Em seu novo livro, Acredite na sua capacidade de superar, o escritor e jornalista Edgard Abbehusen, de 31 anos de idade, residente em Muritiba, no Recôncavo baiano, transforma a dor e a decepção em uma jornada de autoconhecimento.

Trechos do livro: 

O que ontem era para sempre, hoje, parece que nunca existiu. Mas eu sei que você é capaz de resistir a esse momento. Eu sei que nada do que viveu até aqui foi em vão ou por acaso. Eu sei que as coisas vão melhorar, pois esse é o princípio do recomeço.

Primeiro, não recomeçamos por querer. Recomeçamos porque é essa a força natural do amor. É isso que vai nos fortalecer e nos entregar todos os remédios necessários para a nossa coragem se reerguer. Coragem para amar de novo. Para acreditar de novo.

Para olhar o novo e pensar: É possível, sim. Eu mereço. Eu só queria te dizer que esse sorriso merece o melhor dos melhores amores desta vida. Tudo o que você viveu, amou, e todas as cicatrizes do seu coração foram te preparando para ficar mais forte e resiliente.

Por isso, não tenha medo. Ame e sinta o amor como se fosse a primeira vez. Sorria como adolescente no pátio da escola. Deixe o olhar brilhar para se reconhecer através do olhar sincero de quem se aproximar. Deixe acontecer. Deixe fluir. Beije com vontade e abrace com verdade. Chegou a sua hora de ser feliz.

Sobre o livro

“Acredite na sua capacidade de superar”, lançado pelo selo Outro Planeta da Editora Planeta, apresenta textos inéditos do jornalista e escritor Edgard Abbehusen, conhecido por compartilhar escritos sobre sentimentos e relações afetivas em suas redes sociais, que reúnem mais de 1 milhão de seguidores, e em sua coluna no jornal Correio.

O livro, que traz acalento e esperança, principalmente em tempos difíceis como o que vivemos, é dividido em 6 capítulos: telhas e trilhos; sombras e sobras; luz e ilusão; tempos e temperaturas; oração e coração e paz. O livro custa R37,90. Para comprar, acesse: www.amazon.com.br.

Edgard é autor de outros dois livros: “Quem tem como me amar não me perde em nada” e “O que tiver de ser, amar”.

Fonte: Tribuna do Recôncavo