você transforma seu décimo terceiro em um investimento pessoal que pode render mais dinheiro no momento de uma eventual troca de emprego, por exemplo.
- Guarde para metas e objetivos que deseja alcançar no próximo ano: O que deseja realizar no ano novo que está próximo? Viajar para o exterior? Comprar um carro? Seja o que for, você pode começar a juntar com o décimo terceiro salário.
- Comece a investir: O 13º salário é uma excelente oportunidade para começar a investir ou para turbinar os investimentos. Nem que você invista apenas o dinheiro que sobrar após todos os gastos já previstos.
Sobre os autores:
Luiz Henrique Garcia, CEO da QuiteJá, plataforma de renegociação de dívidas, e Carlos Terceiro, CEO do Mobills, startup de finanças pessoais.
Matéria: Edson Oliveira


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