Ministro da Cidadania, Ronaldo Vieira Bento, cita ações do Governo Federal direcionadas ao combate à fome no país
Responsável por restabelecer a segurança alimentar e a sobrevivência daqueles brasileiros afetados pela crise da pandemia, o Auxílio Brasil levou alimento às mesas de mais de 20 milhões de famílias. O ministro da Cidadania, Ronaldo Vieira Bento, elucida quais outras ações da pasta também auxiliam no combate à fome.
O Auxílio Brasil é um benefício de caráter permanente?
Ministro da Cidadania, Ronaldo Vieira Bento: Sim. A ideia do Ministério da Cidadania é o programa ser permanente, ele foi instituído por força de lei no ano passado, em 2021, em programa continuado de transferência de renda que atende a mais de 20 milhões de famílias brasileiras. Ao contrário dessas informações falsas que vem sendo vinculadas, o programa tem como característica a sua permanência, a sua continuidade em 2022, 2023, 2024 e assim por diante. A população que recebe o Auxílio Brasil não precisa se preocupar, porque esse programa não irá acabar.
Como o Auxílio Brasil inovou nos programas de transferência de renda?
O Auxílio Brasil trouxe uma mudança no conceito do benefício de transferência de renda, focado para a assistência social, dá autonomia para essas famílias, fomentando o trabalho, a geração de emprego e renda. No final do ano passado, trouxemos um valor de piso para esse benefício no valor de R$ 400. O Auxílio Brasil já veio com esse ganho financeiro para as famílias nesse momento de recuperação pós-pandemia. Após a aprovação da Emenda Constitucional nº 123, o valor do benefício passou para, no mínimo, R$ 600.
Após dezembro de 2022, as famílias continuarão recebendo o benefício?
É importante deixar bem claro isso, as famílias vão continuar recebendo o Auxílio Brasil. Colocamos mais de 7 milhões de famílias brasileiras como novas beneficiárias do Auxílio Brasil, atingindo uma marca de mais de 53 milhões de brasileiros atendidos diretamente por esse programa de transferência de renda. Após dezembro, essas famílias podem ficar despreocupadas, que vão continuar recebendo os benefícios, assim como o Auxílio Gás, que também é voltado para essa população, principalmente aquelas que vivem na faixa da extrema pobreza.
Se o beneficiário conseguir um emprego de carteira assinada, ele continuará recebendo o Auxílio Brasil?
Além de não correr risco de perder o benefício e nem o emprego, ele também vai receber um incentivo. Será destinado um fomento para todas as famílias que constituírem um emprego formal, um trabalho formal, bem como, uma micro empresa individual. O Auxílio Brasil garante a permanência dessas famílias, bem como também um retorno para aquelas que saírem da renda mínima e conseguirem a sua autonomia social, sua autonomia financeira, que é isso que a gente estimula.
E caso volte a ficar sem emprego, o retorno ao auxílio é garantido?
É garantido sem fila. Zeramos a fila no início deste ano de 2022, zeramos a fila novamente agora, e estamos aceitando novas inscrições. É importante deixar claro, para combater uma outra informação falsa que foi ventilada: de que as famílias já estariam sem mais condições de fazer um novo cadastro. Isso não é verdade. As famílias podem, sim, continuar a se dirigir ao posto de atendimento do cadastramento único do seu município, aos centros de assistência social e continuar a fazer o seu cadastro ou seu novo cadastro.
O programa já atende a mais de 20 milhões de pessoas e vai continuar incluindo novas famílias?
É isso, nós pretendemos incluir novas famílias e estamos identificando todas elas. Lançamos o aplicativo do Cadastro Único, onde essas famílias podem fazer o seu pré-cadastro, facilitando a comunicação com o poder público e fazendo com que nós consigamos identificar a localidade dessas famílias e ter uma busca mais ativa, sendo proativo na identificação da necessidade dessas famílias, onde elas se encontram e qual o seu propósito, qual a sua intenção de receber um benefício social.
Quem tem direito Auxílio Gás e como estão sendo feitos os pagamentos?
As famílias que estão na faixa da extrema pobreza e as que têm mulheres como chefes de família estão na nossa prioridade para recebimento do Auxílio Gás. Além dos Beneficiários do Benefício de Prestação Continuada, aquelas mulheres também que de alguma forma foram vítimas de violência doméstica ou familiar.
Então, são mais R$ 110 que essas famílias recebem além dos R$ 600 mínimo para cada família, para fazer frente a um incremento que nós temos nos preços do gás de cozinha. Então essa é a proposta do Auxílio Gás que vem dessa rede de proteção social que a gente coloca à disposição das famílias mais vulneráveis do nosso país.
Secretaria Especial de Comunicação Social
Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil




Imagem de spoiu23 por Pixabay
Foto: Vinícius Guimarães 
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo 
Arquivo Pessoal
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
Imagem Ilustrativa | Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem ilustrativa de jessicauchoas por Pixabay
Imagem Ilustrativa de 4711018 por Pixabay
Foto: Fábio Pozzebom/ Agência Brasil
Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia
Foto: Uanderson Alves/ Tribuna do Recôncavo
Image by Wokandapix from Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Tiago Dantas / Seagri BA
Arquivo Tribuna do Recôncavo / 2019
Foto: Uanderson Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem de burlesonmatthew do Pixabay
Imagem de Tumisu por Pixabay
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Imagem ilustrativa de Sharon Ang do Pixabay
Imagem de MasterTux do Pixabay
Imagem Ilustrativa de sungmin cho por Pixabay
Imagem de Lisa Larsen por Pixabay
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil
Imagem Ilustrativa by David Mark from Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Imagem de ErikaWittlieb por Pixabay
Imagem de Darwin Laganzon por Pixabay
Imagem de Susana Cipriano por Pixabay
Imagem ilustrativa by PublicDomainPictures from Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia
Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil
Imagem de Oleg Mityukhin por Pixabay
Foto: Luís Capellão
Foto: Rodrigo Calzone/ FESEB
Foto: Luciano Almeida
Imagem Ilustrativa | Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Image by LensPulse from Pixabay
Imagem Ilustrativa de Emilian Danaila por Pixabay
Image by VSRao from Pixabay
Imagem de juanjo tugores por Pixabay
Reprodução/ Vídeo - Terra e Gente
Fotos: André Frutuôso
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Alberto Maraux/ SSP
Arquivo Pessoal
Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil
Arquivo Pessoal
Imagem por Alexander Fox | PlaNet Fox da Pixabay
Imagem ilustrativa sobre a chegada dos portugueses ao Brasil em 1500
Foto: Wuiga Rubini/GOVBA
Arquivo Pessoal
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: Milena Andrade
Image ilustrativa by Joshua Woroniecki from Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Arquivo Pessoal
Image by Юрий Урбан from Pixabay
Foto: Letícia Martins / EC Bahia
Imagem Ilustrativa | Imagem de David Mark por Pixabay
Arquivo Pessoal
Imagem ilustrativa de Pexels do Pixabay
Video
Imagem Ilustrativa | Arquivo: Tribuna do Recôncavo
Imagem ilustartiva de Clker-Free-Vector-Images por Pixabay
Imagem de Oliver Graumnitz por Pixabay
Foto: Luciano Ramos
Imagem de Hatice EROL do Pixabay
Imagem de
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Imagem de valelopardo por Pixabay
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: André Frutuoso
FOTO: GABRIEL LORDELO
Foto: Leonardo Rattes / Saúde GovBA
Foto: Letícia Martins / EC Bahia
Foto: Milena Monteiro Ascom Secti
Foto: Wilson Brito Filho/Divulgação
Arquivo Pessoal
Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo
Foto: PM
Foto: Letícia Martins / EC Bahia
Arquivo Pessoal
Imagem Ilustrativa |Foto: Hélio Alves/ Tribuna do Recôncavo.
Foto: Leandro Almeida / Mídia Bahia
Fotos: Marcus Carneiro- Ascom/ Sudesb