Lula aparece em pesquisa com 52,87% dos votos válidos e venceria no 1º turno

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Uma nova rodada da pesquisa Genial/Quaest mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, com 46% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 30%.

Considerando apenas votos válidos – são descartados indecisos, brancos e nulos – Lula aparece com 52,87% das intenções de voto e venceria no primeiro turno. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (8), nos votos totais, Ciro Gomes (PDT) tem 7%; André Janones (Avante) com 2%; e Simone Tebet (MDB) e Pablo Marçal (Pros), com 1% cada.

Sete pré-candidatos não pontuaram: Felipe d’Avila (Novo), José Maria Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP), Luciano Bivar (União Brasil), Santos Cruz (Podemos), Sofia Manzano (PCB) e Vera Lúcia (PSTU). Os que dizem que irão votar em branco, anular ou deixar de votar somam 7%. A proporção dos indecisos é de 6%. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos. Duas mil pessoas foram entrevistadas face a face entre os dias 2 e 5.

Metro1

‘Se precisar, iremos à guerra’, diz Bolsonaro em discurso no Paraná

Foto: Isac Nóbrega/ PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou, durante discurso em Umuarama, no Paraná, a existência de uma “nova classe de ladrão”, que, segundo ele, objetiva roubar a liberdade do povo brasileiro. Ainda de acordo com o presidente, “se precisar, iremos à guerra”.

“Não mais os ladrões de dinheiro do passado. Surgiu uma nova classe de ladrão, que são aqueles que querem roubar a nossa liberdade. Eu peço que vocês cada vez mais se interessem por esse assunto. Se precisar, iremos à guerra. Mas eu quero o povo ao meu lado consciente do que está fazendo e de por quem está lutando”, pontuou Bolsonaro na manhã desta sexta-feira, dia 03.

O presidente esteve no Paraná para acompanhar a obra de um trecho da BR-487, a Estrada Boiadeira.

Bahia.Ba

Senado aprova PL que devolve valores pagos a mais na conta de luz

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O Senado aprovou na quarta-feira, dia 01º, um projeto de lei (PL) que prevê a devolução de valores de tributos excedentes recolhidos pelas empresas de distribuição de energia elétrica. Na prática, a medida pode reduzir o valor da conta de luz para o consumidor. Projeto segue para a Câmara.

De acordo com o texto aprovado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) implementará a destinação dos créditos referentes ao Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e à Contribuição sobre o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) que as empresas cobraram a mais de seus usuários. Essa destinação, segundo o projeto ocorrerá na forma de redução de tarifas.

O relator do projeto, Eduardo Braga (MDB-AM), disse em seu parecer que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em 2017, pela exclusão do Imposto sobre Circulação de Mercadores e Serviços (ICMS) da base de cálculo das contribuições para PIS/Cofins. E, no caso do setor elétrico, essa decisão criou no setor uma expectativa de que as distribuidoras de energia elétrica teriam quase R$ 50 bilhões em créditos tributários a receber da União. Esses créditos, por sua vez, deveriam ser usados para abater o valor das tarifas, o que não ocorreu. (mais…)

Bolsonaro veta projeto de lei que muda Dia do Índio para Dia do Indígena

Foto: Clauber Cleber Caetano/ PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou, em publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira, dia 02, o projeto de lei que alterava o nome do Dia do Índio para Dia dos Povos Indígenas, sob a justificativa que “índio” já uma é um termo consagrado na cultura e que não haveria “interesse público” na proposta.

Porém, a proposta argumentava que “povos indígenas” é mais respeitoso e identificado com as comunidades. Especialistas apontam que a palavra “índio” é preconceituosa e estigmatizada.

A data, comemorada em 19 de abril, foi estabelecida em decreto de 1943. O projeto é de autoria da única parlamentar indígena do Congresso, Joênia Wapichana (Rede-RR).

Metro1

TSE autoriza doações para campanhas eleitorais pelo Pix

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou nesta terça-feira, dia 31, os partidos políticos a utilizarem o Pix, sistema de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), para receberem doações de pessoas físicas para as campanhas às eleições de outubro. Por unanimidade, os ministros entenderam que as transações realizadas pelo Pix podem ser identificadas e são rastreáveis, não havendo qualquer impedimento para a arrecadação dos recursos.

O julgamento foi motivado por uma consulta feita pelo PSD ao tribunal. A legenda questionou o TSE sobre a possibilidade receber doações de pessoas físicas pelo Pix, a validade da realização de pagamentos por esse meio de pagamento e a legalidade de venda de convites para eventos partidários fora do período eleitoral. Além das doações de pessoas físicas, as campanhas também poderão contar com R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) em 2022.

O recurso é destinado ao financiamento público de campanhas políticas e está previsto no orçamento federal deste ano. O repasse foi criado pelo Congresso em 2017 após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, em 2015, proibiu o financiamento das campanhas por empresas privadas. Além do Fundo Eleitoral, os partidos também contam com o Fundo Partidário, que é distribuído anualmente para manutenção das atividades administrativas.

Metro1

Vereador quer suspender cachê de Ludmilla por suposto apoio a Lula durante show

O vereador de São Paulo Fernando Holiday (Novo) entrou com um pedido na Justiça para suspender o cachê do show da cantora Ludmilla na Virada Cultural da capital paulista, alegando que a artista fez protesto a favor do ex-presidente Lula.

“A MC Ludmila, enquanto o telão marcava as cores do Partido dos Trabalhadores, levou a plateia a fazer o símbolo de Lula, ignorando a legislação eleitoral e a justificativa para tamanho gasto, subsidiando indiretamente a pré-candidatura do mesmo”, afirma o parlamentar no pedido apresentado à Justiça.

Nas redes sociais, o deputado disse que a prefeitura de São Paulo pagou mais um evento a favor de Lula. “No último fim de semana, mais uma vez, a Prefeitura de São Paulo financiou um evento que acabou se tornando um showmício pró-Lula”. A funkeira respondeu o parlamentar no Twitter. “Deixa eu contar um segredo: meu nome também começa com a letra L”. O valor pago pelo show é de R$ 200 mil.

Bahia.Ba