A reconstrução mamária após a retirada das mamas – mastectomia – é parte fundamental do tratamento integral e multidisciplinar do câncer de mama. Embora esse tipo de cirurgia plástica reparadora tenha um componente estético significativo, ela vai além de melhorar a aparência física da mulher, já que impacta diretamente em aspectos emocionais importantes. Por esta razão, “o procedimento merece entrar na pauta da Campanha Outubro Rosa”, defendeu o cirurgião plástico baiano Thomaz Menezes.
Segundo o especialista, a cirurgia mamária restaura a autoestima e a autoconfiança das mulheres que passam pelo trauma da retirada de uma parte ou de toda a sua mama, permitindo que elas se sintam completas novamente. “É gratificante ver como a reconstrução mamária transforma a vida das pacientes, permitindo que elas enfrentem a vida pós-câncer com renovada determinação”, destacou.
A intervenção pode ser realizada por meio de diversas técnicas cirúrgicas, sempre com o propósito de restabelecer a mama, considerando sua forma, aparência e volume após a realização da mastectomia. A cirurgia tanto pode ser realizada imediatamente após a remoção da mama quanto em um momento posterior. A escolha da técnica de reconstrução depende de diferentes fatores.
Existem algumas opções de reconstrução mamária que podem ser realizados após uma mastectomia, dentre eles: o implante de silicone, técnica com indicações restritas; o expansor tecidual, técnica amplamente utilizada, onde uma “prótese” será preenchida com soro para criar espaço para um implante de silicone no futuro; por um tecido (retalho) do próprio corpo (autólogo), geralmente retirado da região torácica, abdominal ou das costas para reconstruir a mama.
A opção de utilizar o tecido do próprio paciente para a reconstrução mamária tem a vantagem de reduzir complicações envolvendo as próteses e da radioterapia, além de possibilitar uma mama com consistência mais parecida com a mama contra lateral.
Para Thomaz Menezes, a escolha da técnica de reconstrução mamária depende de fatores como saúde geral da paciente, tipo de mastectomia realizada e preferências pessoais. “Cada técnica é adaptada às necessidades individuais de cada mulher, mas independente da escolha, o objetivo é alcançar os melhores resultados na reconstrução mamária após a mastectomia”, concluiu o especialista em microcirurgia e reconstruções complexas.
Para a obtenção de resultados eficazes e seguros, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC) recomenda que as cirurgias reparadoras sejam realizadas por cirurgiões experientes, que tenham passado por treinamento especializado e sejam adequadamente capacitados. Além disso, os cuidados pós-operatórios são essenciais para garantir a recuperação bem-sucedida e o alcance dos melhores resultados.
Texto: Cinthya Brandão.


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