A mandioca, alimento presente na mesa de diversos baianos, tem se tornado uma importante fonte de renda para agricultores familiares do município de Maragogipe, no Recôncavo baiano, por meio do Programa “Consolidação da Agroindústria Familiar do Brinco”. Somente em 2021, o programa gerou uma renda estimada de R$ 247 mil com as vendas dos produtos para restaurantes e supermercados das cidades de Feira de Santana e Salvador.

Criada em 2019, a iniciativa é apoiada pela Votorantim Cimentos e desenvolvida por meio do Programa ReDes (Redes para o Desenvolvimento Sustentável), em parceria com o Instituto Votorantim, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) e do Instituto Meio, parceiro técnico, com o intuito de promover o beneficiamento da mandioca e do inhame, visando agregar valor a esses produtos por meio do melhoramento do fluxo de produção.

Ao todo, o programa conta com 55 beneficiados que fazem parte da Associação Comunitária do Brinco, uma das mais antigas do município de Maragogipe, com 20 anos de história. Para desenvolver as atividades na agroindústria, os agricultores recebem assistência técnica e capacitações com o intuito de orientá-los sobre a produção, gestão e comercialização dos produtos.

Maragogipe: Agricultores vendem derivados da mandioca para restaurantes e supermercados - noticias, maragojipe, destaque

Foto: Divulgação

Além da geração de renda, o programa tem empoderado as mulheres da comunidade, que antes se dedicavam apenas a atividades da roça. Atualmente, o setor de produção da agroindústria é liderado apenas por mulheres, responsáveis pelo processamento dos produtos, que são comercializados e embalados a vácuo.

“As mulheres daqui da comunidade eram mais acostumadas a lidar com a lavoura na roça, no sol e na chuva. Com a agroindústria, acabou melhorando a qualidade de vida delas e também trouxe uma nova perspectiva de carreira”, afirma Elizete.

Para mais informações, acesse: www.votorantimcimentos.com.br.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: ASCOM