No Rio Grande do Sul, os níveis dos rios ainda permanecem acima da cota de inundação em vários pontos de monitoramento ao longo do rio Uruguai. Em alguns locais, na região oeste do estado, há tendência de elevação do volume das águas. Na capital, Porto Alegre, o nível do Lago Guaíba apresenta uma leve tendência de diminuição dos níveis. Entretanto, nos próximos dias pode apresentar, em função da chuva prevista, ligeiras elevações, a depender das condições meteorológicas.
Os dados atualizados e previsões para municípios gaúchos foram apresentados, nesta quinta-feira (9), pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) na 2ª Reunião Extraordinária em 2024 da Sala de Crise da Região Sul, promovida pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).
De acordo com o coordenador do Sistema de Alerta Hidrológico do SGB, Artur Matos, na Bacia do Rio Uruguai, os municípios de Itaqui e Uruguaiana, que estão acima da cota de inundação, ainda podem subir mais. “Em Uruguaiana, o rio ainda deve subir por mais dois ou três dias. Isso porque esse ponto recebe o volume de águas que passa por Itaqui e, nessa cidade, o nível do rio ainda não estabilizou”, explica o pesquisador.
Em Uruguaiana, o nível do rio está acima de 11,2 m e, em Itaqui, está próximo de 12 m. As cidades de São Borja e Manoel Viana também estão acima da cota de inundação, mas em processo de descida.
Níveis elevados nos rios da região central e sul do estado
Os níveis ainda estão elevados e acima da cota de inundação nos rios, Jacuí, dos Sinos, Gravataí, no Lago Guaíba e na Lagoa dos Patos, que podem ser acompanhados na página do Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Taquari.
A situação tem impactado o volume de águas no Guaíba, que estabilizou na marca próxima a 5 m durante a noite, mas registrou 4,95 m, na tarde desta quinta-feira (9). “Em Porto Alegre, o Guaíba está com nível alto e a maior contribuição que chega nessa estação vem do Jacuí e Taquari. O monitoramento indica que o lago chegou ao pico em torno de 5,30 m e já desceu mais de 30 centímetros”, relatou Matos.
O volume de águas que passa por Guaíba deve chegar à Lagoa dos Patos. Todos os pontos de monitoramento estão acima da cota de inundação, mas registaram declínio nas últimas horas.
O pesquisador contextualizou que na Bacia do Taquari foi registrada uma cheia de grandes proporções em vários trechos. Na cidade de Muçum, o nível subiu 23 metros, desde o início das chuvas, e chegou a ficar 7,5 m acima da cota de inundação, mas já baixou 20 metros.
Cenário também grave foi observado na estação de Estrela/Lajeado, que impacta também o município de Cruzeiro do Sul. Nesse trecho, o rio ficou 14 metros acima da cota de inundação e atingiu a máxima histórica de 33,3 m.
Apoio técnico do SGB contribui para enfrentamento ao desastre no Rio Grande do Sul
Desde a última sexta-feira (26), o SGB intensificou o monitoramento dos rios da região para dar suporte às ações de resposta da União, do estado e dos municípios. Os pesquisadores da instituição têm atuado continuamente, em esquema de plantão, na operação dos Sistemas de Alerta Hidrológico das bacias dos rios Caí, Taquari e Uruguai.
Para ampliar a geração de informações relevantes que contribuam para reduzir os impactos das inundações, o SGB passou também a atuar no monitoramento e avaliação da situação no Guaíba, além de disponibilizar dados referentes a estações da Lagoa dos Patos.
Todas as informações são disponibilizadas ao longo do dia, na plataforma SACE, e compartilhadas com órgãos de proteção e defesa civil e outras entidades relacionadas ao tema. Os dados e projeções também são apresentados em salas de crise promovidas em níveis estadual e federal.
Fonte: SGB.


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