Por Bruno Rosa – engenheiro eletricista.
Na realidade, existe um método que pode ajudar na tarefa de como equalizar custos desiguais e usar a aversão à perda para forçar decisões racionais em dilemas e negociações. Vejamos um exemplo: Chega uma data especial. Você está em meio ao planejamento de uma noite inesquecível para celebrar seu relacionamento. O dilema se apresenta: investir em um restaurante sofisticado com música ao vivo, ou optar pela intimidade de um jantar à luz de velas em casa, preparado por você.
Ambas as opções carregam um alto valor emocional. No entanto, se a comparação imediata fosse R$ 500 para a experiência fora versus R$ 150 para o jantar caseiro, a escolha pareceria óbvia para o bolso. E é justamente aqui que reside a falácia que o universo da economia nos ajuda a desvendar: as comparações só são justas quando as restrições são equivalentes. É aí que entra o poder do Custo de Oportunidade, aplicando-se a lei da renúncia e ressaltando-se o valor da melhor opção não escolhida.
O Custo de Oportunidade é um princípio fundamental que define a renúncia que fazemos ao tomar uma decisão. Não se trata apenas do custo monetário da escolha feita, mas sim do valor da melhor alternativa que deixamos de lado. Em outras palavras, ao escolher o Jantar A, o custo de oportunidade é o benefício que você perde do Jantar B. (mais…)


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