O Ministério Público Federal está investigando um suposto corte ao auxílio emergencial mensal destinado às vítimas da tragédia de Mariana (MG). Nesta sexta-feira (13), o órgão requereu à Fundação Renova explicações sobre o fato de aproximadamente 140 pessoas terem sido comunicadas por telefone que deixarão de receber o benefício.
O auxílio emergencial mensal é um acordo feito após o rompimento da barragem da Samarco, em novembro de 2015, que resultou na morte de 19 pessoas. O acordo judicial diz que aqueles que tiveram suas atividades econômicas interrompidas em decorrência do episódio devem receber o benefício de um salário mínimo, acrescido de 20% para cada dependente e uma cesta básica.
Em nota, o MPF pede para saber se os cortes foram decididos unilateralmente pela Fundação Renova ou se eles foram validados pelo CIF. O prazo dado pelo órgão é de 10 dias.
A Fundação Renova disse que o cancelamento do benefício de algumas pessoas se dá em razão da inexistência de impacto direto. “A medida foi tomada após diversas análises e cruzamentos de dados, realizados rotineiramente pela Fundação, para realizar a necessária manutenção de sua base e, assim, garantir o auxílio aos elegíveis nos termos do TTAC”.
Informações: Agência Brasil | Redação: Bahia Noticias


O Distrito de Barra Longa foi encoberto pela lama que chegou pelo rio Gualaxo do Norte | Foto Tânia Rêgo/ Agência Brasil













Imagem de Michal Jarmoluk por Pixabay



































Imagem de Amber Clay por Pixabay

















Imagem Ilustrativa de Manfred Richter por Pixabay






Image by StartupStockPhotos from Pixabay












Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Imagem de Witch Fiction por Pixabay








