A pandemia do coronavírus foi oficialmente declarada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no último dia 11 de março, mas, antes disso, o mercado já sentia os efeitos da doença, também chamada de COVID-19. No Brasil, a alta contínua do dólar fez com que a moeda norte-americana atingisse o pico histórico (e negativo) de R$ 5. A Bolsa de Valores opera em quedas sucessivas, chegando perto da perigosa marca de 70 mil pontos.
Diante desse cenário, inseguranças e dúvidas em relação a como investir o dinheiro e empreender no país são naturais. O que se nota, porém, é que as pessoas não têm tido paciência para esclarecer as incertezas e lidar com os problemas financeiros decorrentes do coronavírus e mesmo para pensar em como ter os negócios menos impactados por eles. Isso fica muito claro quando se observa a rápida retirada de investimentos da Bolsa de Valores, porque as pessoas não querem arriscar mais perdas.
Quem tem negócio próprio tende a ser menos prejudicado pelo coronavírus do que as empresas aéreas, cujas ações estão derretendo, por exemplo. Esta é a hora de analisar o que está ocorrendo no mercado como um todo e pensar em onde colocar o dinheiro disponível de forma segura.
Que tal aplicar capital em serviços que ajudem quem está se adaptando a uma nova realidade de trabalho motivada pelo coronavírus? A adoção do home office por muitas empresas, a fim de minimizar os riscos de contágio pelo COVID-19, faz surgir um público acostumado a trabalhar em escritório e que precisa de soluções para o dia a dia em casa, como refeições, lanches e até garrafas de água mineral.
Investir no fornecimento dessas facilidades para o consumidor final é, além de um caminho inteligente para ter lucros, uma forma de levar o conforto e a tranquilidade de que essas pessoas precisam para continuar executando bem suas tarefas profissionais.
Belas e saudáveis marmitas, bolos caseiros, salgados para o lanchinho da tarde, entregues em em casa e prontos para consumo, são sinônimo de menos preocupações para trabalhadores que, muitas vezes, nem saberiam como preparar tudo isso — e acabariam se alimentando mal.
Serviços simples de entregas — de água mineral, café, sucos e até material de escritório — também são possibilidades para novos negócios neste cenário. Realizar uma pesquisa entre uma potencial nova clientela ajuda na definição do melhor foco a ser dado.
E o melhor: o modelo de trabalho em home office tende a ficar como legado no pós-crise, o que significa a alta probabilidade de seguir atendendo um público fidelizado quando o turbilhão passar. Estamos falando, portanto, de um investimento pelo bem estar das pessoas e com retorno em curto, médio e longo prazos.
No geral, é importante ter em mente que o mercado mundial sente e ainda vai sentir bastante os efeitos do coronavírus. Não é possível saber, neste momento, até que ponto irão as quedas. Mas elas passarão, e quem tiver tido clareza para tirar proveito das necessidades criadas por elas terá boas histórias para contar no futuro.
Sobre o autor:
Guy Peixoto Neto é mentor de empreendedorismo jovem, empreendedor com experiência na criação, expansão e reestruturação de empresas. Aos 22 anos fundou a Operalog Transportes. Também é o fundador da startup Saly, plataforma de automatização dos processos de compras. Atualmente Guy está dedicando-se ao seu novo projeto, a GPX. Uma plataforma de conteúdo voltada para pessoas que querem se transformar em empreendedores ou que já são e querem continuar evoluindo.
Matéria: Mariana Mimoso/ Digitaltrix
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