No Dia Mundial do Coração (29) saiba como a alimentação personalizada ajuda a reduzir riscos cardiovasculares

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Por Lauren Nassur é Nutricionista.

Nesta segunda-feira, 29 de setembro, é celebrado o Dia Mundial do Coração. Na oportunidade, a nutricionista Lauren Nassur reforça que a proteção do coração vai além de exames e medicamentos: ela começa no comportamento alimentar, na dieta e no estilo de vida.

Estudos recentes demonstram que as dietas anti-inflamatórias: Mediterrânea, DASH e Plant-Based têm efeitos comprovados na redução do risco cardiovascular. ‘No entanto, a chave para a prevenção eficaz está na personalização: adaptar a dieta ao perfil, preferências e condições clínicas de cada paciente’, comenta Lauren.

Um fator de risco importante para a saúde cardiovascular é a inflamação crônica de baixo grau, conhecida como ‘inflammaging’. Por isso, a alimentação personalizada desempenha um papel crucial na modulação dessa inflamação. ‘Alimentos ricos em antioxidantes e compostos anti-inflamatórios, como peixes ricos em ômega-3, oleaginosas, azeite de oliva, frutas vermelhas e vegetais verde-escuros, podem ajudar a reduzir a inflamação e proteger o coração’, diz. (mais…)

ARTIGO: Ciclo menstrual irregular pode dificultar a gravidez

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Por Tirza Ramos – médica.

A irregularidade no ciclo menstrual é uma condição comum, que atinge milhares de brasileiras em idade fértil e pode estar diretamente associada a dificuldades para engravidar. Os dados recentes da Associação Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) indicam que mais de 30% das mulheres que procuram clínicas de reprodução assistida no Brasil apresentam histórico de ciclos menstruais irregulares.

O ciclo menstrual regular é geralmente de 28 dias, podendo variar entre 21 e 35 dias. Quando há intervalos maiores ou variações frequentes, o ciclo é considerado irregular. Essa condição pode indicar ausência de ovulação (anovulação), o que impossibilita a fecundação natural. A irregularidade nos ciclos pode ser causada por fatores como síndrome dos ovários policísticos (SOP), alterações hormonais, estresse, obesidade, distúrbios da tireoide ou até mesmo pela aproximação da menopausa. Quando não identificada e tratada precocemente, a irregularidade no ciclo menstrual pode comprometer a ovulação e dificultar o planejamento familiar.

Para mulheres que apresentam sintomas como atraso menstrual frequente, sangramentos fora de época ou ciclos muito longos, a recomendação é procurar um ginecologista o quanto antes. ‘Quanto antes diagnosticamos a causa da irregularidade, maiores são as chances de reverter o quadro com sucesso e aumentar a fertilidade’, disse a médica Tirza Ramos, do IVI Salvador. (mais…)

ARTIGO: Exercícios físicos e alimentação equilibrada: combinação indispensável para infância saudável

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Por Luiz Evandro – educador físico.

A prática de exercícios físicos e a alimentação equilibrada são essenciais para garantir um desenvolvimento saudável na infância. Segundo especialistas, além de contribuírem para o crescimento adequado, essas práticas promovem benefícios que vão desde a melhora na capacidade cognitiva até o fortalecimento do sistema imunológico.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% das crianças em idade escolar não realizam a quantidade mínima recomendada de atividade física diária. Isso reflete diretamente na saúde a longo prazo, pois o sedentarismo infantil está relacionado ao aumento de doenças crônicas, como obesidade, diabetes e hipertensão.

‘É fundamental que, desde cedo, as crianças sejam estimuladas a se movimentar. A atividade física ajuda no desenvolvimento motor, fortalece músculos e ossos, além de ser uma importante aliada na prevenção de doenças’, afirma Luiz Evandro.

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ARTIGO: 10 mitos e verdades sobre o DIU que você talvez não sabia

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Por Carla Cooper – médica ginecologista.

O DIU (Dispositivo Intrauterino) é um dos métodos contraceptivos mais eficazes e duradouros disponíveis atualmente. No entanto, apesar de sua popularidade crescente, ainda há muitas dúvidas e informações equivocadas circulando por aí. Para esclarecer o que é fato e o que é mito, a médica ginecologista Carla Cooper, responde às principais dúvidas sobre o tema:

  1. O DIU é só para quem já teve filhos.

Mito. ‘O DIU pode ser utilizado por mulheres que nunca engravidaram. O mais importante é passar por uma avaliação médica para ver se o método é adequado ao perfil da paciente’, explica a ginecologista.

  1. O DIU pode causar infertilidade.

Mito. Não há evidências científicas que relacionem o uso do DIU à infertilidade. ‘A fertilidade é retomada logo após a retirada do dispositivo’, afirma a médica.

  1. Existem DIUs com e sem hormônio.

Verdade. Há dois principais tipos de DIU: o de cobre (sem hormônio) e o hormonal (libera progestagênio). Ambos são altamente eficazes.

  1. O DIU aumenta o risco de infecções.

Mito. O risco de infecção é maior apenas nas primeiras semanas após a inserção, mas é muito baixo quando o procedimento é feito com higiene e por um profissional capacitado. Ao ser descartado sinais de infecção ginecológica durante o exame físico, imediatamente antes da inserção do DIU.

  1. O DIU pode se deslocar dentro do útero.

Verdade. Isso pode acontecer em casos raros, especialmente nos primeiros meses. Por isso, o acompanhamento médico é importante.

  1. Mulheres com fluxo intenso não podem usar DIU.

Parcialmente verdade. ‘O DIU de cobre pode aumentar o fluxo menstrual, então, nesses casos, o modelo hormonal pode ser mais indicado. O ginecologista deve avaliar’, recomenda a especialista.

  1. O DIU pode ser usado como contraceptivo de emergência.

Verdade. ‘O DIU de cobre e cobre com prata pode ser inserido em até 5 dias após a relação desprotegida e tem mais de 99% de eficácia’, explica a médica.

  1. O DIU interfere no prazer sexual.

Mito. O DIU fica dentro do útero, e não interfere nas sensações durante a relação sexual.

  1. O DIU é um método permanente.

Mito. Ele é de longa duração, mas totalmente reversível. Pode ser retirado a qualquer momento, com retorno imediato da fertilidade.

  1. O DIU está disponível gratuitamente pelo SUS.

Verdade. O DIU de cobre pode ser inserido gratuitamente em unidades básicas de saúde. ‘Esse acesso é um direito e deve ser mais divulgado’, finaliza Carla.

Falar sobre contracepção com clareza e responsabilidade é fundamental para que mais mulheres possam tomar decisões informadas sobre seu corpo e sua saúde reprodutiva. Desmistificar o uso do DIU e ampliar o acesso a informações seguras é um passo importante para garantir mais autonomia, bem-estar e liberdade de escolha para todas.

*Carla Cooper é médica ginecologista e parceira da DKT South America, organização dedicada à promoção da saúde sexual e reprodutiva.

Texto: Giovanna Rebelo Alves/ DKT South America.

ARTIGO: Colesterol alto atinge mais de 40% dos brasileiros adultos

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Por Darcy de Almeida Neto – cardiologista.

O colesterol alto atinge cerca de 4 em cada 10 brasileiros adultos, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares como infarto e AVC, que continuam liderando o ranking de mortes no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde.

O cardiologista Darcy de Almeida Neto reforça a importância da prevenção e do controle regular dos níveis de colesterol, especialmente o LDL, conhecido como o ‘colesterol ruim’.

‘Muitas vezes, o paciente não apresenta nenhum sintoma. Só descobre que está com colesterol alterado após um evento grave, como um infarto. Por isso, manter os exames em dia é tão importante quanto ter uma alimentação saudável’, disse Neto. (mais…)

ARTIGO: Mitos e verdades sobre amamentação: o aleitamento materno é poderoso

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*Por Dra. Cinthia Calsinski – enfermeira obstetra.

A amamentação é uma jornada única, repleta de descobertas, desafios e transformações. Apesar de seus inúmeros benefícios reconhecidos para mãe e bebê, ainda existem muitos mitos que circulam por aí — e que mais atrapalham do que ajudam. Abaixo algumas dessas crenças populares que envolvem o aleitamento materno. Afinal, informação de qualidade é uma das maiores aliadas das famílias nesse momento tão especial.

Mama pequena produz pouco leite.

❌ MITO!

O tamanho da mama não interfere na produção de leite. A quantidade de leite está relacionada às glândulas mamárias e à frequência da amamentação, e não ao volume das mamas.

‘Beber mais água faz produzir mais leite.’

❌ MITO!

A hidratação é essencial para o bem-estar da mãe, mas ingerir mais água do que o necessário não aumenta, por si só, a produção de leite. O principal estímulo é a sucção frequente e eficaz do bebê. (mais…)