As aulas dos cursos de cabeleireiro e corte e costura oferecidas ao público LGBT+, por meio do programa Qualifica Bahia, foram iniciadas nesta quarta-feira (4) e vão ajudar 44 pessoas, entre gays, lésbicas e trans, na inserção no mercado de trabalho. A ação é promovida pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do Estado (Setre), com aulas de segunda a sexta-feira na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, no bairro dos Barris, em Salvador.
A proposta é contribuir para uma mudança do cenário de dificuldades enfrentado pelo público LGBT+, já que dados coletados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e pela Agenda Bahia do Trabalho Decente sinalizam que 33% das empresas evitam a contratação de pessoas que integram esta comunidade.
De acordo com a assessora especial da Setre, Ângela Guimarães, esta é uma ação afirmativa da pasta que vem sendo discutida com diversos atores da comunidade LGBT+.
“Muitas empresas não querem associar as suas imagens às pessoas gays, lésbicas e trans, e muitas vezes essas pessoas ficam circunscritas a atividades que não tenham contato com o público, como por exemplo, a área de telemarketing. Quando a Setre realiza esse curso do Qualifica Bahia, que é política central de qualificação do Governo da Bahia, é, justamente, para enfrentar os estigmas, estereótipos e preconceitos que essa população sofre. Com isso, realizamos uma promoção deste segmento às carreiras que eles demandam, que nesta ocasião é cabeleireiro e corte e costura”, explicou Guimarães.
Ainda segundo Ângela, em edição anterior, a Setre promoveu curso na área de receptivo bilingue, além de outras cadeias produtivas vinculadas ao mundo do trabalho voltado para o mesmo público. Além do curso, os participantes são encaminhados para intermediação de mão de obra, por meio de acesso ao Sine Bahia, para cadastramento e atualização dos candidatos a uma vaga de emprego.
O jovem Ruan Cerqueira, de 19 anos, se identifica como uma pessoa trans e afirma que encontra dificuldades para conseguir o primeiro emprego. Ele começou a trabalhar como cabeleireiro em sua casa este ano e agora busca a qualificação profissional.
“Eu escolhi o curso de cabeleireiro para tentar a minha inserção no mercado de trabalho a partir da abertura do meu próprio negócio. Por ser trans, muitas pessoas não me dão uma oportunidade e outras nem mesmo aceitam ser atendidas por nós que fazemos parte da comunidade LGBT+”, contou Cerqueira.
As atividades do curso iniciadas nesta quarta-feira foram iniciadas com aulas de educação social, nas quais são debatidos assuntos relevantes e polêmicos para a sociedade, além de abordar questões referentes à seguridade social. Após os 12 dias de aulas teóricas, os participantes irão começar as aulas práticas do curso, que têm duração de 200 horas.
Repórter: Jairo Gonçalves


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