Para o delegado Rafael Magalhães, que comanda a apuração da morte de Leandro Troesch, o inquérito, já entregue ao Ministério Público do estado (MP-BA), segue na mesma linha: indicativo de homicídio. Em entrevista, nesta quarta-feira, dia 27, Magalhães declarou que desconhece o laudo cadavérico atribuído ao médico legista que participou da necropsia do corpo do proprietário da Pousada Paraíso Perdido.
Neste laudo haveria a indicação de que Léo Troesch teria tirado a própria vida. O delegado contestou a hipótese, baseado no laudo pericial, que é mais abrangente que o cadavérico que se reporta apenas ao corpo, enquanto o pericial leva em consideração também provas coletadas na cena do crime. Umas das provas relatadas pelo delegado é que Shirley da Silva Figueiredo, indiciada por homicídio, teria lavados as mãos, o que apontou prova negativa na perícia.
“Não houve mudança nenhuma. Eu sou o presidente do inquérito, esse inquérito foi concluído e encaminhado para Justiça com indicativo de homicídio. Eu estou baseado no laudo pericial que diz que o caso é distinto de suicídio. Se é distinto de suicídio é homicídio. O laudo de pólvora combusta deu negativo na mão dele e na mão dela, mas eu tenho depoimentos que [apontam] ela lavou as mãos e tomou banho logo depois. Agora, se um médico vem de lá pra cá dizer, que ele não poderia dizer isso, dizer que foi suicídio. Ele não pode ter a certeza. Se ele está dizendo isso, ele tem de vir a público e dizer o porquê”, relatou.
O delegado disse também que não recebeu o laudo da necropsia e pediu explicações sobre a divulgação do documento. “Esse lado nem chegou para mim, esse laudo foi vazado pela DPT [Departamento de Polícia Técnica de Itaparica] e o coordenador de lá tem de se explicar”, acrescentou. Apesar de já ter entregue o inquérito ao MP-BA, o delegado vai ter mais 30 dias para acrescentar informações aos autos, conforme foi pedido pelo Ministério Público.
As ações vão de ouvir novas testemunhas, fazer a reconstituição do crime a encaminhar o laudo cadavérico do caso. Até esta quarta, Shirley Figueiredo segue foragida, o que reforça a tese do delegado. “Acho que quem não deve não teme. A pessoa está em uma prisão domiciliar e foge em um momento desse, é porque está devendo alguma coisa”, disse.
Leandro Troesch foi encontrado morto no dia 25 de fevereiro (Iembre aqui). No curso das investigações, o funcionário de confiança do empresário e tido como testemunha chave do caso, Marcel Vieira, conhecido como Bily, foi morto. Esse caso é dado como encerrado pelo delegado, com indiciamento de cinco pessoas, três deles já estão presos e dois respondem em liberdade. Outra indiciada no caso, Maqueila Bastos, que é amiga de Shirley, foi liberada após ficar presa.
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