Contrariando lei do TSE, Bolsonaro faz doação para campanha do filho Carlos

Foto: Marcos Brandão/ Agência Senado

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez uma doação de R$ 10 mil em dinheiro vivo para a campanha de seu filho, Carlos Bolsonaro (Podemos), que nas eleições deste ano tenta a reeleição na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

O depósito contraria uma resolução da Corte Eleitoral que limita repasses em espécie de pessoas físicas para candidaturas. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contribuições em dinheiro acima de R$ 1.064,10 não podem ser feitas em espécie. A doação do presidente consta na declaração de receitas feita pela própria campanha de Carlos, em dados disponibilizados ao TSE.

No Twitter, Carlos Bolsonaro disse que “houve um equívoco”.  “Doação acima de R$ 1.064,10 só é aceita mediante transferência bancária. O recurso, de origem LÍCITA, então foi devolvido e retransferido como esclarece a regra.”, escreveu o vereador.

Metro1

Bahia é o segundo estado com mais candidatos com contas reprovadas no TCU

A Bahia é o segundo estado brasileiro com mais candidatos com contas reprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e registros de candidaturas nos tribunais regionais eleitorais, com 33 candidaturas no total. Na liderança do ranking, está o estado de Minas Gerais, com 35 e Pernambuco, em terceiro lugar, com 29. No país, no total, 356 candidaturas tiveram as contas reprovadas.

Pelo menos 356 candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador do país terão que correr para apresentar uma defesa na Justiça Eleitoral nas próximas semanas. 268 deles já excerciam uma função executiva ou legislativa quando foram julgados pelo TCU, outros 23 eram secretários municipais. O maior número de candidatos com risco de ser ter o registro negado é de postulantes ao cargo de prefeito (209), seguidos pelos candidatos a vereador (107) e a vice-prefeito (40). Os tribunais regionais têm até o dia 26 para decidir sobre as candidaturas. Os candidatos poderão ser barrados nesta eleição tomando por base a Lei da Ficha Limpa.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, a lista com mais de 7 mil gestores que tiveram suas contas rejeitadas pelo TCU já foi enviada para os TREs. O maior número é dos estados do Nordeste (2.924), seguido pelas regiões Sudeste (1.685), Norte (1.317) e Centro-Oeste (826). Os estados do Sul têm 582 gestores com contas rejeitadas. Os três partidos que encabeçam a lista de contas reprovadas são o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), com 56, o Partido Progressista (PP), com 36 e o Partido dos Trabalhadores (PT), com 31.

Redação: Bahia.Ba | Informações: G1/ Bahia

Trump diz que se recusa a participar de debate virtual nos EUA

Foto: Tia Dufour/ White House

Após a comissão organizadora dos debates entre dois candidatos à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden e Donald Trump, anunciar nesta quinta-feira (08), que o evento será feito remotamente, o atual presidente norte-americano afirmou que se recusa a participar de um debate virtual.

“Eu não vou perder meu tempo com um debate virtual, essa não é a ideia de um debate. Senta-se atrás de um computador e se debate, é ridículo. Isso não é aceitável para a gente”, disse em entrevista.

Trump acusou a comissão de tentar proteger Biden. O encontro está agendado para o dia 15 de outubro. Em nota, a comissão afirmou que o segundo debate terá o formato de um encontro com eleitores. Os candidatos vão participar de locações remotas e distintas para assegurar a saúde e segurança de todos os envolvidos.

Redação: Metro1 | Informações: TV Fox

Rêgo Barros é exonerado do cargo de porta-voz da Presidência

Foto: José Dias/ PR

O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros, foi exonerado do cargo. Em agosto, o governo anunciou que o posto seria desativado com a criação do Ministério das Comunicações. A exoneração foi publicada nesta quarta-feira (07), no Diário Oficial da União e assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto.

Até integrar a equipe do presidente Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019, o general era o chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, cargo que ocupava desde 2014. Nessa função, Rêgo Barros era um dos principais assessores do então comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que também havia deixado o posto para integrar a equipe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), a convite do presidente.

Em 2019, o porta-voz costumava falar diariamente com a imprensa no Palácio do Planalto, atualizando informações do governo e respondendo perguntas dos jornalistas. Em 2020, entretanto, o briefing diário não aconteceu mais, mesmo antes da pandemia de covid-19. Rêgo Barros é general de divisão do Exército e passou para a reserva em julho do ano passado. (mais…)

Vale do Jiquiriçá: Candidatos se comprometem a não criar aglomerações

Foto: Manu Dias/ Agecom | Editado

Os candidatos das cidades de Itiruçu, Lajedo do Tabocal, Maracás e Planaltino, no Vale do Jiquiriçá, na Bahia, se comprometeram a não fazer nenhum ato de campanha de forma presencial. Assim, as coligações afirmaram que seus candidatos não farão passeatas, carreatas ou comícios.

As coligações firmaram o acordo com o Ministério Público do Estado (MP-BA) no dia 1° de outubro. O objetivo é garantir o cumprimento das normas de segurança sanitária devido à pandemia do novo coronavírus. Segundo o MP-BA, o acordo se baseou nas recomendações expedidas pelo promotor de Justiça Eleitoral Samory Pereira Santos, durante reunião presidida por ele na Câmara de Vereadores de Maracás.

Santos se embasou na resolução do Tribunal Regional Eleitoral e no parecer técnico da Secretaria de Saúde do estado da Bahia (Sesab) que tratam do assunto. Por meio do acordo, as coligações garantiram também que farão apenas ações de marketing digital.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Fonte: Bahia Noticias

Após jantar, Maia e Guedes pedem desculpas por atrito e defendem reformas

Foto: Jose Cruz/ Ag. Brasil

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediram desculpas mútuas nesta segunda-feira (05), pelos atritos protagonizados nas últimas semanas. Durante um jantar convocado por parlamentares, realizado na casa do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, ambos defenderam a pacificação e a continuidade da agenda de reformas.

“Na minha última eleição [para presidência da Câmara], a única pessoa do governo que me apoiou foi o ministro Paulo Guedes. Nos dias seguintes à presidência, por divergências, por erros — e assumo os meus —, nós fomos nos afastando e, agora, na pandemia, mais ainda. Até na semana passada, deixo o meu pedido de desculpas, fui indelicado e grosseiro. Não é do meu feitio, ao contrário”, declarou Maia. Maia pediu desculpas espontaneamente. Já a fala de Guedes foi motivada pela pergunta de um jornalista ao fim dos pronunciamentos – quando o presidente da Câmara já havia deixado o local.

“Eu nunca ofendi o presidente Rodrigo Maia. Isso não é ofensa pessoal, foi uma troca de opiniões. O presidente Rodrigo Maia falou: ‘Olha, você está atrasando a reforma tributária’. E eu: ‘Olha, e as privatizações aí?’ Isso são trocas de opinião. Não tem ofensa. Agora, eu, caso eu tenha ofendido o presidente Rodrigo Maia ou qualquer político que eu possa ter ofendido inadvertidamente, eu peço desculpas também. Não é um problema”, declarou Guedes. No intervalo do jantar, Guedes e Maia defenderam uma ação conjunta de Executivo e Legislativo para o avanço das reformas estruturais – assunto que levou às discordâncias públicas.

Redação: Metro1 | Informações: G1