A segurança da Copa do Mundo vai muito além dos estádios e das partidas. Nas 16 cidades-sede da América do Norte, a organização do evento envolve uma complexa operação de gerenciamento de identidade e acesso (IAM) para mais de 85 mil pessoas diretamente ligadas à competição, incluindo fornecedores, terceirizados e voluntários. Esse processo é considerado essencial para evitar riscos e garantir que apenas pessoas devidamente validadas tenham acesso às áreas do evento.
Nesse contexto, sistemas automatizados de verificação de antecedentes são utilizados para acelerar e dar mais precisão à checagem de credenciais. Essas plataformas integram bases de dados oficiais, listas de sanções e informações de compliance, permitindo que a análise de identidade e histórico seja feita de forma mais rápida e segura, reduzindo o tempo de validação de meses para poucos dias em muitos casos. A tecnologia também ajuda a identificar inconsistências e sinalizar perfis que exigem revisão adicional.
Segundo especialistas do setor, como o country manager da HireRight no Brasil, Gustavo Siegés, a padronização da análise de risco é fundamental em eventos dessa escala. Ele destaca que a tecnologia permite validar identidades e verificar antecedentes em múltiplas jurisdições de forma digital e eficiente, garantindo mais controle no processo de credenciamento. “A escala exige um background check dinâmico e digital”, afirma o executivo, ressaltando que a checagem funciona como uma camada extra de proteção para a segurança da operação.
Fonte: Assessoria de Imprensa HireRight
Entrevista: Gustavo Siegés, Country Manager da HireRight no Brasil









































































































