FMI pede medidas urgentes de combate à inflação

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A diretora do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, advertiu o G20 para a urgência de medidas de combate à inflação, sublinhando que a perspetiva económica global “excecionalmente incerta” pode agravar-se, caso persista a escalada dos preços.

Na Indonésia, durante o encontro de ministros das Finanças do G20, Georgieva enfatizou que a Rússia está intensificando, uma vez mais, os ataques na Ucrânia, o que acabará por agravar um cenário já sombrio.

Ao mesmo tempo, disse a diretora do fundo, a economia global continua a debater-se com os problemas decorrentes da pandemia de Covid-19.

Fonte: Agência Brasil via Metro1

Saldo da balança comercial cai R$ 2,7 bilhões no primeiro semestre do ano

Foto: Manu Dias/ SECOM

A balança comercial brasileira fechou junho com um saldo de US$ 8,8 bilhões, US$ 1,6 bilhão e menos do que no mesmo período de 2021. Com isso, o primeiro semestre encerrou com um positivo de US$ 34,3 bilhões – US$ 2,7 bilhões a menos do que o montante de US$ 37 bilhões registrados no ano passado. Os números foram divulgados pelo FGV Ibre nesta sexta-feira, dia 15.

De acordo com este instituto, no comparativo dos intervalos entre janeiro e junho, as exportações avançaram 20,5% este ano, mas as compras do interior cresceram mais (30,9%). Nos dois casos, o aumento foi puxado pelo aumento de valores. Em volume, as vendas ao exterior cresceram 0,2%, enquanto as importações tiveram recuo de 1,9%. “Os preços exportados cresceram 20,2% e os das importações, 33,1%”, ressaltou o Ibre, em nota.

As exportações de commodities, que, em junho, explicaram 69% do total exportado pelo Brasil, recuou 6,2%, em relação ao volume, e registrou aumento de preços de 15,9%. As importações brasileiras estão concentradas em não commodities — 89,7% do total das compras externas do Brasil, no primeiro semestre de 2022. O aumento, em valor, desse agregado foi de 27,3%, na comparação entre os primeiros semestres de 2021 e 2022.

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Bill Gates anuncia que vai doar fortuna de US$ 122 bilhões para sua fundação

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Bill Gates, fundador da Microsoft, afirmou na última quarta-feira, dia 13, que planeja doar quase todo o seu patrimônio para a sua fundação no futuro, o que consequentemente o excluirá da lista dos mais ricos do mundo. “Ao olhar para o futuro, pretendo dar praticamente toda a minha riqueza à fundação. Vou descer e eventualmente sair da lista das pessoas mais ricas do mundo”, publicou em seu perfil no Twitter.

A declaração foi feita junto com o anúncio de uma doação de US$ 20 bilhões para a entidade que será concluída este mês. Segundo Gates, a quantia será usada para aumentar as despesas da Fundação Bill e Melinda Gates, criada em 2000 por ele e sua ex-mulher Melinda French. “Com o apoio e a orientação de nosso conselho, planejamos aumentar nossos gastos de quase US$ 6 bilhões por ano hoje para US$ 9 bilhões por ano até 2026”, afirmou o bilionário.

Atualmente, Gates é a 4º pessoa mais rica do mundo e tem uma fortuna avaliada em US$ 129 bilhões, segundo o levantamento da revista “Forbes”. Ele fica atrás apenas Elon Musk (Tesla e SpaceX), Jeff Bezos (Amazon e Blue Origin) e Bernard Arnault (Louis Vuitton). Ao anunciar a doação, Gates afirmou que o mundo tem vivido vários retrocessos como a pandemia, a guerra na Ucrânia e as mudanças na legislação dos EUA em relação ao aborto, mas afirmou que continua otimista.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: G1

Ibovespa opera abaixo dos 96 mil pontos; dólar sobe

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Às 14h51, o Ibovespa opera em baixa de 1,95%, aos 95.431794 pontos, acompanhando as bolsas norte-americanas, que refletem os dados sobre a inflação, números fracos da temporada de balanços e os receios sobre uma recessão global. O dólar sobe 0,73%, cotado a R$ 5,4316.

Entre as maiores altas, destaque para as ações da Magazine Luiza com alta de 4,59%, e da BB Seguridade, subindo 4,07% e Cielo, 3,87%. Já nas maiores baixas, os papéis da Vale, caindo 6,94%, seguida da Bradespar, em queda de 5,86% e da CSN, desvalorizando 5,5%. Os preços das commodities também despencam. Tanto o petróleo quanto o minério de ferro operam em queda de US$ 100.

Às 14h25, o petróleo tipo WTI, com vencimento em agosto, tinha queda de 1,61%, a US$ 94,75, já o Brent de setembro caía 1,55%, a US$ 98,01. No Brasil, a Câmara aprovou em segundo turno a PEC dos auxílios, com gastos de R$ 41 bilhões. Nos Estados Unidos, as bolsas seguem no terreno negativo. O Dow Jones caía 1,23%, enquanto o S&P 500 e Nasdaq recuavam, respectivamente, 1,03% e 0,58%.

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Croácia se tornará o 20º membro da zona do euro em 2023

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A Croácia se tornará o 20º membro a usar o euro no início de 2023, após aprovação dos ministros das Finanças da União Europeia (UE) nesta terça-feira, dia 12. Segundo o vice-presidente da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis, a mudança confirma que a moeda continua sendo atraente, bem-sucedida” e um símbolo de força e unidade.

“Isso é particularmente importante em um momento tão desafiador, quando a agressão da Rússia contra a Ucrânia continua a causar choque em todo o mundo”, declarou Dombrovskis.

O Conselho Europeu levou em consideração três atos jurídicos necessários para permitir que a Croácia, um Estado que já membro da UE desde 2013, introduza o euro em 1º de janeiro. Entre um dos atos estabelecidos é a taxa de conversão para entrada em um euro para 7,53450 kunas croatas, com a Croácia agora tendo alguns meses para preparar os aspectos práticos para a troca de moeda.

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Salário médio caiu na maioria das atividades profissionais, revela estudo da CNC

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Apenas 12 de 140 ocupações no mercado de trabalho formal tiveram remuneração média ajustada acima da inflação nos últimos 12 meses. Estudo feito com base em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que a maior parte dos trabalhadores perderam poder de compra no período.

No topo da lista, o cargo de médico clínico é o que teve melhor ajuste salarial no período. Este tipo de profissional teve reajuste de 35,6% acima da inflação nos últimos 12 meses. Em segundo lugar aparece o professor de nível médio no ensino fundamental, com ajuste salarial de 15,6%, descontando a inflação.

Além destas duas áreas, profissionais de TI e de gestão de estoques e vendas também tiveram ganhos consideráveis no último ano. Os dados contrastam com a redução do desemprego. Ou seja, indicam que as demais áreas, embora estejam contratando, os profissionais tiveram redução na renda média, sem aumento salarial acima da inflação. (mais…)