O tempo seco pode causar uma falsa sensação de segurança no manejo de doenças da soja. Apesar da redução temporária no avanço de alguns fungos, os patógenos podem permanecer em sementes infectadas, restos culturais e plantas hospedeiras, voltando a se desenvolver com o retorno da umidade.
Segundo especialistas, a estiagem não elimina os riscos da lavoura. O atraso no manejo pode favorecer a desfolha, comprometer o enchimento dos grãos e provocar perdas de produtividade quando as condições climáticas voltarem a ser favoráveis.
De acordo com a Embrapa Soja, cultivares suscetíveis à mancha-alvo podem apresentar perdas significativas de produtividade. O monitoramento da área, a escolha adequada de cultivares, a rotação de culturas e o uso correto de fungicidas fazem parte das estratégias de prevenção.
“O produtor precisa avaliar o histórico da área, a cultivar utilizada, as culturas anteriores e a previsão do tempo para definir o momento adequado do manejo”, orienta André Ricci, gerente de Comunicação e Marketing na Ourofino Agrociência.
A soja tem papel estratégico no agronegócio brasileiro, sendo uma das principais commodities agrícolas do país e contribuindo para geração de renda, exportações e desenvolvimento econômico. Saiba mais sobre a importância da soja para a economia brasileira.
Entre as soluções para o manejo preventivo da cultura está o Dotte®, fungicida da Ourofino Agrociência, que deve ser utilizado conforme as recomendações técnicas e orientação de um engenheiro agrônomo.
Sobre a Ourofino Agrociência
A empresa brasileira atua no desenvolvimento de defensivos agrícolas e tecnologias voltadas para a agricultura tropical.
Com informações da Ourofino Agrociência.
Texto adaptado por Hélio Alves/Tribuna do Recôncavo.


Imagem de Charles Echer por Pixabay








































































































