SAJ: ELEM Lança Semana de Astronomia com Foco em Inclusão e Acessibilidade

Foto: Djalma Almeida/ CPN News

Na noite desta quarta-feira (01), a Escola Municipal Luís Eduardo Maron de Magalhães, em Santo Antônio de Jesus, deu início à Semana de Astronomia, Inclusão e Acessibilidade. O evento foi idealizado pelo professor de Geografia Jackson Santos, com o objetivo de aproximar os alunos do universo científico, promovendo também o debate sobre acessibilidade e inclusão no ambiente escolar.

A abertura oficial contou com a presença de autoridades locais e representantes da educação. O diretor da escola, professor Marcos Tosta, deu início à cerimônia com um pronunciamento de boas-vindas, destacando a importância da ciência como ferramenta de transformação social.

Em seguida, a secretária municipal de Educação, Edileide Castro, falou ao público sobre a relevância de projetos como este para o fortalecimento da aprendizagem e o incentivo à curiosidade científica entre os estudantes. Discursou também o secretário de governo, Marcelo Barreto, responsável pela Feira Livre de Santo Antônio de Jesus.

Fonte: Cidade das Palmeiras News.

Instituições nordestinas terão dois anos para se adaptar às novas regras da EaD

Imagem de Radoan Tanvir do Pixabay

Já está em vigor, desde 19 de maio de 2025, a Nova Política de Educação a Distância (EaD) no Brasil. Entre as principais mudanças previstas pelo decreto está a proibição da modalidade totalmente remota para cursos que exigem atividades práticas presenciais, como Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia. A nova regra, no entanto, não afetará os alunos já matriculados, que poderão concluir seus estudos conforme o modelo vigente.

Outra mudança relevante é a consolidação da modalidade semipresencial, que agora exige que ao menos 50% da carga horária seja cumprida presencialmente ou por meio de aulas síncronas. ‘Essa medida valoriza a interação direta entre professores e estudantes, elemento essencial para tornar o processo de aprendizagem mais rico e eficaz’, destaca o executivo.

Além disso, a nova política do governo federal estabelece critérios objetivos para a infraestrutura dos polos de apoio presencial, proibindo o compartilhamento entre instituições para preservar a autonomia e a qualidade do atendimento aos estudantes. A mediação pedagógica também sofre alteração, passando a ser uma função com formação específica e vínculo empregatício, fortalecendo o relacionamento entre mediadores e estudantes. Essa profissionalização é essencial para combater a precarização e garantir um acompanhamento mais efetivo do aluno.

Liliane Scaratti.

SEC promove novo marco para a Educação com oferta de mestrado para coordenadores pedagógicos

Foto: Douglas Amaral

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) promove um novo marco para a Educação com a oferta do primeiro programa de mestrado profissional para 225 coordenadores pedagógicos da rede de ensino. O curso, que conta com parceria das universidades estaduais da Bahia (UNEB), de Santa Cruz (UESC) e de Feira de Santana (UEFS), além das universidades federais da Bahia (UFBA) e do Recôncavo da Bahia (UFRB), teve aula inaugural nesta terça-feira (9), no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador. A atividade foi transmitida ao vivo, pelo YouTube.

A iniciativa da SEC constitui uma ação estratégica de valorização e qualificação da carreira docente, aliada à política de interiorização da formação e do fortalecimento da gestão pedagógica , tendo como premissa a formação integral e a articulação entre teoria e prática. A oferta contempla programas de excelência, abrangendo áreas como currículo, gestão, diversidade, intervenção educativa, ensino de jovens e adultos, educação do campo e ciências ambientais.

Rowenna Brito, titular da SEC, esteve presente ao evento e destacou o novo momento educacional do Estado. ‘Estamos inaugurando este período que marca uma entrega concreta de valorização dos profissionais da Educação. Sabemos o impacto que tem um coordenador pedagógico bem formado nas unidades escolares, e o educador deve estar qualificado para lidar com as mudanças que surgem na escola e na aprendizagem. São quase R$ 6 milhões em investimento e a proposta é abrir novas vagas já em 2026’.

SEC.

ARTIGO: Saiba como a Sociologia cai na prova do ENEM

Imagem de khamkhor por Pixabay

A sociologia integra o ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio na prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias. Em média, o exame traz todos os anos de quatro a cinco questões relacionadas à disciplina. A professora de sociologia da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri/SP, Talyta Pondé, elenca, abaixo, os temas que mais costumam aparecer no exame:

  • Cultura e identidade: como valores, símbolos e práticas que definem a construção de grupos sociais e sua expressão cultural;
  • Estratificação social e desigualdade: de que forma a distribuição de recursos e poder na sociedade gera diferenças de classe e status;
  • Movimentos sociais: como os grupos se organizam coletivamente em prol de mudanças políticas, sociais ou culturais;
  • Trabalho e organização social: relações de produção, divisão do trabalho e transformação das dinâmicas laborais na sociedade;
  • Poder e Estado: como funcionam as estruturas de autoridade, legitimidade e mecanismos de controle social;
  • Diversidade e gênero: construções sociais de gênero, sexualidade e as lutas por igualdade e reconhecimento de identidades;
  • Raça e etnia: questões raciais e étnicas, seus impactos históricos e contemporâneos na exclusão e resistência; e,
  • Globalização e sociedade da informação: interdependência global e o papel das tecnologias na circulação de informações e na formação de redes sociais.

Para se destacar em sociologia do Enem, segundo a professora Talyta, é essencial compreender não apenas as ideias centrais de autores clássicos, como Sérgio Buarque de Hollanda e Bauman, como autores de referência. (mais…)

Libras: 5 razões para aprender a linguagem de sinais

Imagem ilustrativa e editada | Crédito: Fernando Frazão/ Agência Brasil

O último levantamento realizado pelo IBGE mostrou que o Brasil possui mais 10 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência auditiva. Ressaltando a relevância social de difundir o aprendizado de Libras, a professora Isabela Jordão, surda oralizada, preparou uma lista com 5 razões para estudar a linguagem. Confira:

  1. Comunicar-se com mais pessoas: a troca de informações entre os indivíduos é a base dos relacionamentos sociais e proporcionar uma melhor compreensão entre surdos e ouvintes faz com que todos tenham oportunidades menos desiguais de desenvolvimento e acesso a informação.
  1. Novas oportunidades de emprego: a graduação em Letras-Libras permite a atuação como TILS – tradutor intérprete ou professor de Libras. É um trabalho bastante requisitado e que exige estudo e dedicação como qualquer outro idioma, já que há variações regionais, gírias e sinais novos.

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8 dicas para a saúde mental dos estudantes na reta final para o Enem e os vestibulares

Imagem de khamkhor por Pixabay
  1. Estude, mas respeite seus limites

Estudar de forma exagerada pode parecer produtivo, mas o efeito costuma ser o oposto: o cansaço mental compromete a memorização e aumenta a irritabilidade. Ter um cronograma realista, com tempo para pausas, lazer e descanso, ajuda a manter a mente mais preparada.

Ele ressalta que respeitar sinais de exaustão, como dores de cabeça, insônia ou dificuldade de concentração, é fundamental para evitar o esgotamento.

  1. Não se compare com outros candidatos

O desempenho acadêmico é individual e cada pessoa tem um ritmo de aprendizagem. Comparar-se com outros pode gerar insegurança, sensação de fracasso e perda de confiança. De acordo com Victor Haony, assessor pedagógico da Mind Makers, solução da SOMOS Educação que desenvolve disciplinas inovadoras, aprendizado é particular, cada aluno tem um ritmo próprio e ideal para absorver as informações com clareza. Comparar-se com outros é prejudicial, especialmente nesse período de alta pressão. Ele lembra que até mesmo as estratégias de estudo são diferentes.

  1. Faça pausas estratégicas e programadas

Estudos mostram que o cérebro precisa de períodos de descanso para consolidar memórias. Métodos como o Pomodoro, que intercala 25 minutos de estudo com 5 minutos de pausa, são altamente recomendados. (mais…)