A escolha entre cremação e sepultamento tem ganhado cada vez mais espaço no planejamento das famílias brasileiras. Na Bahia, o sepultamento ainda predomina por questões culturais e religiosas, mas a procura pela cremação cresce, principalmente entre moradores de áreas urbanas e gerações mais jovens. Além dos aspectos emocionais, fatores financeiros e praticidade passaram a influenciar diretamente na decisão.
Enquanto o sepultamento mantém a tradição de um espaço físico de homenagem e visita, a cremação oferece mais flexibilidade para a destinação das cinzas e costuma concentrar os custos apenas no momento do serviço. Especialistas apontam que despesas contínuas com manutenção de jazigos e taxas administrativas também têm levado famílias a buscar alternativas com maior previsibilidade financeira.
O aumento da contratação antecipada de planos funerários acompanha essa mudança de comportamento. Em Salvador, o plano Campo Santo Familiar registrou crescimento nas adesões e ultrapassou a marca de 20 mil planos ativos. Segundo especialistas do setor, o planejamento permite reduzir impactos financeiros e burocráticos em momentos delicados, garantindo mais tranquilidade às famílias durante a despedida.
Com informações da assessoria – Adaptado pela Tribuna do Recôncavo.















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