Entre 2017 e 2018, a Bahia deixou de ser o estado com maior desigualdade salarial no país, caindo da 1ª para a 9ª posição no Índice de Gini, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, dia 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado vai na contramão do registrado no país como um todo e na maioria dos estados, onde a desigualdade aumentou.
A melhora na distribuição de renda foi puxada por uma queda de 18,5% no rendimento médio dos que ganhavam mais. Essa perda salarial afetou mais os homens, os trabalhadores que se declaravam brancos e aqueles com maior nível de instrução, o que influenciou também nas diferenças salariais por gênero e por cor ou raça.
Por outro lado, mesmo com a perda salarial que levou o rendimento dos 10% mais ricos a recuar de R$ 7.599 para R$ 6.196, esse grupo recebia, em 2018, o equivalente a 48 vezes o que ganhavam em média os 10% com menores salários (R$ 6.196 contra R$ 129). Essa diferença ficava bem acima da média nacional (36,9 vezes, R$ 9.369 versus R$ 254) e era a 6ª maior entre os estados. Em relação a 2017, porém, a desigualdade recuou: naquele ano, os 10% mais ricos recebiam 58,5 vezes o salário dos 10% mais pobres.
Metro1

Foto: Marcos Santos/ USP Imagens























Imagem Ilustrativa de Fernando Zhiminaicela por Pixabay






Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por Pixabay




























Imagem de Sabine van Erp do Pixabay





Imagem da Companhia de Produção de Animação 3D da Pixabay




Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Na foto, um homem falando de frente para outro homem | Imagem de Gerd Altmann por Pixabay






















