A gestão de Rui Costa (PT) sugeriu que o governo Jair Bolsonaro (PSL) entregue a iniciativa privada a Fazenda Ponta de Castelhanos, propriedade rural da União situada ao sul da Ilha de Boipeba. A área produtora de coco tem 1.651 hectares e corresponde a 20% da Ilha. Discutido desde 2014, o empreendimento prevê a construção de residências de alto padrão, pousadas, aeroporto, píer para mais de 150 barcos e um campo de golfe. O imóvel está situado em uma Área de Proteção Ambiental (APA).
A sugestão do governo de Rui para privatizar a área faz parte de um documento interno do Ministério do Turismo divulgado pelo site The Intercept Brasil. A planilha produzida no primeiro semestre deste ano lista 222 propriedades da União espalhadas por 17 estados e Distrito Federal que o governo quer passar para a iniciativa privada explorar.
A ação está colocando em marcha um plano de Jair Bolsonaro para transformar áreas públicas, praias, cachoeiras, lagoas e zonas de preservação ambiental em empreendimentos turísticos privados. A indicação da Fazenda Ponta de Castelhanos foi feita pelo governo estadual a pedido do governo federal.
A Fazenda Ponta de Castelhanos tem 1.651 hectares. A ideia é ceder a área para a construção de um empreendimento turístico-imobiliário de luxo projetado pela Mangaba Cultivo de Coco Ltda. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para apurar os impactos causados pela construção.
A super obra, de acordo com o documento, está orçada em R$150 milhões e enseja a elevação do turismo insular local. Boipeba seria o terceiro destino turístico da Bahia e a utilização do equipamento privatizado por turistas e moradores de elevado padrão aquisitivo, proporcionaria 500 empregos diretos e 1.000 empregos indiretos em até 5 anos, segundo informações do governo baiano.
IMPACTO AMBIENTAL
Os moradores do povoado de São Sebastião da Cova da Onça, comunidade que fica próxima da Fazenda Ponta dos Castelhanos, no extremo sul da ilha, temem os danos que podem ser causados após a construção do empreendimento. Segundo eles, o projeto vai prejudicar a população que sobrevive da pesca e agricultura e contribuir para o isolamento da comunidade. Além disso, o projeto vai comprometer todo o ecossistema local, já que a área, composta por manguezais, apicuns, restingas e Mata Atlântica, abriga diversas espécies da fauna e flora.
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