A discussão sobre o fim da escala 6×1 no Brasil, após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara dos Deputados, também tem despertado o interesse de brasileiros que planejam trabalhar ou empreender nos Estados Unidos. Embora a jornada de 40 horas semanais seja uma referência em ambos os países, as regras que regulam as relações de trabalho são diferentes e podem impactar diretamente profissionais e empresários que pretendem atuar no mercado americano.
Segundo o advogado de imigração Murtaz Navsariwala, compreender essas diferenças é tão importante quanto conhecer os requisitos migratórios. Nos Estados Unidos, a legislação federal utiliza a carga horária de 40 horas semanais principalmente como referência para o pagamento de horas extras de determinados trabalhadores, mas não estabelece uma regra geral garantindo dois dias consecutivos de descanso semanal, como ocorre em diversos modelos trabalhistas pelo mundo.
De acordo com o especialista, o sistema norte-americano é mais descentralizado, combinando normas federais, legislações estaduais e políticas internas das empresas. Para ele, o debate sobre a jornada de trabalho no Brasil pode servir como oportunidade para que brasileiros interessados em construir carreira ou abrir negócios nos Estados Unidos ampliem o conhecimento sobre o funcionamento do mercado internacional e as diferenças entre os modelos de produtividade, competitividade e qualidade de vida adotados em cada país.
Fonte: Assessoria de Imprensa / Murtaz Law.





















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